LIÇÃO 9 - O CRISTIANISMO JUDAIZANTE
TEMA–Heresias e modismos – Combatendo os erros doutrinários
Baseado nos comentários de Pr. Esequias
Soares (Revista CPAD - 2º Trim.2006)
Auxilio suplementar Ev. Luiz Henrique -
Imperatriz - MA
Questionário
COMENTÁRIOS como
auxílio ao estudo da revista
Testemunhas de
IEHOSHUA
Estudo sobre
Adventistas
TEXTO ÁUREO:
“Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo
beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados”
(Cl 2.16).
COMER... BEBER... SÁBADOS. As duas
primeiras palavras provavelmente se referem às regras judaicas sobre
alimentação do AT, que os colossenses eram pressionados a observar como
necessidade para a salvação pelos falsos mestres (cf. v. 17). "Dias
de festa", "lua nova" e "sábados" provavelmente se
referem a determinados dias sagrados de observância obrigatória no
calendário judaico. O apóstolo Paulo ensina que o cristão está livre
dessas obrigações legais e cerimoniais (Gl 4.4-11; 5.1; ver Mt 12.1, Mc
7.6).
VERDADE PRÁTICA:
Nós, os que aceitamos a CRISTO JESUS como o
nosso único e suficiente Salvador, temos uma lei mais sublime a cumprir
: a Lei do ESPÍRITO.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Gálatas 3.19-26; 4.9-11
19 Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das
transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido
feita, e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. 20 Ora, o
medianeiro não o é de um só, mas DEUS é um. 21 Logo, a lei é contra as
promessas de DEUS? De nenhuma sorte; porque, se dada fosse uma lei que
pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. 22 Mas a
Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em JESUS
CRISTO fosse dada aos crentes. 23 Mas, antes que a fé viesse,
estávamos guardados debaixo da lei e encerrados para aquela fé que se
havia de manifestar. 24 De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos
conduzir a CRISTO, para que, pela fé, fôssemos justificados. 25 Mas,
depois que a fé veio, já não estamos debaixo de aio. 26 Porque todos sois
filhos de DEUS pela fé em CRISTO JESUS;
LOGO, PARA QUE É A LEI? A palavra
traduzida "lei" (gr. nomos; hb. torah) significa
"ensino" ou "instrução". O termo lei pode referir-se
aos Dez Mandamentos, ao Pentateuco ou a qualquer mandamento no AT. O uso por
Paulo da palavra "lei" pode incluir o sistema sacrificial do
concerto mosaico. A respeito dessa lei, Paulo declara várias coisas:
(1) Ela foi dada por DEUS "por causa das
transgressões", i.é., a fim de demonstrar que o pecado é a
violação da vontade de DEUS, e despertar os homens a verem sua necessidade
de misericórdia, graça e salvação de DEUS em CRISTO (v. 24; cf. Rm 5.20;
8.2).
(2) Embora o mandamento fosse santo, bom e justo
(Rm 7.12), era inadequado, porque não conseguia transmitir vida espiritual
nem força moral (3.21; Rm 8.3; Hb 7.18,19).
(3) A lei funcionou como "aio" ou
tutor do povo de DEUS até que viesse a salvação pela fé em CRISTO (vv.
22-26). Nessa função, a lei revelou a vontade de DEUS para o comportamento
do seu povo (Êx 19.4-6; 20.1-17; 21.1--24.8), proveu sacrifícios de sangue
para cobrir os pecados do seu povo (ver Lv 1.5; 16.33) e apontou para a
morte expiatória de CRISTO (Hb 9.14; 10.12-14).
(4) A lei foi dada para nos conduzir a CRISTO a
fim de sermos justificados pela fé (v. 24). Mas agora que CRISTO já veio,
finda está a função da lei como supervisora (v. 25). Por isso, já não
se deve buscar a salvação através das provisões do antigo concerto, nem
pela obediência às suas leis e ao seu sistema de sacrifícios. A
salvação, agora, tem lugar de conformidade com as provisões no novo
concerto, a saber, a morte expiatória de CRISTO, a sua ressurreição
gloriosa e o privilégio subseqüente de pertencer a CRISTO (vv. 27-29; ver
Mt 5.17)
9 Mas agora, conhecendo a DEUS ou, antes, sendo
conhecidos de DEUS, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e
pobres, aos quais de novo quereis servir? 10 Guardais dias, e meses, e
tempos, e anos. 11 Receio de vós que haja eu trabalhado em vão para
convosco.
Romanos 14.5 Um faz diferença entre
dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente
seguro em seu próprio ânimo.
FAZ DIFERENÇA ENTRE DIA E DIA. Trata-se, provavelmente, dos dias especiais
de festa segundo as leis cerimoniais do AT.
Parece que alguns cristãos ainda consideravam que aqueles dias sagrados do
AT continuavam válidos, ao passo que muitos outros os tinham como dias
comuns. Paulo, na sua resposta, não revoga o princípio determinado por DEUS, de separar um dia, em sete, como dia especial de descanso e de
adoração ao Senhor (ver Mt 12.1). O próprio DEUS separou um dia, em
sete, para o descanso do trabalho diário (Gn 2.2,3; cf. Êx 20.11; 31.17;
Is 58.13,14). O NT reconhece que o primeiro dia da semana tem relevância
especial por causa da ressurreição de JESUS (At 20.7; 1 Co 16.2; Ap 1.10).
Gálatas 5.2 Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes
circuncidar, CRISTO de nada vos aproveitará.4 Separados estais de CRISTO,
vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.
Alguns dos gálatas tinham substituído
sua fé em CRISTO pela fé na obediência à lei (1.6,7; 5.3). Paulo declara
que os tais caíram da graça. Cair da graça é estar alienado de CRISTO (cf. Jo 15.4-6) e abandonar o princípio da graça de
DEUS que nos traz vida
e salvação. É anular a nossa associação com CRISTO e deixar de
permanecer nEle (ver Jo 15.6; 2 Pe 2.15,20-22).
LEITURA DIÁRIA:
Segunda- At 15.1-5- Os judaizantes
condicionavam a salvação à observância da lei mosaica.
1 Então, alguns que tinham descido da
Judéia ensinavam assim os irmãos: Se vos não circuncidardes, conforme o
uso de Moisés, não podeis salvar-vos. 2 Tendo tido Paulo e Barnabé não
pequena discussão e contenda contra eles, resolveu-se que Paulo,
Barnabé e alguns dentre eles subissem a Jerusalém aos apóstolos e
aos anciãos sobre aquela questão. 3 E eles, sendo acompanhados pela
igreja, passaram pela Fenícia e por Samaria, contando a conversão
dos gentios, e davam grande alegria a todos os irmãos. 4 Quando chegaram a
Jerusalém, foram recebidos pela igreja e pelos apóstolos e anciãos
e lhes anunciaram quão grandes coisas DEUS tinha feito com eles. 5 Alguns,
porém, da seita dos fariseus que tinham crido se levantaram, dizendo que
era mister circuncidá-los e mandar-lhes que guardassem a lei de
Moisés.
A maior provação de Paulo era a tristeza
que sentia e experimentava por causa dos que distorciam o evangelho de CRISTO. Seu amor a
CRISTO, à igreja e à verdade redentora, era tão forte
que o levou a opôr-se energicamente àqueles que pervertiam a doutrina pura,
e a descrevê-los como "cães" e "maus obreiros" (ver
1.17; Gl 1.9; cf. Mt 23). O termo grego "circuncisão",
como é empregado por Paulo aqui, significa "mutiladores do corpo"
e refere-se ao rito da circuncisão segundo o ensino dos falsos mestres
judaizantes, afirmando que o sinal da circuncisão conforme o AT era
necessário à salvação. Paulo declara que a verdadeira circuncisão é
uma obra do ESPÍRITO no coração da pessoa, pela qual o pecado e o mal
são cortados (v. 3; Rm 2.25-29; Cl 2.11).
Terça- Gl 1.7- Os judaizantes queriam
transtornar o evangelho de CRISTO.
7 o qual não é outro, mas há alguns
que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de CRISTO.
Os falsos mestres podem declarar que a revelação
bíblica é verdadeira e, ao mesmo tempo, afirmar que possuem revelações
extra-bíblicas ou conhecimentos de igual autoridade às Escrituras, e
válidos para a igreja inteira. Esses falsos ensinos geralmente envolvem a
fé cristã num sincretismo de outras religiões e filosofias. Resultam daí
os seguintes erros:
(1) A suposta nova "revelação" é colocada no mesmo nível de
autoridade que a revelação bíblica apostólica original.
(2) As Escrituras ocupam um lugar secundário, e
CRISTO é colocado em lugar inferior em relação aos "santos", ou
fundadores de um movimento ou igreja.
(3) Os falsos mestres alegam ter uma compreensão mais profunda ou exclusiva
das supostas "revelações ocultas" nas Escrituras.
Quarta- Rm 3.20- A lei de Moisés foi dada
para o conhecimento do pecado.
20 Por isso, nenhuma carne será justificada
diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do
pecado.
Efésios 2.8 Porque pela graça sois
salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de DEUS.9 Não vem
das obras, para que ninguém se glorie.
Tito 3.5 não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas,
segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da
renovação do ESPÍRITO SANTO,
Romanos 7.7 Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu
não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a
concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.
Quinta- Rm 3.28- O homem é justificado pela fé, sem as
obras da lei.
28 Concluímos, pois, que o homem é
justificado pela fé, sem as obras da lei.
Gálatas 2.16 Sabendo que o homem não é justificado
pelas obras da lei, mas pela fé em JESUS CRISTO, temos também crido em JESUS
CRISTO, para sermos justificados pela fé de CRISTO e não pelas obras
da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será
justificada.
Sexta- Mt 5.17,18- Somente JESUS pôde
cumprir toda a lei.
17 Porque, se, pela ofensa de um só, a
morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça e
do dom da justiça reinarão em vida por um só, JESUS CRISTO. 18 Pois assim
como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para
condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre
todos os homens para justificação de vida.
5.17 NÃO... VIM DESTRUIR A LEI... MAS CUMPRIR. O
propósito de CRISTO é que as exigências espirituais da lei de DEUS se
cumpram na vida dos seus seguidores (Rm 3.31; 8.4). O relacionamento entre o
crente e a lei de DEUS envolve os seguintes aspectos:
(1) A lei que o crente é obrigado a cumprir
consiste nos princípios éticos e morais do AT (7.12; 22.36-40; Rm 3.31; Gl
5.14); bem como nos ensinamentos de CRISTO e dos apóstolos (28.20; 1 Co
7.19; Gl 6.2). Essas leis revelam a natureza e a vontade de DEUS para todos
e continuam hoje em vigor. As leis do AT destinadas diretamente à nação
de Israel, tais como as leis sacrificiais, cerimoniais, sociais ou cívicas,
já não são obrigatórias (Hb 10.1-4; e.g., Lv 1.2,3; 24.10).
(2) O crente não deve considerar a lei como
sistema de mandamentos legais através do qual se pode obter mérito para o
perdão e a salvação (Gl 2.16,19). Pelo contrário, a lei deve ser vista
como um código moral para aqueles que já estão num relacionamento
salvífico com DEUS e que, por meio da sua obediência à lei, expressam a
vida de CRISTO dentro de si mesmos (Rm 6.15-22).
(3) A fé em CRISTO é o ponto de partida para o
cumprimento da lei. Mediante a fé nEle, DEUS torna-se nosso Pai (cf. Jo
1.12). Por isso, a obediência que prestamos como crentes não provém
somente do nosso relacionamento com DEUS como legislador soberano, mas
também do relacionamento de filhos para com o Pai (Gl 4.6).
(4) Mediante a fé em CRISTO, o crente, pela
graça de DEUS (Rm 5.21) e pelo ESPÍRITO SANTO que nele habita (Gl 3.5,14;
Rm 8.13), recebe o impulso interior e o poder para cumprir a lei de DEUS (Rm
16.25,26; Hb 10.16). Nós a cumprimos, ao andarmos segundo o ESPÍRITO (Rm
8.4-14). O ESPÍRITO nos ajuda a mortificar as ações pecaminosas do corpo
e a cumprir a vontade de DEUS (Rm 8.13; ver Mt 7.21). Por isso, a
conformidade externa com a lei de DEUS deve ser acompanhada pela
transformação interior do nosso coração e espírito (cf. vv. 21-28).
(5) Os crentes, tendo sido libertos do poder do
pecado, e sendo agora servos de DEUS (Rm 6.18-22), seguem o princípio da
fé , pois estão debaixo da lei de CRISTO (1 Co 9.21). Ao fazermos assim,
cumprimos a lei de CRISTO (Gl 6.2) e em nós mesmos somos fiéis à
exigência da lei (ver Rm 7.4; 8.4; Gl 3.19; 5.16-25).
(6) JESUS ensinava enfaticamente que cumprir a
vontade do seu Pai celeste é uma condição permanente para a entrada no
reino dos céus (ver 7.21).
Sábado- Tg 2.10- Quem tropeçar em um só
ponto da lei é culpado de todos.
10 Porque qualquer que guardar toda a
lei e tropeçar em um só ponto tornou-se culpado de todos.
Deuteronômio 27.26 Maldito aquele que não confirmar
as palavras desta lei, não as cumprindo! E todo o povo dirá: Amém!
Mateus 5.19 Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e
assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele,
porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus.
Gálatas 3.10 Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão
debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não
permanecer em todas ascoisas que estão escritas no livro da lei, para
fazê-las.
OBJETIVOS: Após esta lição, seu aluno deverá estar apto a:
1- Interceder por
aqueles que observam ritos judaicos como elementos salvíficos.
2- Explicar
os propósitos da Lei Mosaica.
3- Descrever
os perigos do Judaísmo na igreja.
PONTO DE CONTATO:
Professor, esta lição retoma, de outro
modo, uma discussão muito freqüente nos círculos teológicos – a
relação entre a Lei e a Graça. A gênesis dessa discussão remonta aos
tempos apostólicos quando, os gentios convertidos ao cristianismo, foram
pressionados pelos judaizantes a observar alguns preceitos da religião
judaica. A epístola de Paulo aos Gálatas, é um exemplo óbvio desse
debate. Passados mais de dois mil anos, a controvérsia ainda continua
alimentando os ânimos. Esta lição, portanto, procura esclarecer alguns
elementos doutrinários e culturais necessários à compreensão do tema,
além de ser uma apologia contra aqueles que, afastando-se do cristianismo
apostólico, nos acusam de rebeldia a certos preceitos mosaicos. Portanto,
estude com afinco e esmero a fim de que os frutos do vosso ensino sejam
manifestados na vida de seus alunos.
SÍNTESE TEXTUAL:
O movimento judaizante no cristianismo, possui
muitos tentáculos e sutis manifestações. No entanto, dois grupos se
destacam como facções cristãs que defendem práticas judaicas e conceitos
mosaicos no cristianismo moderno: os Adventistas do Sétimo Dia e As
Testemunhas de Ierrochua. O primeiro deles, foi fundado por William Miller,
ex-pregador batista que calculou equivocadamente a vinda de CRISTO para
março de 1843. Após Miller, a profetisa Helen G. White alegou ter recebido
uma revelação na qual JESUS descortinou a Arca do Concerto diante dela.
Nesta, o mandamento sabático estava com uma auréola ao redor. A partir de
então, guardar o sábado tornou-se obrigatório para os adventistas.
As Testemunhas de Ierrochua, foi fundado em
Curitiba, pelo sr. Ivo Santos de Camargo. A seita nega a doutrina da
Trindade, a inspiração do evangelho de Mateus, defende a guarda do sábado
e afirma que o nome verdadeiro de JESUS é Yehoshua e, que não há
salvação para aqueles que invocam o nome de JESUS, segundo eles um deus
celta, mas somente para quem invoca Yehoshua.
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:
Nesta lição usaremos como recurso para
incrementar a nossa aula, as Placas Didáticas. Faça de cartolina, seis
placas com cerca de 30 cm e escreva as seis declarações abaixo. Depois de
escrito, cole uma haste (palito, bambu, etc.). Após a conclusão do tópico
“A Questão do Sábado”, apresente cada uma das Placas Didáticas a fim
de reforçar o ensino ministrado..
Resumo da revista:
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
O termo judaizante vem do verbo grego ioudaizo,
“viver como judeu”, e aparece apenas uma vez no Novo Testamento (Gl
2.14).
I. OS PRIMEIROS JUDAIZANTES
1. O cristianismo não judaizou o mundo.
Pregava-se a CRISTO e este ressuscitado.
2. Pressões.
Apesar da perseguição judaica e gentílica a Igreja prevaleceu.
3. Perigos.
Surgiram os novos convertidos que queriam judaizar a igreja, porém não
conseguiram mudar o rumo da mesma, mas atrapalharam muito e continuam a
fazê-lo.
Menorá
II. OS OBJETIVOS DA LEI
1. Definir o pecado (3.19). A
lei revela o pecado e deve produzir a necessidade de um salvador.
2. Demonstrar a necessidade da graça divina
(3.22). Com o convencimento do pecado e
conseqüente necessidade de um salvador, necessário se faz haver o perdão
imerecido, não pelas obras, mas pela fé.
3. Servir de aio (3.24, 25).
A lei nos serve de ponte até CRISTO, o salvador; nos serve de condutor a JESUS.
Nos servia de tutor até que veio CRISTO e na maioridade não se precisa mais de
um tutor, cada um pode ir a CRISTO livremente.
Tutor
III. A QUESTÃO DO SÁBADO
1. Retrocesso espiritual (4.9).
É a volta às práticas da lei que não salva, antes acusa e escraviza.
2. Guardar dias (4.10).
Dias solenes que são exclusivos para judeus guardarem.
3. O cumprimento da lei. Sabemos
que a lei é impossível de ser cumprida e também sabemos que só um o fez, o
próprio autor dela, DEUS (em JESUS). Deixando-se de cumprir um só ponto, já
é condenação, maldição.
4. A abolição do sábado. No
Novo Testamento não existe ensino para que se guarde ou se idolatre o dia de
Sábado e nem qualquer outro dia.
Nosso repouso ou descanso está em JESUS.
Lei
IV. O SÁBADO E O KASHRUTH
1. Os sabatistas clássicos.
Colocam o Sábado como bandeira de sua fé, em igual ou superior posição a de
JESUS
2. Eles não cumprem a guarda do sábado. Na
verdade, como todo hipócrita, cobram, exigem, mas eles mesmos não fazem, pois
é impossível sem fé legítima em JESUS e sem o ESPÍRITO SANTO.
3. O kashruth judaico.
Alimentação exigida, porém os sabatistas mudaram para aparecerem como mais
santos dos que os próprios judeus.
alimentos permitidos
CONCLUSÃO
A salvação é pela fé em JESUS (Gl 2.16; Ef
2.2-10; Tt 3.5).
ESTE É O VERDADEIRO DESCANSO:
Mt 11.28 Vinde a mim (JESUS), todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
29 Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e
encontrareis descanso para as vossas almas. 30 Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.
COMENTÁRIOS como
auxílio ao estudo da revista:
Às vezes os cristãos ficam em dúvida entre
amar ou odiar os judeus, sendo que na verdade, exageram ou num ou noutro.
A Igreja não idolatra o judaísmo (adotar seus
costumes como forma de salvação) e nem é anti-semita (odiar ou combater
descendentes de Abraão).
Aquele que vai a DEUS arrependido e
aceitando a JESUS como único e suficiente salvador, é salvo, independente
de se sua raça, cor, religião anterior, etnia, etc...
Nestes tempos trabalhosos em que vivemos alguns
já têem entrado por caminho perigoso, que não é novo, mas um caminho
antigo, chamado judaizante.
Estes passam a crer no material acima do
espiritual, passam a reconhecer em objetos e cerimônias rituais um meio
para se chegar à salvação, ou pelo menos complementá-la.
Alguns chegaram a colocar a pronúncia do nome
de JESUS em hebraico como única forma de ser salvo, como fazem os adeptos
da:
IGREJAS DE DEUS DAS
TESTEMUNHAS DE IEHOSHUA
História e doutrina (no Brasil)
Um novo movimento está surgindo entre o povo,
denominado Igrejas de DEUS das Testemunhas de Iehoshua, conhecido também
por Testemunhas de Iehoshua.
O movimento foi fundado em 1987, em Curitiba,
PR, por Ivo Santos de Camargo.
Diz que recebeu uma revelação de DEUS sobre a
pronúncia exata do tetragrama (nome divino, as quatro consoantes hwhy [YHWH]
e que esse nome é o mesmo do Salvador. Segundo o fundador, o nome
"JESUS" é uma abominação, é o paganismo do catolicismo romano.
O nome que veio do céu, diz, é Iehoshua. Afirma ainda "ser filho
direto da revelação", portanto sua ordenação é direta com DEUS. É
contra a todas as igrejas evangélicas, admite que a salvação depende do
conhecimento e da revelação do nome Iehoshua, e mesmo assim, dentro de sua
organização religiosa.
Negam a doutrina da Trindade, embora defenda a
deidade absoluta de JESUS.
É o sabelianismo modal, como a Igreja Local de
Witness Lee e a Igreja Voz da Verdade, do conjunto musical de mesmo nome.
São sabatistas, defendem a guarda do sábado,
como os adventistas do sétimo dia.
Defendem duas categorias de salvos, mais ou
menos como as Testemunhas de Jeová:
Os cristãos salvos vão para céu, exceto os
judeus, assírios e egípcios, estes herdarão a terra. São exclusivistas
como as demais seitas pseudo-cristãs.
Os adeptos da nova seita costumam visitar os
templos evangélicos em grupos, para tumultuar o ambiente. Um membro do
grupo pergunta ao pregador sobre Iehoshua e JESUS. É óbvio que
dificilmente vai encontrar alguém que saiba hebraico, nem elas mesmas o
sabem, são pedantes. Quando o pregador se embaraça os demais membros do
grupo começam a gritar criando uma verdadeira balbúrdia no culto. São
proselitistas. Estão preocupados em arrebanhar os cristãos evangélicos,
pois são pescadores de aquários.
É uma seita inexpressiva e seus argumentos só
podem convencer as pessoas mais simples e os incautos. Suas crenças são
inconsistentes e de uma pobreza franciscana. É bom lembrar que C. T.
Russell, fundador das Testemunhas de Jeová, começou com suas idéias
subjetivas, posteriormente transformando suas ficções em
"verdades", pelo processo de lavagem cerebral. Sua religião conta
hoje com quase seis milhões de adeptos em todo o mundo. A Igreja do final
do século passado e do início do século vinte subestimou o tal grupo. Com
o trabalho ferrenho de casa em casa, aos poucos eles vão crescendo.
Se as igrejas da atualidade subestimarem a seita
Testemunhas de Iehoshua, poderemos ter o mesmo problema no futuro, pois a
mentira repetida vinte vezes se torna "verdade", como dizia
Mussolini. Apesar das crenças dessas seitas serem ficções, doutrinas
subjetivas, sem base bíblica, todavia elas estão fazendo proselitismo. O
povo precisa saber que a crença delas é um combate contra o Cristianismo
bíblico.
OS DISSIDENTES E SUAS CRENÇAS
Apesar de o movimento ser tão novo, já saiu
outro grupo dele. Os dissidentes do movimento, que também se identificam
como Testemunhas de Iehoshua, defendem os mesmos princípios do fundador,
indo mais além: Negam a autoridade do evangelho de Mateus; ser JESUS o
Filho de DEUS, dizem que JESUS é filho de José e Maria, negando o
nascimento virginal de JESUS, alegam que só após a ressurreição ele
"tornou-se" Filho de DEUS.
Ultimamente tem havido inúmeras inovações no
meio do povo de DEUS. Tanto fora da Igreja como no seio dela surgem as
heresias. O apóstolo Paulo disse que DEUS permite que isso aconteça para
provar os fiéis (1 Co 11.19). É verdade que cada ser humano tem a
liberdade de pensamento e de expressão. Tem o direito de expressar seus
pensamentos por mais exóticos que sejam. Causa-nos estranheza o fato de
esses agentes dessas idéias excêntricas encontrarem adeptos, acharem quem
acredite nessas invenções.
Os fundadores de seitas costumam dizer que
receberam revelação direta de DEUS. Geralmente essas revelações
contradizem a Bíblia. Seus adeptos, muitas vezes, deixam a Bíblia para
seguirem seus líderes. Isso aconteceu com Joseph Smith Jr, fundador do
mormonismo; William Miller, depois Ellen Gould White, com o adventismo do
sétimo dia; Charles Taze Russell, fundador das Testemunhas de Jeová; etc.,
e agora Ivo dos Santos Camargo, com as Testemunhas de Iehoshua.
Todo líder que procura impor uma inovação com
base em suas supostas revelações, como doutrina básica de sua religião,
deve ser rejeitado.
Os adventistas do sétimo dia já vem defendendo
essa doutrina de guarda de sábado desde os dias da Sra. Ellen Gould White.
O nosso alerta às igrejas se encontra no
apóstolo Paulo: "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera
nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos
que te ouvem" (I Tm 4.16).
autor: Pr. Esequias Soares da Silva
Topo
Como no Brasil temos muitas
"igrejas" adventistas, optamos por trazer um excelente ensino de
Natanael Rinaldi e Paulo Romeiro, para que estejamos prontos a responder aos
chamados Adventistas do Sétimo Dia - ASD
Estudo
sobre Adventistas - Seitas (Desmascarando as seitas) Rinaldi, Natanael;
Romeiro, Paulo.
Casa Publicadora das Assembléias de DEUS -
Rio de Janeiro RJ - 1996
I - ORIGEM E HISTÓRIA DOS ADVENTISTAS
1. O nome “Adventistas
do Sétimo Dia”
Após o grande desapontamento - que
apresentaremos adiante e com detalhes - os que aguardavam a frustrada vinda
de CRISTO para o dia 23 de março de 1843, pertencentes ao “Movimento do
Advento na América”, formaram vários grupos:
o de Hiram Edson, em Port
Gibson; o de José Bates, em New Hampshire,
Washington; o de Ellen Gould Harmon
(White), que começou em Portland, no Maine.
Desorientados, resolveram escolher um nome que
lhes fosse comum. Alguns optaram por “Igreja de DEUS”,
mas prevaleceu a opinião de que o nome deveria refletir os ensinos
distintivos da igreja, que passou a se chamar Adventista do Sétimo Dia”.
Em maio de 1863, por questões de coordenação e sobrevivência,
organizou-se a “Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia”.
Somos Adventistas do Sétimo Dia.
Envergonhamos-nos, acaso, desse nome? Respondemos: Não, não! Não nos
envergonhamos” (Administração da Igreja, p. 26).
Afinal, havia de fato motivo para que os
Adventistas do Sétimo Dia (ASD) se envergonhassem do nome adotado na
assembléia realizada em Battle Creek,
nos EUA, em 28 de setembro de 1860? E como havia! Embora a palavra advento
signifique “vinda”, e os cristãos evangélicos aguardem a segunda vinda
de CRISTO, os ASD foram além e, pela boca do seu fundador, marcaram datas
para esse acontecimento.
O Livro Fundadores da Mensagem (p. 9) registra
não apenas o equívoco como o resultado: “O Movimento do Advento na
América foi originado por homens que estavam desejosos de receber a
verdade, quando esta a eles chegasse. Aceitaram-na sinceramente e segundo
ela viveram esperando serem dentro em breve transladados. Depois do grande
desapontamento todos caíram em trevas”.
2. A segunda vinda de CRISTO segundo os ASD
A história dos ASD está ligada a William
(Guilherme) Miller, que desempenhou papel proeminente no início do
Movimento do Advento na América, o qual fixou a data de 23 de março de
1843 para a vinda de CRISTO à Terra,
estabelecendo a seguinte doutrina:
a) que CRISTO voltaria de maneira pessoal e
visível nas nuvens do céu, por volta do ano de
1843;
b) que os justos ressuscitariam incorruptíveis
e os vivos seriam transformados para a imortalidade, sendo levados
para reinar com CRISTO na “nova terra”;
c) que a terra seria destruída pelo fogo;
d) que os ímpios seriam destruídos, e seus
espíritos, conservados em prisão até sua
ressurreição e condenação;
e) que o milênio ensinado na Bíblia eram
os mil anos que se seguiriam à ressurreição.
Nada acontecendo no
dia marcado, mudou-se a data para 22/10/1844 (Fundadores da Mensagem, p.
39). A segunda data também passou e a volta de CRISTO não aconteceu. Ora,
é possível imaginar o escárnio generalizado para com os seguidores de
Miller diante do escandaloso fracasso profético, mesmo porque não há
necessidade de um conhecimento profundo da Bíblia para saber que o dia da
volta de CRISTO não foi revelado a ninguém (Mt 24.36; Lc
13.31; At 1.7).
3. O cálculo do dia do arrebatamento
Como William Miller chegou à data de 23 de
março de 1943?
(posteriormente Samuel Snow,
um seguidor de Miller, mudou a data para 22 de outubro de 1844). Tudo foi
baseado em Daniel 8.14, num estudo realizado de forma errônea
desde o princípio e que levou à seguinte interpretação:
a) o santuário era a terra;
b) a purificação se faz pelo fogo; logo, a
terra seria purificada pelo fogo da vinda de JESUS
(2 Pe 3.9,10);
c) as 2.300 tardes e manhãs foram interpretadas
como dias (não literais, mas sim dias proféticos) valendo cada dia um ano
(com base em Nm 14.34 e Ez
4.6);
d) o ponto de partida era o ano de 457 a.c.
(com base em Dn 9.25
e Ed 7.11-26);
e) quando não se deu a volta de JESUS em 1843,
aumentou-se um ano, considerando que tinham decorrido apenas 2.299 anos de
457 a.C. até 1843, ficando assim 22/10/1844 como a data definitiva.
4. A interpretação correta de Daniel
8.14 A interpretação correta de Daniel 8.14 (“E ele me disse:
Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado”)
é a seguinte:
a) O carneiro com duas pontas (v. 3)
representava o rei da Média e Pérsia (v. 20);
b) o bode (v. 5) representava o rei da Grécia
(v. 21);
c) a derrota que o bode (rei da Grécia)
infligiu ao carneiro (Média e Pérsia, v. 7,8) representava a vitória da
Grécia sobre a Média e Pérsia;
d) a quebra da ponta notável e o surgimento das
outras quatro pontas do bode (v. 8) indicam a morte de Alexandre. o
Grande, e a posterior divisão do seu reino entre seus quatro generais (v.
22);
e) a ponta pequena que saiu de uma das pontas
(v. 9um rei feroz de cara - v. 23 ), é
Antíoco Epifânio (v. 11. 12);
f) Antíoco Epifânio, governador da Síria
entre 175 e 164 a.C., profanou o santuário (v.
11) e substituiu os sacrifícios prescritos na Lei por sacrifícios pagãos
(para maiores detalhes veja a narração que se faz em 1 Macabeus 1.21-24; cf
Nm 28.1-3);
g) o santuário foi purificado depois de 1.150
dias, ou seja, 2.300 tardes e manhãs (1 Macabeus
4.36-58).
Entretanto, os seguidores de Miller não
quiseram aceitar tal interpretação do texto de Daniel 8.14. No dia
seguinte ao fracasso profético (o grande desapontamento), surgiu Hiran
Edson, dizendo ter tido uma visão: “Vi, distinta e claramente, que nosso
Sumo Sacerdote, em vez de sair do lugar santo do santuário celeste para vir
à Terra do sétimo mês ao fim de dois mil e trezentos dias e entrava
naquele dia pela primeira vez no segundo compartimento do santuário e tinha
uma obra a realizar no lugar” santíssimo antes de voltar à
Terra” (Administração da Igreja, p. 20).
Com essa explicação foi contornada a tormenta,
e os ASD prosseguem sua caminhada, apesar desta interceptação do
Santuário Celestial ter originado duas heresias perniciosas para uma seita
que se ufana de ser a Igreja Remanescente.
II - IGREJA REMANESCENTE
1. O significado
No livro Subtilezas do Erro (p. 30) se explica:
“O espírito de profecia é o que, segundo as Escrituras, a
par com a guarda dos mandamentos de DEUS, seria o característico da
Igreja Remanescente. Compare com Apocalipse 12.17 e 19.10b. Este dom
consiste principalmente em dar ao povo de DEUS mensagens diretas e
específicas... Os testemunhos orais ou escritos da Sra. White preenchem
plenamente este requisito, no fundo e na forma. Tudo
quanto disse e escreve foi puro,
elevado, cientificamente correto e profeticamente
exato (grifo nosso).
2. As “profecias” da Sra. Ellen Gould
White
Como comprovar se o que escreveu a Sra. White é
profeticamente exato”? Naturalmente, analisando seus escritos, e
ela escreveu muito. Vejamos algumas de suas profecias:
a) “Por algum tempo, depois da decepção de
1844, mantive, juntamente com o corpo do advento, que a porta da graça
estava para sempre fechada para o mundo” (Mensagens
Escolhidas, p. 63). Com base em que a Sra. White chegou a
sustentar uma posição que mais tarde provou-se equivocada? Ora, nada
justifica uma declaração leviana sobre um assunto de tamanha
responsabilidade. A porta da graça continua aberta, assim hoje como no ano
“da decepção” (Is 55.7; 2 Co 6.2; Tt
2.11-13).
b) “Quando a Inglaterra declarar guerra, todas
as nações terão seu próprio interesse em acudir, e haverá guerra geral”
(Sutilezas do
Erro, p. 42). Nesta profecia que nunca se cumpriu
(pronunciada no contexto da guerra civil americana), foi usada a forma
verbal “haverá”, que expressa certeza, e não o futuro do pretérito
“haveria” (que tomaria a predição condicional). Além de a guerra não
se generalizar, a Inglaterra optou pelo não envolvimento.
c) “Logo ouvimos a voz de DEUS, semelhante a
muitas águas, o qual nos anunciou o dia e a hora da vinda de JESUS... Ao
declarar a hora, verteu sobre nós o ESPÍRITO SANTO e nosso rosto brilhou
com o esplendor da glória de DEUS, como aconteceu com Moisés, na descida
do monte Sinai” (Primeiros
Escritos, p. 15). O próprio JESUS, quando aqui esteve, alegou
desconhecer o dia e a hora de sua volta. Mas a
Sra. White disse que sabia!...
d) “Ouvi a hora
proclamada, mas não tinha lembrança alguma daquela hora depois que saí da
visão” (Mensagens
Escolhidas, p. 76). Assim se justificou a profetisa dos
adventistas, quando pressionada por seus oponentes.
Ora, se a Igreja Adventista do Sétimo Dia
arroga ser a Igreja Remanescente porque possui o dom da
profecia na pessoa da Sra. White, cujas predições se mostram falsas (pois
nenhuma se cumpriu), o que dizer da Igreja ASD? Dizemos que é uma
igreja falsa, não fundamentada na verdade e sim no conselho de homens. Isso
o declaramos na autoridade concedida pela Palavra de DEUS (cf. Dt
18.20,22; Jr 14.14-28; 23.15-17, 21-32; Ez
13.6,7). E, repetimos, falsa,
não só porque suas profecias não se cumpriram, mas também porque
os ASD colocam a autoridade da Sra. White em pé de igualdade com a própria
Bíblia Sagrada: “Cremos que Ellen White foi inspirada pelo ESPÍRITO SANTO, e seus escritos, o produto dessa inspiração, têm, aplicação e
autoridade especial para os ASD. Negamos que a qualidade ou grau de
inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados
nas Escrituras Sagradas” (Revista
Adventista, fev. de 1984, p. 84)
III- FONTE DE
AUTORIDADE RELIGIOSA
Na brochura: A
Orientação Profética do Movimento Adventista (p.
108) consta: “Pouca atenção tem sido dada à Bíblia
e o Senhor nos deu uma luz menor para guiar homens
e mulheres para uma luz maior”. Segundo a Sra.
White é vedado a todos o direito de examinar e duvidar de suas falsas
profecias. Disse ela no livro Primeiros
Escritos, p 258: “Disse o meu anjo assistente - Ai de quem mover um
bloco ou mexer um alfinete dessas mensagens”.
Entretanto, a Bíblia, com mais autoridade, dá campo para o livre exame
de suas profecias (1 Ts 5.21; SI 119.105,130).
IV - JUÍZO INVESTIGATIVO - OU REDENÇÃO
INCOMPLETA
"Antes que se complete a obra de CRISTO para a redenção do homem, há também uma expiação para tirar o pecado
do santuário. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias.
Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso Sumo
Sacerdote entrou no
lugar santíssimo
para efetuar a última parte de sua solene obra purificar o santuário”
(O Conflito dos
Séculos, p. 420).
-Destarte, os que seguiram a luz da palavra
profética viram que, em vez de CRISTO vir à Terra, ao terminarem em 1844
os 2.300 dias, entrou ele então no lugar santíssimo do santuário celeste,
a fim de levar a
efeito a obra final da expiação, preparatória
à sua vinda” (Ibid., p. 421).
Refutação:
Até onde a Bíblia permite, constata-se que os
ASD estão errados em pelo menos três pontos: o tempo, o lugar e a obra de
redenção.
a) tempo: Mesmo seguindo sua forma de
interpretar a profecia, a data mais provável para o início de contagem
dos 2.300 anos de Daniel 8.13-14 seria 445 a.C. (cf. Ne
2.1-8 e Dn 9.25), e não 457 a.C. (Meditações
Matinais, 1970, p. 165; cf. Ed 7.11-26).
b) lugar: JESUS adentrou o santuário celestial,
isso incluindo o lugar santíssimo, quarenta dias após sua ressurreição
(cf. At 1.3), e não em 22/10/1844. A epístola aos Hebreus, escrita por
volta de 63 d.C., já declarava ter CRISTO entrado no
santo dos santos (Hb 6.19,20;
7.23-28; 8.1,2; 9.1-14,2426; 10.19,20; comp.
com Êx 26.33; Lv
16.2; Nm 7.89; 1 Sm 4.4; 2 Rs 19.15).
c) redenção: A obra de redenção foi
realizada de uma vez por todas na cruz; não ficou incompleta. Quando CRISTO
subiu ao céu ela estava definitivamente terminada (Hb
1.3; 9.24-28).
V- PECADOS COLOCADOS SOBRE SATANÁS
“Quando, portanto, os dois bodes eram postos
perante o Senhor no Dia da Expiação, representavam CRISTO e Satanás...
Satanás não somente arrastou o peso e o castigo de seus próprios pecados,
mas também
dos pecados da hoste dos remidos, os quais
foram colocados sobre ele, e também deve sofrer pela ruína de almas
por ele causada” (O
Ritual’ do Santuário, pp. 168 e 315).
“Como o sacerdote, ao remover dos santuários
os pecados, confessava-os sobre a cabeça do bode emissário,
semelhantemente CRISTO porá esses pecados sobre Satanás,
o originador e instigador do pecado...
Quando CRISTO, pelo mérito de seu próprio
Sangue, remover do santuário celestial os pecados de seu povo, ao
encerrar-se o seu ministério, Ele os colocará sobre Satanás que, na
execução do juízo, deverá arrostar a pena final” (O
Conflito dos Séculos, pp. 421 ~ 489).
Refutação:
Em Levítico 16.5,10
são apresentados dois bodes para expiação dos pecados. Satanás não é
nossa oferta pelo pecado. Foi CRISTO e não Satanás quem carregou nossos
pecados (Is 53.4-6,11,12; comp.
Mt 8.16-17; Jo 1.29; 1 Pe 2.24; 3.18). Não era só o bode expiatório que
fazia expiação pelo pecado. Eram os dois bodes
(Lv 16.10). Azazel
pode ser traduzido por “afastamento”, “remoção” ou “emissário”.
Logo, colocar os pecados sobre o bode Azazel significava
afastá-los. Uma vez que a morte do primeiro bode efetuou plena redenção
dos pecados (nisto representando CRISTO), a maldição a eles devida foi
removida, afastada, e isso
de modo a não mais retomar. Aceitar a explicação dos ASD sobre o bode
emissário transferiria a obra de CRISTO para o
diabo. Ele seria um co-salvador, o que perverte e diminui a obra realizada
por JESUS CRISTO na cruz (2Co 5.21; Hb
10.18).
Arrazoemos se não é assim. Eis o ensino
adventista:
a) os pecados dos crentes são lançados no
santuário do céu e lá ficam;
b) os pecados do santuário celestial são
depois transferidos para CRISTO e tornam-se dele;
c) estes pecados de CRISTO, na sua segunda
vinda, são lançados sobre Satanás e passam a lhe pertencer;
d) quando Satanás for aniquilado, também os
pecados morrerão.
Conclusão: Eis, em suma, a essência do
plano da salvação dos ASD: O salvador
não é CRISTO, e sim Satanás. Esse ensino é outro evangelho (Gl
1.8,9). Se os ASD aceitam essa despropositada explicação, rejeitam o plano
de salvação apresentado nas Escrituras, cuja iniciativa e elaboração
devem-se ao próprio DEUS.
VI - O SONO DA ALMA OU A IMORTALIDADE
CONDICIONAL
“O que o homem possui é o ‘fôlego da vida’
(o que dá animação ao corpo), que lhe é retirado” por DEUS, quando
expira. E o fôlego é reintegrado no ar, por DEUS, mas não é entidade
consciente ou homem real como querem os imortalistas”
(Sutilezas do Erro, p.217).
Refutação:
Vejamos alguns textos bíblicos que “desmentem
a doutrina do sono da alma:
a) o espírito não morre, nem dorme com a morte
do homem (Mt 10.28 ; Ec
12.17);
b) o espírito separa-se do corpo por ocasião
da morte (Lc 20.37,38; 23.43; At 7.59);
c) o espírito continua a viver, auto-consciente
e com todas as suas faculdades ativas depois da morte, seja ímpio ou justo
(cf. Lc 16.19-21; Ap 6.9-11; 2 Co 5.6-8; Hb
12.23; 2 Co 12.2-4 ; Fp
1.21-23);
d) dormir refere-se ao corpo (Mt 27.52) e não
à alma (Dt 34.5-6; comp.
Mt 17.1-3);
e) substitua, nas seguintes referências, a
palavra espírito por “fôlego” ou “sopro”, e veja o resultado:
Marcos 2.8; Atos 17.16; João 13.21; 2 Coríntios
7.1; 1 Pedro 3.4; Mateus 26.41.
VII - OS DOIS CONCERTOS
Os ASD dizem que a guarda da Lei (para eles, o
Decálogo - os Dez Mandamentos) continua a ser obrigatória. E assim
perguntam aos cristãos “por que guardam os nove mandamentos da Lei,
quando ela se constitui de dez?”
Citam a seguir Tiago 2.10, para afirmar que os
cristãos são transgressores da Lei porque não guardam o sábado do quarto
mandamento.
Refutação:
Os Dez Mandamentos faziam parte do Antigo
Concerto, que foi abolido por CRISTO (Dt
4.12,13; 9.8; Êx 34.27-28).
Vamos às provas: O Antigo Concerto foi dado a
Israel na saída do Egito, junto ao monte Sinai (Êx
19.1-6; Hb 9.1820).
O povo israelita, por sua vez, aceitou as
condições do Antigo Concerto que assim foi
firmado entre DEUS e Israel; DEUS propôs (Êx 19.3-6), Israel aceitou (Êx
24.3-8); não foi dirigido a todos os homens (SI
147.19,20). Como o povo não foi fiel às
exigências do Antigo Concerto, DEUS prometeu estabelecer
um Novo Concerto (Jr
3.16; 31.31-34; Zc 11.10; Mt 27.3-10: Jr
3.16. Este Novo Concerto foi instaurado por JESUS, como
declara o escritor de Hebreus (cf. Hb 8.6-13; 10.7-9). Em 2 Corintios
3.3,14, Paulo confirma a abolição do Antigo Concerto.
Estabeleçamos os seguintes pontos:
a) a promessas de DEUS foi cumprida, sendo
estabelecido o Novo Concerto;
b) Israel rejeitou a JESUS, o mediador do
Novo Concerto, passando este a abranger o mundo todo (Jo
1.12; Gn 12.3;Gl 3.14);
c) o Novo Concerto é melhor do que o Antigo
Concerto e está firmado em melhores promessas Hb 8.6);
d) o primeiro
era repreensível (Hb 8.7), isto é, não
alcançou o fim desejado;
e) Este Concerto
novo é melhor, pois está escrito no coração,Hb
8.10-11);
f) Sendo estabelecido o Novo Concerto, o
primeiro envelheceu (Hb 8.13) e foi posto de
lado - e com ele o sábado Cl 2.14-17);
g) em Hebreus 12.18-24, referindo-se aos
crentes em JESUS é
dito que eles não chegaram ao monte Sinai (onde foi
dado o Antigo Concerto) mas ao monte Sião... a
JESUS, o mediador do Novo Concerto;
h) o mesmo é repetido em Gálatas 4.21-31
(na comparação entre as duas mulheres de
Abraão: Sara e Agar) “Lança fora a escrava” (GI 4.30) significa: Lança
fora o Antigo Concerto. Logo, o sábado, que dele fazia parte, não
vigora para o cristão.
Costumam os ASD argumentar
da seguinte maneira:
“Podemos matar?
Podemos adulterar, cobiçar a mulher do próximo...
.
Citam, um a um, nove dos dez mandamentos e
indagam se podem ser quebrados. A nossa resposta é: “Não”. Então,
citam o quarto mandamento e fazem a mesma pergunta.
Esperam que a nossa resposta não fuja à regra.
Entretanto, não só podemos como devemos responder:
“Sim!” Surpreendidos,
questionam: “Como sua resposta pôde ser não
para nove mandamentos e sim
apenas para o quarto?” Nossa resposta é que temos
autoridade do próprio JESUS, segundo a Bíblia, para assim responder: “Ou
não tendes lido na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o
sábado e ficam sem culpa?” (Mt 12.5). Baseados nesse
texto perguntamos: O sacerdote podia matar, roubar... enfim,
violar os nove mandamentos? Depois de provavelmente responderem nove vezes:
“Não”, perguntamos: Podiam violar o sábado? Aí os ASD se engasgam e
titubeiam sem resposta. Por quê? Porque os sacerdotes
violavam o sábado para atender às exigências do sacrifício: rachavam
lenha, carregavam
água, acendiam fogo... o que era vedado pela Lei
(Ex 35.3). Se o sábado era subordinado aos sacrifícios e estes foram
abolidos (10 19.30; Mt 19.30; Hb 7.12-18), por
que guardá-Io hoje?
Escreveu Ellen G. White: “O
sábado será a pedra de toque da lealdade: pois é o ponto da verdade
especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova mal,
traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a DEUS e os que não o
servem” (O
Conflito dos Séculos, 26ª edição, 1981, p. 611)
Mas guardam eles realmente o sábado?
Está escrito em Gálatas 3.10 (referindo-se aos que estão sob a Lei) que
é maldito aquele que não permanece em todas as coisas escrito
no livro da Lei para cumpri-Ias. E, quanto
ao sábado, a Lei estabelece que ninguém deve
sair de casa, não pode acender fogo, etc...
(Êx 35.3).
Os ASD não saem de suas casas aos sábados? E
não acendem fogo? O veredicto
da Bíblia é: “maldito” (GI 3.10; Rm 2.23).
Em Oséias 2.11 há uma profecia sobre a
abolição do sábado, cumprida em CRISTO (como afirma
Paulo em CI 2.14-17; cf. Is 1.13,14; GI 4.9-11). Diante da clareza do texto
de Colossenses, costumam os ASD afirmar que a
palavra “sábados” não se refere ao sábado semanal, mas aos sábados
cerimoniais ou anuais (cf. Lv 23.1-39).
Três razões para afirmar que esta
interpretação não é correta:
1º razão: Os chamados “sábados
anuais” ou “sábados cerimoniais” eram festas, e já estão incluídos
na expressão - dias
de festa” ou “sábados anuais”
a) Festa da Páscoa (Lv
23.5-7);
b) Festa dos Asmos
(Lv 23.8);
c) Festa de
Pentecostes - Primícias (Lv 23.15,16);
d) Festa das
Trombetas (Lv 23.23-25);
e) Festa da
Expiação - 1º dia de festa (Lv 23.26-32);
f) Festa dos Tabernáculos
- último dia (Lv 23.34-37);
2ª
razão: A expressão “dias de festa, lua
nova e sábados” é a fórmula para indicar os dias sagrados
anuais, mensais e semanais (Nm 28.9-17; 1 Cr
23.31; 2 Cr 2.4; ‘.13; SI 2.16,17; Ez 45.17;
Os 2.11).
3ª
razão: As palavras “sábado” e “dia de sábado”
(singular ou plural) ocorrem sessenta vezes no N.T. Em 59 casos, os ASD
reconhecem tratar-se do sábado semanal e apenas
não o negam, justamente em Colossenses 2.16. E
por que o fazem? Porque teriam de reconhecer que o sábado foi abolido na
cruz! (cf. Estudos
Bíblicos, 6ª edição, p. 378).
Os ASD afirmam que a expressão “meus sábados”
e “seus sábados” indicam a distinção entre os sábados semanais e
sábados cerimoniais, o que não é bíblico. Ambas as expressões são
usadas para indicar os mesmos sábados: sábados semanais.
São de DEUS (“meus sábados”) porque foram
dados por Ele, e são dos judeus (“seus sábados”), porque foram dados a
eles. Vejamos os “meus” e “seus” aplicados na Bíblia:
a) o Templo (ls
56.7; comp. Mt 23.38, “minha casa, vossa casa”);
b) a Lei (Rm
9.4; comp. Jo 8.17);
c) os
holocaustos (Nm 28.1,2; comp.
Dt 12.6).
Os ASD são culpados de “galacianismo”
(o conceito de que em parte o homem se salva pela
obra de CRISTO e em parte por sua própria fidelidade em guardar a Lei): “Todos
os que verdadeiramente se tenham arrependido do pecado... e
verificando estar o seu caráter em harmonia com a Lei de DEUS, seus pecados
serão riscados e eles próprios havidos por dignos da vida eterna” (O Conflito
dos Séculos, 26ª edição, 1981, Casa Publicadora
Brasileira, p. 487).
VIII - A DIVISÃO DA LEI EM DOIS SISTEMAS:
LEI MORAL E LEI CERIMONIAL
Dizem os ASD: “A lei moral, os Dez
Mandamentos. chamados Lei de DEUS... O mesmo não
se dá com a lei cerimonial, freqüentemente chamada de Lei de Moisés”
(folheto Leis em
Contraste, pp. 2 e 3)
Refutação:
As expressões “Lei de DEUS” e “Lei de
Moisés” são sinônimas e não se referem a
leis distintas, como afirmam os ASD (ls 33.22 -
um legislador). Basta ler Neemias 8.1.2,8,14,18,
onde a mesma Lei é chamada de “Lei de DEUS” e “Lei de Moisés”.
Para distinguir com maior clareza o erro adventista, atente aos seguintes
contrastes:
Os ASD dizem: “A Lei moral são os dez mandamentos”.
-A Bíblia diz: há uma só Lei, sem distinção
(1 Cr 16.40; 2 Cr 31.3; Lc 2.22,23; Hb 10.28; comp.
Dt 17.2-6). A “Lei de Moisés” é a “lei
moral” (Me 7.10; comp. Êx
20.12); (Jo “’.19; comp.
Êx 20.13).
-JESUS ensinou (cf. Mt 22.37-39) que os dois
maiores mandamentos são amar a DEUS e amar o próximo. Ambos fazem parte do
livro da Lei colocado ao lado da arca (Dt
31.26). Esses dois mandamentos acham-se em
Deuteronômio 6.5 e Levítico 19.18. O livro da
Lei continha os cinco primeiros livros da Bíblia, o Pentateuco, e não
apenas o Decálogo. Admitimos que, se os ASD estivessem certos em sua
interpretação, estariam desobrigados de amar a DEUS sobre todas as coisas
e de amar o próximo como a si mesmos.
O quinto mandamento do Decálogo é atribuído a
Moisés em Marcos 7.10 (comp. Êx
20.12), de onde se deduz que os Dez Mandamentos integram a chamada “lei de
Moisés”. O cerimonial da circuncisão, que não faz parte do Decálogo,
é chamado “a lei do Senhor” (Lc 2.23,24). Portanto, dizer que o
Decálogo é a “lei moral” (também chamada “a lei de DEUS”, ainda
vigente) e que as demais ordenanças do Pentateuco são
“a lei cerimonial” (“a Lei de Moisés”, abolida por CRISTO),
não se confirma na própria Bíblia.
A Bíblia - que não faz distinção entre uma
lei e outra, na forma como anteriormente mencionada, declara a abolição
de todo aquele velho sistema chamado “Lei” (Rm
6.14; 7.4; GI 2.19,24; 4.21-31; Ef 2.14-17; 2 Co 3.6-11). Se a Lei foi
abolida podemos pecar à vontade? Não! (Rm
6.11; GI 5.18-21). CRISTO não apenas cumpriu
toda a Lei, mas Ele a cumpre em nós, mediante a graça que nos dá,
capacitando-nos à renúncia de todo caminho iníquo.
1. O domingo
e o sinal da besta
Os ASD citam a coroa papal
afirmando que os seus dizeres são o número da
besta, se somados os algarismos romanos. Depois de “descobrir” que o
resultado é 666 dizem que o papa é a besta, e que nós, os que adotamos o
domingo como “Dia do Senhor”, somos seguidores dele.
Façamos a soma para verificar a verdade dessa
alegação:
Cômputo adventista VICARIUS FILll
DEI
(5+1+100+1+5) + (1+50+1+1)
+ (500+1) O resultado é 666.
Pelo Cômputo correto VICARIUS FILll
DEI
(5+1+100) + (4) + (1+50+1+1)
+ (500+1) O resultado é 664,
Pelo visto,
quem criou esse argumento não conhecia com propriedade os algarismos
romanos - ou estava desesperado em busca de provas. Sabemos que IV é quatro
e não I + V (seis). Já alertamos antes para o perigo de se criar doutrinas
baseadas em fatores estranhos à Bíblia, pois o resultado é sempre
desastroso. Os dizeres da coroa papal não somam
666, e mesmo que somassem nada justifica afirmar
dogmaticamente que o papa é a besta - poderia ser coincidência, ou então
teríamos também de dizer que a Sra. Ellen Gould
White - uma das fundadoras e a principal profetiza
do Adventismo - é a besta, conforme o resultado
soma seguinte dos algarismos romanos que compõem seu
nome:
ELLEN GOULD WHITE
,
(50+50)+(5+50+500)+(5+5+1):
O resultado é 666, o número da besta.
Vale lembrar que o caráter W tem o valor de V +
V, ou seja 5 + 5.
Mesmo assim, não
estamos dizendo que a Sra. Ellen Gould White
seja a besta pelo simples fato de a soma de seu nome resultar 666; o
argumento é fraco - teríamos de recorrer
a provas mais fortes. Ainda considerando que seja esta a forma correta de se
avaliar a besta, e que a soma fosse realmente
666, no caso da coroa papal, o que não
acontece, pois estaríamos (os evangélicos - apesar de dedicar a DEUS
o domingo em vez do sábado) imunes a um ataque pois, em nenhum momento, de
nenhuma forma, sob qualquer argumento, nós, cristãos sinceros, temos a
menor ligação com o Vaticano. Tal afirmação
constitui flagrante falta de conhecimento não só da Bíblia, mas de toda a
realidade do cristianismo.
2. A
realidade sobre o sábado
Seria a guarda do sábado o selo de DEUS nos
dias atuais? Não
depois da morte de CRISTO. Mas os ASD dizem que são
talvez porque seus teólogos pensem ser os
melhores intérpretes da Bíblia, a ponto de se colocarem acima de JESUS e dos apóstolos.
Quando foi que JESUS ensinou ou fez algum
escritor inspirado do Novo Testamento escrever sobre a guarda do Sábado?
O Israel, segundo a carne, possuía dois selos: a guarda do sábado (Êx
31.17) e a circuncisão (Gn 17.9-14).
O povo de DEUS não tem, nem precisa mais desses
sinais identificadores de uma nação eleita. O ensino de Paulo em Efésios
1.13 indica ser o selo de DEUS, neste nosso tempo, o recebimento do ESPÍRITO
SANTO (cf. 2 Tm 2.19; 1 Co 9.2; Jo 6.27; Rm
4.11).
Portanto, até onde a Bíblia nos permite,
as maiores bases dos ASD acerca da guarda do sábado mostram-se
verdadeiras falácias em revelia à Escritura.
IX - PASSAGENS BÍBLICAS USADAS COMO FONTES
DE DOUTRINA
1. Gênesis 26.5
“Abraão obedeceu à minha voz e guardou
o meu mandado, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis”
.
Exame bíblico:
O texto não diz que esses “preceitos”, “estatutos”
e “leis” são os
Dez Mandamentos (entre os quais se acha o sábado), mesmo porque a Lei só
foi dada 430 anos depois de Abraão (Gl 3.17).
Vejamos alguns dos preceitos e estatutos dados
por DEUS a Abraão:
a) que saísse de sua
terra (Gn 12.1);
b) que andasse na
presença de DEUS e fosse perfeito (Gn 17.1,2);
c) que guardasse o Concerto da circuncisão (Gn
17.911);
d) que ouvisse Sara, sua mulher, para deitar
fora sua serva (Gn
21.12);
e) que sacrificasse seu filho Isaque (Gn
22.2);
f) que habitasse na terra que DEUS ordenara (Gn
26.2,3)
2. Êxodo
16.22-30
Esta passagem mostra que a Israel foi ordenado
guardar o sétimo dia, não colhendo o maná. Tal ordenação foi dada antes
do povo chegar ao Sinai, onde veio a ser escrito
o Decálogo. Os ASD alegam que, como o sábado foi dado antes
do Sinai, a obrigação de guardá-lo existe desde o princípio do mundo.
Ora, antes do Sinai não significa necessariamente
“desde o princípio do mundo”
Exame bíblico:
a) DEUS, que tirou Israel do Egito, começou a
educá-lo, dando-lhe
sua Lei (Êx 16.4);
b) o v. 5 revela como DEUS dá instrução a
Moisés para ordenar ao povo que colha o dobro do
maná no sexto dia, para não ter de fazê-lo no
sétimo;
c) em Êxodo 15.25, quando o povo se achava em
Mara, no deserto, se diz que DEUS “ali lhes deu estatutos e uma
ordenação” - não foi no princípio do mundo;
d) em Êxodo 20.10-12, DEUS diz que tirou Israel
do Egito e lhe deu
(não restaurou) o sábado como sinal (entre DEUS e Israel). Quando?
Quando os tirou do Egito (v. 10); Onde? No deserto (v. 11). Além da
menção à data e local de entrega da Lei, neste texto temos a indicação
do povo a quem foi dada;
e) Deuteronômio 5.15 diz que DEUS ordenou a guarda
do sábado em memória da libertação do
povo do Egito. Isso mostra que a guarda do sábado é exclusivamente judaica
Sl 47.19,20).
3. Êxodo 20.1-17
O Decálogo (“lei moral”). Afirmam que é
perfeito e superior
ao resto da Lei de Moisés, também chamada de "lei cerimonial”.
Exame bíblico:
Os Dez Mandamentos não foram escritos
em pedras por serem superiores aos outros,
mas para servir de testemunho visível do Concerto de DEUS com Israel. Por
isso as duas tábuas de pedra são chamadas de:
a) Tábuas do Testemunho (Êx
31.18);
b) a arca na qual foram postas, Arca
do Testemunho (Êx 40.5);
c) o tabernáculo
onde se guardava a arca, Tabernáculo
do Testemunho (Êx 38.21);
d) era costume, naquele tempo, constituir-se uma
testemunha visível para comprovar qualquer acontecimento solene (Gn
28.18; 21.27-30); assim fez DEUS com Israel. Seria muito difícil - para
não dizer impossível - escrever em pedra e transportar pelo deserto todo o
Pentateuco;
e) o Decálogo não é completo, nem o veículo
exclusivo da vontade de DEUS, uma vez que não proíbe a bebedice,
a ingratidão, a ira, a depravação, etc.
4. Êxodo 31.12-18
Esta passagem diz que o sábado é um concerto
perpétuo e um sinal entre DEUS e os filhos de Israel. Sendo
perpétuo, dizem, ainda está em vigor.
Exame bíblico:
Se somos obrigados a
guardar o sábado pelo simples fato de ser
denominado “estatuto perpétuo”, então somos obrigados
também a:
a) guardar a Páscoa - estatuto perpétuo (Êx
12.14);
b) lavar cerimonialmente as mãos e os pés - estatuto
perpétuo (Êx 30.17-21);
c) celebrar as festas judaicas - estatuto
perpétuo (Lv 23.41);
d) subordinar-nos ao sacerdócio aarônico
- estatuto perpétuo (Nm 25.13).
5- Deuteronômio 31.24-26
A Lei escrita por Moisés, o Pentateuco (menos o
Decálogo, que foi escrito por DEUS), foi posta “ao lado da arca
do concerto do Senhor, vosso DEUS...” O arrazoado que fazem é que, sendo
esta a Lei posta ao lado da arca, difere da colocada dentro. A de dentro é
moral (o Decálogo), - e
a do lado de fora, cerimonial.
Exame
bíblico:
A Lei é uma só. Mesmo aquela chamada “cerimonial”
pelos ASD contém preceitos morais. Basta ler
Êxodo 22.2122; Levítico 19.2,16,18;
Deuteronômio 16.19; 18.13; Êxodo 23 2. Que parte da Lei foi considerada
mais importante por JESUS? (cf. Mt 22.36-40) O primeiro mandamento (pela
ordem de importância) é citado em Deuteronômio 6.5 e o segundo em Levítico
19.18. Destes depende toda a Lei, portanto o Decálogo é dependente deles.
Se fosse válida a visão
da Lei em duas, feita pelos ASD, hoje - como já mencionamos - estaríamos
desobrigados de amar a DEUS sobre todas as coisas e ao próximo como a nós
mesmos, "Isto que tais mandamentos não
fazem parte do Decálogo como da Lei que Moisés
escreveu e colocou ao lado da arca".
6. Salmos 19.7
- A lei do Senhor é
perfeita”. Dizem que esta referência é feita à lei moral,
contida no Decálogo, que é perfeito e, portanto,
imutável.
Exame bíblico:
De tudo o que foi dito, podemos considerar que a
grande falácia nos seus argumentos está no fato
de admitirem que "Lei” seja apenas o
Decálogo. Quando Davi fala da “Lei” nos
Salmos, sempre se refere à Lei de Moisés, porque ele, como rei, era
obrigado a ter uma cópia dela e lê-Ia diariamente (Dt
17.15-19). Assim, Salmos 19.7 e textos isolados do Salmo 119, sempre citados
pelos ASD, não se referem ao Decálogo somente, mas “em tudo”, a “todos
os preceitos...” (SI 119.128). A mesma explicação se deve dar em
relação às citações de Provérbios 28.9 e Eclesiastes 12.13,14, pois
quem escreveu tais livros foi Salomão, também monarca de Israel.
7. Isaías 56.1-7
Esta passagem é citada para provar que os
crentes gentílicos são obrigados a guardar o sábado, pois faz referência
“aos filhos dos estrangeiros, que se chegarem ao
Senhor...” (v. 6).
Exame bíblico:
Se essa passagem prova que os gentios devem guardar
o sábado, da mesma maneira prova que devem guardar todo o Concerto que DEUS
fez com Israel, oferecendo holocaustos
e sacrifícios
no altar, no santo Monte, em Jerusalém (v. 7).
8. Isaías 66.22,23
“Porque, como os céus
novos e a terra nova que hei de fazer estarão diante de minha
face... E será que, desde uma Festa da Lua Nova até à
outra e desde um sábado até ao outro, virá toda carne a adorar perante
mim, diz o Senhor”.
Os ASD não hesitam em aplicar esta
promessa a si mesmos e a seus esforços para que todos guardem o
sábado, pois crêem que esse será o dia de
guarda no futuro.
Exame bíblico:
Se o texto supramencionado prova que o sábado
é perpétuo e que
deve ser guardado ainda hoje, também prova que a festa judaica da Lua Nova
é igualmente perpétua e deve ser observada nos nossos dias por todas
as pessoa. Por um motivo que não se pode atinar, os ASD guardam
o Sábado, mas descumprem a Lua Nova...
9.
Mateus 5.17,18 .
Não
cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim
ab-rogar, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que até que o céu e a
terra passem, nem um jota ou um til se omitirá
da lei sem que tudo seja cumprido”. Logo, afirmam:
o sábado deve ser guardado, pois nenhuma parte
da Lei (para eles, o
Decálogo) pode ser omitida. Vejamos:
Exame bíblico:
Por um lado, esta passagem não diz que cada “jota”
ou til da Lei
permanecerá até que o céu e a Terra passem, ou até “que tudo seja
cumprido!” É o que se lê em Lucas 16.16.17: “A lei e os profetas
duraram até João...” Ora, tanto um texto quanto outro dão conta da
transitoriedade da Lei - mas ela só passará depois de seu integral
cumprimento. Visto que JESUS veio cumpri-Ia - e Ele não falhou
a Lei já passou. JESUS não fez
referência a uma duração perpétua da Lei, mas ao seu completo
cumprimento (Lc 24.44;
At 13.29; Rm 10.4; Cl 2.14-16).
Por outro, a Lei mencionada por JESUS no capo 5 de
Mateus não é só o Decálogo, mas toda a Lei, como vemos:
a) refere-se a três mandamentos do Decálogo: o
sexto (v.21); o sétimo (v. 27) e o terceiro (v. 33);
b) e também a outros, fora do Decálogo: (v.
38) - “olho por olho” (cf. Êx
21.24; Lv 24.20); v. 43 - “amar o próximo
e aborrecer o inimigo” (cf. Lv 19.18; Dt
23.6);
c) JESUS, quando fala da Lei, refere-se a todo o
Pentateuco - Gênesis a Deuteronômio (Mt 7.12; 11.13; 22.40; Lc 16.29-31).
Ele veio cumprir toda a Lei, inclusive o decálogo,
e o fez plena e definitivamente. Nada mais há que
nos obrigue à sua guarda.
10. Mateus 19.16-22
“Guarda os mandamentos”, manda JESUS ao
moço rico. Baseados nesta passagem os ASD dizem que JESUS ensinou a guardar
os Dez Mandamentos e, como o sábado é um deles,
temos a obrigação de guardá-Io.
Exame bíblico:
a) é digno de nota que JESUS omite o sábado;
b) JESUS citou outros mandamentos fora do
Decálogo;
c) se somos obrigados a guardar todo o Decálogo
porque JESUS citou apenas cinco mandamentos,
então somos obrigados a guardar toda a Lei de Moisés, porque JESUS também
citou mandamentos fora da chamada “Lei de Moisés” onde se encontram os
seguintes: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 19.19), que não
faz parte do Decálogo (Lv 19.18) e: “Não
defraudarás alguém” (Mc 10.19), que se acha em Levítico
19.13.
Se uma parte abrange o todo, certamente os ASD
pecam contra sua própria argumentação, porque não guardam a “Lei de
Moisés” onde se encontram os dois citados mandamentos, fora do Decálogo.
11. Marcos 2.28
“Assim, o Filho do Homem até do sábado é
Senhor”. Os ASD empregam este texto para provar que o sábado é o dia do
Senhor.
Exame bíblico:
CRISTO
não diz que o sábado é seu dia, senão
que Ele é o Senhor do sábado. Sua intenção
foi mostrar que o Filho do Homem era superior ao sábado. O sábado fora
dado para atender às necessidades do homem - quais sejam: descanso,
inspiração e mesmo lazer. Logo, JESUS, como Filho de DEUS e conhecedor dos
propósitos da Lei, pôde inocentar seus discípulos da acusação que lhes
faziam os líderes judaicos: a de colher espigas
nesse dia. O sábado veio a ser criado em
função do homem, e não o homem por causa do sábado,
de modo que este não podia servir de pretexto a
uma negligência amorosa para com o próximo.
12. João 3.13
"ora, ninguém
subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do
homem, que está no céu”. Mencionam este texto como prova do sono
da alma no intervalo entre a morte e a ressurreição.
Exame bíblico:
O trecho refere-se à conversa entre JESUS e Nicodemos,
na qual JESUS lhe faz ver a necessidade do Novo Nascimento
para entrar no Reino de DEUS. Este ensino produziu admiração
em Nicodemos a ponto de não poder aceitá-lo
(Jo 3.,9,11). Então, no v. 12, JESUS diz:
“Se vos falei de coisas terrestres [o novo nascimento] e não crestes,
como crereis se vos falar das celestiais?”
(as coisas que o olho não viu, 1 Co 2.9). Ora, claro está que JESUS
não falava da morte das pessoas nem do estado da alma após a morte, mas
das verdades espirituais que só podiam ser discernidas
mediante o ESPÍRITO. O conhecimento destas coisas, frisou, não dependia de
alguém ter subido ao céu, senão dEle próprio
- sua origem, motivo e propósito eram o céu. Sendo assim, era um legítimo
representante do céu (de DEUS) entre os homens, e podia dizer: “Sabemos e
testificamos o que vimos” (v. 11). Confira
Gênesis 5.24 e 2 Reis 1-11, onde se declara que Enoque
e Elias foram ao céu, sem provar a morte.
13. Atos 13.14; 18.4
e entrando na
sinagoga, num dia de sábado, assentaram-se. E todos os
sábados disputava na sinagoga e convencia
a judeus e a gregos”. Os ASD, numa interpretação toda tendenciosa,
dizem que Paulo guardava o sábado.
Exame bíblico:
a) Paulo foi criado em observância a toda a Lei
(At 23.3);
b) seu grande desejo era ganhar os judeus (Rm
9.3,4; 1 Co 9.20-23);
c) circuncidou a Timóteo
(At 16.3), mas deixou claro (1 Co 7.19) que a
circuncisão nada é;
d) observou o dia de Pentecostes (At 20.16);
e) tosquiou a cabeça em sinal de voto (At
18.18);
f) fez ofertas segundo a Lei (At 21.26).
Não obstante, ensinou que os preceitos da Lei haviam
sido abolidos e que ninguém precisava guardá-los
(CI 2.16).
Sua presença na sinagoga (bem como a prática
de outros preceitos legais), pois, atendia a um objetivo evangelístico
- convencer os judeus de que JESUS era o prometido Messias e que, por isso,
a Lei dera lugar à graça. Valera-se, assim, do grande número de judeus
que se congregavam nas sinagogas para lhes apresentar aquele de quem falavam
a Lei e os Profetas - JESUS CRISTO.
14. Romanos 3.31
“Anulamos, pois, a lei pela fé?” Dizem os
ASD que a Lei consubstanciada nos Dez Mandamentos não é abolida pela fé,
mas estabelecida. O sábado faz parte dela e por isso
somos obrigados a guardá-Io.
Exame bíblico:
a) Nada há no texto ou no contexto que se refira
ao Decálogo.
b) Paulo está argumentando que ninguém jamais
guardou a Lei (os preceitos do Pentateuco); esclarece, em função disso,
que ninguém será justificado pelas obras da Lei
(Rm 3.28), mas todos podem sê-Io
mediante a fé (Rm 5.1).
Antecipa que, desde que ele se subordinava à
“lei da fé” (cf. Rm
3.27,31), ninguém poderia taxá-lo de
homem sem lei. (V. 31). Assim, a fé e não as
obras, como a guarda do sábado, tinham
o poder de justificar. Ele não hesitou em afirmar
que a Lei fora abolida (Rm 10.4; 2 Co 3.14; CI 2.14-16).
Usando outra metáfora, diz que para com DEUS não estava sem lei, mas
debaixo da “lei de CRISTO” (1 Co 9.21). Em seguida, dá o veredicto:
“estais mortos para a lei... agora, estamos livres da lei... para que
sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra” (Rm
7.4-6).
15. Romanos 6.14
“O pecado não terá domínio sobre vós, pois
não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”. Os ASD dizem que estar
“debaixo da lei”, é estar sob a condenação da lei, uma
vez transgredida.
Exame bíblico:
A princípio, se estar debaixo da Lei significa
estar sob a ordenação,
que dizer sobre o estar debaixo da graça, visto que esta também tem suas
exigências? (Tt 2.1-12; Hb
10.28,29) A subordinação cega à Lei é em si condenação à
medida em que estimula a aparência de piedade e camufla a real
condição humana de pecado.
Além disso, se estar sob a Lei significa estar
condenado, que dizer de JESUS? Afinal, consta na Bíblia dele ter “nascido
sob a lei” (GI 4.4).
16. Romanos 7.12
“Assim, a lei é santa; e o mandamento, santo,
justo e bom”. Ainda achando que se refere ao Decálogo, visto que no v. 7
há uma referência a ele, os ASD arrazoam que o mesmo não foi abolido.
Reforçando seu argumento dizem que Paulo, além do que disse, reconhece ser
a Lei espiritual (v.14) e declara ter prazer nela (v. 22). No parecer deles,
o posicionamento de Paulo ressalta a validade da
Lei do modo como é expressa nos Dez Mandamentos.
Exame bíblico:
Paulo, pouco antes, diz com inequívoca ênfase
que já não estamos debaixo da Lei (Rm
6.14). Queria dizer com isso, longe de qualquer peso de condenação, que
não estamos mais sujeitos às suas ordenanças, uma vez que CRISTO as
cumpriu por nós. Estabelece, no cap. 7, a analogia da mulher que está
sujeita ao marido enquanto este vive (v. 2). Morto o marido, fica livre a
mulher e pode se casar novamente. Assim, a lei do marido pode ser santa,
justa e boa, mas só vigora enquanto ele vive. A Lei nunca deixou de ser
santa, justa e boa, mas sendo abolida, deu lugar à graça. A graça é que
nos permite estar em CRISTO e ostentar nEle o
cumprimento integral da Lei.
17. Hebreus 4.3-11
“Porque, em certo lugar, disse assim do dia
sétimo: E repousou DEUS de todas as suas obras no sétimo dia” (v. 4). É
evidente que o repouso de que se trata aqui não é o do sábado indicado no
quarto mandamento, mas o repouso vindouro: “Portanto,
resta ainda um repouso para o povo de DEUS” (v. 9).
Exame bíblico:
a) DEUS repousou depois de haver criado o mundo;
b) os profetas falaram de antemão de um “outro
dia” (SI 118.24) em vez do sétimo, para
comemorar o repouso maior que se seguiria a uma obra maior do que a
criação;
c) a este repouso maior, Josué nunca pôde
guiar o povo judeu (v. 8);
d) JESUS, havendo terminado sua obra de
redenção na cruz (Jo 19.30), repousou Ele mesmo no
primeiro dia da semana” (Mc 16.9), como DEUS havia repousado na
criação;
e) na cruz, foi abolido o sábado (Os 2.11; comp.
CI 2.14-17);
f) portanto, enquanto
se processa o glorioso plano salvífico de DEUS, cumpre aguardar um descanso
longe da corrupção que destrói (Mq
2.10; Mt 11.28-30);
g) foi necessário esclarecer ao judeu - para
quem o sábado era uma glória - que há um dia
de descanso reservado para o povo de DEUS, um sábado espiritual, muito superior
em glória ao seu Shabbat
(Ap 1.10; SI 118.22-24).
18. Tiago
2.8-12
“’Porque qualquer que guardar toda a lei e
tropeçar em um só ponto, tomou-se culpado de todos” (v. 10). Dizem os
ASD que, como Tiago cita dois dos Dez Mandamentos
("não cometerás adultério” e “não matarás”, v. 11),
logo, a lei de que fala é o Decálogo.
Exame bíblico:
Na verdade Tiago
está reprovando o pecado da acepção de
pessoas, que é transgressão da lei real (Lv 19.18): “Todavia se
cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a
ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado e
sois redargüidos pela lei como transgressores” (vv. 9 e 10). A lei de que
fala Tiago (“a lei real”) inclui a expressão
na forma do Decálogo, mas não se encerra com ele, percorrendo tudo o que
Moisés ordenou e ainda mais. A lei real estava
muito além das mostras e especificações previstas na letra,
pois de nada adianta uma conduta legalista à parte do amor.
Ora, o espírito da Lei é o amor (cf. Rm
13.8-10): “Quem ama cumpriu a lei” (v .8). Se
todos os preceitos da Lei que representa o Antigo Concerto tivessem de ser
observados hoje, na forma como foram então registrados, os ASD seriam seus
maiores transgressores, pois não sacrificam animais, não guardam as
festas, nem praticam a circuncisão.
Quem não cumpre todas as coisas que estão na Lei, é dela transgressor
(cf. GI 3.10). E quem pode satisfazer à justiça
de DEUS pelas obras da Lei?
19. 1 João
2.3-6
“E nisto sabemos que o conhecemos: se
guardamos os seus mandamentos” (v. 3). Sem atentar para o principal
mandamento (o amor a DEUS e ao próximo), dizem que aquele que não guarda o
sábado (um dos Dez Mandamentos) é mentiroso. Ora, mentiroso e hipócrita
é quem, no sábado, acorrentado à letra da Lei, deixa de exercer a misericórdia;
este de fato não viu a DEUS nem o conheceu.
Exame bíblico:
Os mandamentos a que se
refere João é mesmo o Decálogo? É incrível como conseguem
afirmar isso em todos os seus argumentos, mas onde está escrito que o
sejam? Apenas presumem isso, e por essa presunção ousam chamar de
mentirosos todos quantos não rezam segundo a sua cartilha. Nos versículos
1 e 2, vemos que João fala de CRISTO, e o pronome possessivo “seus”
refere-se a JESUS e aos seus mandamentos - não consta haver menção ao
Decálogo (Jo 13.34; 15.12; 1 Jo 3.23; 4.21; 2 Jo 5).
Encontramos no Novo Testamento muitas
ordenanças chamadas de “mandamentos”, entre eles os dois grandes
mandamentos (Mt 22.36-49). Os preceitos de CRISTO são igualmente chamados
“mandamentos do Senhor” (1 Co 14.37; 1 Ts
4.2; 2 Pe 3.2). Logo, não só a referência de João não é à Lei antiga,
abolida por JESUS. Ele próprio nunca mandou guardar o sábado. Ao
contrário, a não observância por JESUS do sétimo dia, segundo a opinião
dos judeus, é que lhe trouxe perseguição e morte (Mt 12.1-3; Jo 5.16;
18.9-16).
Não há como negar terem os ASD cometido erros
graves, desde a fixação equivocada de uma data para a volta de
JESUS, passando por concepções erradas acerca de assuntos escatológicos,
como o número da besta, por exemplo, atribuído
ao Papa, até à observância nada coerente do sábado, numa flagrante prova
de legalismo sectário. Não apenas os cometem, mas são vítimas de seus
próprios erros. Nosso desejo é esclarecê-los
sempre que possível, mostrar-lhes o caminho da salvação pela graça e,
permanecendo recalcitrantes, não comungar e nem
permitir vinculações com suas formas de culto e
adoração, as quais, corrompendo a muitos, os
afastam do Evangelho verdadeiro.
BIBLIOGRAFIA
Por ordem de citação neste capítulo:
Administração
da Igreja
Fundadores da Mensagem
Sutilezas do Erro
Mensagens Escolhidas
Primeiros Escritos
A Orientação Profética do Movimento
Adventista
O Conflito dos Séculos
Meditações Matinais
O Ritual do Santuário
Estudos Bíblicos
Leis em Contraste
Por que se Guarda o
Domingo?
Topo
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: Subsídio Apologético
“Movimento Judaizante
Perigoso desvio tem levado alguns irmãos a uma
postura para com Israel que chega à idolatria. Não é um toque de shofar
(instrumento musical) ou a presença de uma menorah (candelabro de sete
lâmpadas) que torna uma igreja judaizante. Também as festas, quando
tomadas como recurso que possa propiciar ao povo um ensino da simbologia
veterotestamentária e sua aplicação à experiência cristã, não
constituem um problema em si mesmas. Ainda parece melhor realizar uma
celebração sob inspiração bíblica, seja uma ‘Festa da grande pesca’
ou ‘Festa do filho pródigo’, do que adotar costumes pagãos,
transportando-os para o seio da igreja. O cuidado especial que se deve ter
é jamais desviar o foco das verdadeiras e mais significativas de nossas
celebrações: o Batismo e a Santa Ceia.
a) Ritual religioso. O problema do uso de
objetos como kippar (cobertura para a cabeça) e o talid (manto para
oração), além das festas judaicas, é que, por trás do uso, se esconde a
substituição da graça pelo ritual religioso. A ênfase cerimonial do
culto disfarça a prevalência da forma. A forma tende a substituir a
essência, principalmente quando se alcança status salvífico.
b) Festas judaicas. Grupos há, que iniciaram
por estabelecer as festas judaicas como eventos isolados, como eventos
estratégicos para o ensino e a evangelização. A prática, quando não
administrada com sabedoria, leva ao que aconteceu com tais grupos: o que era
eventual tornou-se calendário eclesiástico; outras práticas foram
acrescentadas; chegaram à obrigatoriedade da circuncisão. Existem mesmo os
que julgam que para invocar DEUS é mister fazer uso de seus nomes em
hebraico. Proíbem o uso do nome de JESUS, exigindo sua forma hebraica
Yeshua.
c) Coisas procedentes de Israel. Ainda é
necessário dizer que as águas do Jordão não lavam pecados e que o óleo
vindo de Israel não tem mais poder do que um óleo de outra procedência,
sendo um símbolo da unção de DEUS, derramada do alto. O apego à forma
era a prática farisaica nos dias de JESUS. Mesmo entre os nascidos de novo
houve aqueles que se apegaram às antigas práticas e deram trabalho a Paulo
em seu ministério aos gentios. O grupo de judaizantes, desde então, tem
provocado polêmica. Pior do que isso, tem despertado no coração de
líderes zelosos aversão por tudo que diga respeito aos judeus, com
prejuízo do que se poderia adquirir num contato equilibrado e firme com a
sua ortodoxia.
Quer no anti-semitismo, quer na idolatria aos
costumes judeus, percebe-se a ação das trevas. Desvia-se do amor e caem no
ódio aos judeus, desviados da prática sucumbem aos costumes que não
salvam.
Talvez alguém defenda a aproximação às
práticas judaicas como prova de amor a Sião. E o que ocorre é que
dificilmente aquele que diz que ama aos judeus sabe que a ação desse amor
é a evangelização mundial. Uma igreja que ama os judeus não pretende ser
uma igreja judaica. Ela evangeliza, faz missões, para que o tempo dos
gentios se cumpra, e o Senhor nos arrebate e volte a tratar diretamente com
a nação de Israel. (CAVALCANTI, Sara Alice. O anti-semita e o judaizante:
pólos que devemos evitar. In Revista Resposta Fiel, Rio de Janeiro, CPAD,
Ano 5, nº 18, p. 9, dez.-fev.2006.)
Leia mais na Revista Ensinador Cristão
CPAD, no 26, pág. 40.
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Questionário da Lição 9
- O CRISTIANISMO JUDAIZANTE por Ev.Luiz Henrique - www.apazdosenhor.org.br/estudos_biblicos
Responda de acordo com a revista da CPAD, do
2º Trimestre de 2006 - Lição 9:
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
“Portanto, ninguém vos julgue pelo
_____________, ou pelo beber, ou por causa dos____________de festa, ou da
lua nova, ou dos _________________” (Cl 2.16).
VERDADE PRÁTICA:
2- Complete:
Nós, os que aceitamos a _____________ JESUS como o nosso único e suficiente _________________, temos uma lei mais
sublime a cumprir: a Lei do ______________.
COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
3- O que significa o termo judaizante?
( ) Vem do verbo grego ioudaizo, “viver
como judeu”
( ) Vem do verbo hebraico ioudaizo, “viver
como judeu”
( ) Vem do verbo aramaico ioudaizo, “viver
como judeu”
4- Como surgiu o termo judaizante?
( ) Em decorrência de os cristãos de
origem hebréia, mesmo depois do Concílio de Antioquia (At 15), continuarem
insistindo na necessidade de os convertidos gentios viverem como judeus.
( ) Em decorrência de os cristãos de
origem hebréia, mesmo depois do Concílio de Trento (At 15), continuarem
insistindo na necessidade de os convertidos gentios viverem como judeus.
( ) Em decorrência de os cristãos de
origem hebréia, mesmo depois do Concílio de Jerusalém (At 15),
continuarem insistindo na necessidade de os convertidos gentios viverem como
judeus.
5- O que defendem os judaizantes?
( ) Os judaizantes ainda estão por aí
defendendo a guarda do Domingo, as leis dietéticas prescritas por Moisés e
os ritos judaicos.
( ) Os judaizantes ainda estão por aí
combatendo a guarda do sábado, as leis dietéticas prescritas por Moisés e
os ritos judaicos.
( ) Os judaizantes ainda estão por aí
defendendo a guarda do sábado, as leis dietéticas prescritas por Moisés e
os ritos judaicos.
I. OS PRIMEIROS JUDAIZANTES
6- Qual a principal mensagem do cristianismo?
( ) O nascimento de JESUS.
( ) A ressurreição de JESUS.
( ) A morte de JESUS.
7- Quais foram os principais perseguidores do
apóstolo Paulo que acusavam-no de pregar contra a lei?
( ) Os ignorantes.
( ) Os judaizantes.
( ) Os gentios.
8- Os judaizantes perturbavam as igrejas em
Antioquia da Síria e na Galácia, ensinando o que?
( ) Que os gentios deviam tornar-se judeus
para serem salvos.
( ) Que os gentios deviam se converter a
JESUS para serem salvos.
( ) Que os gentios deviam aceitar os
judeus como salvos também.
9- Quais os dois problemas sérios que os
apóstolos viam na ação dos judaizantes?
( ) A ameaça à liberdade cristã e o
perigo de o cristianismo tornar-se mera seita judaica.
( ) A ameaça ao crescimento cristão e
perigo de o cristianismo tornar-se religião apenas judaica.
( ) A ameaça à pregação cristã e o
perigo de o cristianismo tornar-se mais uma religião judaica.
10- O que os judaizantes colocavam como
complemento da obra de JESUS no Calvário?
( ) A fé em JESUS.
( ) O sacrifício do jejum.
( ) A lei.
II. OS OBJETIVOS DA LEI
11- Por que veio a lei mosaica?
( ) Ela veio por causa da opressão dos
povos ao redor de Israel.
( ) Ela veio por causa da transgressão.
( ) Ela veio por causa dos sacrifícios
dos animais.
12- Qual conhecimento vem pela lei?
( ) Do amor de DEUS, o homem só teria
conhecido o amor de DEUS através da lei.
( ) De DEUS e sua graça, o homem só
poderia ter conhecido a graça de DEUS pelas obras da lei.
( ) Do pecado, o homem não teria
conhecido o pecado se não fosse pela lei
13- A lei veio conscientizar os homens de
que?
( ) Da necessidade do juízo DEUS, algo
que transcendesse à própria lei, revelar e definir o amor até ao
cumprimento da promessa.
( ) Da necessidade da graça de DEUS, algo que transcendesse à própria lei, revelar e definir o pecado
até ao cumprimento da lei.
( ) Da necessidade da graça de DEUS
— algo que transcendesse à própria lei, revelar e definir o pecado
até ao cumprimento da promessa.
14- O que era o aio? Coloque "V" para
Verdadeiro e "F" para Falso:
( ) O aio, ou paidagogos, “tutor”, era
a figura do mestre, o guia e guardião que disciplinava a criança.
( ) O aio, ou paidagogos, “tutor”,
não era mestre, mas o guia e guardião que disciplinava a criança.
( ) Era um escravo de confiança da
família, encarregado de tomar conta do menino entre 6 e 16 anos, no mundo
romano; levá-lo à escola e trazê-lo de volta para casa, supervisionando
sua conduta.
15- Qual o papel da lei? Coloque
"V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
( ) A lei não exercia um papel
disciplinar, mas um papel de perdão.
( ) Servia de aio para conduzir-nos a CRISTO.
( ) Mostra a sua inferioridade em
relação ao evangelho.
( ) A lei perdurará mesmo com a vinda do
Messias.
( ) Agora, somos livres da lei, mas
dependentes da graça de DEUS.
( ) A lei exercia apenas um papel
disciplinar.
( ) Sua função terminou com a vinda do
Messias.
III. A QUESTÃO DO SÁBADO
16- A quais “rudimentos” os cristãos
da Galácia estavam voltando, se tornando escravos?
( ) Os elementos da religião
cristã antiga.
( ) Os elementos da religião
judaica como a prática da ceia.
( ) Os elementos da religião
judaica como a guarda de dias.
17- Para quem é compreensível guardar o
sábado considerando-se que, hoje em Israel, o domingo é um dia normal de
trabalho, levando os crentes a realizarem seus cultos no sétimo dia?
( ) Cristão de origem gentílica.
( ) Cristão de origem grega.
( ) Cristão de origem judaica.
18- Cite algumas obrigações do cristão
judaico:
( ) Usar a bíblia de Jerusalém.
( ) Usar o talit (manto dos judeus
religiosos).
( ) Usar o Talmud como livro santo.
( ) Usar o kippar (solidéu) para cobrir a
cabeça.
( ) Observar o kashruth (leis
dietéticas).
19- O que acontece com quem se submete à
prática de pelo menos um preceito da lei?
( ) É obrigado a cumpri-la toda. E se
alguém tropeçar em um ponto da lei será perdoado por DEUS.
( ) É aconselhado a cumpri-la toda. Pois
tropeçar em um ponto da lei é errar sem merecer.
( ) É obrigado a cumpri-la toda. E se
alguém tropeçar em um ponto da lei é culpado por todos os outros.
20- Como é a abolição do sábado? Complete:
O sábado, que era sombra dos ____________
futuros, em CRISTO, foi abolido com a chegada do ____________ Concerto (Hb
8.7-13; Os 2.11): “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo
beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que
são _____________ das coisas futuras, mas o corpo é de CRISTO” (Cl 2.16,
17). JESUS, portanto, é quem nos propícia o verdadeiro __________________
(Hb 4.9).
IV. O SÁBADO E O KASHRUTH
21- Quem são os sabatistas clássicos, os
judaizantes clássicos dos dias atuais? Complete:
São os _____________________________do sétimo
dia, mas há outros grupos que também entraram pelo mesmo caminho. Eles
julgam-nos pelo _______________, pelo beber, por causa dos
___________________ (Cl 2.16) e não nos reconhecem como cristãos
autênticos. Às vezes, chamam-nos de irmãos, principalmente quando visitam
nossas igrejas para vender literatura.
22- Quanto aos judaizantes cumprirem a guarda do
sábado hoje, complete:
Os judeus ortodoxos, de hoje, não acendem
lâmpada no sábado, não põem em funcionamento um veículo e nem usam um
elevador aos sábados, pois consideram tais atos como a _____________ do
sétimo dia (Êx 35.3). Os elevadores dos edifícios em Israel são
programados para tornar possível a chegada da pessoa ao andar desejado sem a
necessidade de____________ o botão. Todavia, os sabatistas não observam
esses detalhes, demonstrando que nem mesmo eles cumprem a ______________ do
sábado.
23- O que fizeram os adventistas, que vai além
do Talmud, a respeito do kashruth (preceito dietético judaico)?
( ) Incentivaram o canibalismo.
( ) Incentivaram o satanismo.
( ) Incentivaram o vegetarianismo.
CONCLUSÃO
24- O que é o Cristianismo? Complete:
O cristianismo é religião de liberdade
no_____________ e não um conjunto de regras. O verdadeiro cristianismo
enfatiza o nosso relacionamento com o _____________ ressuscitado (Gl 2.20),
e isto é suficiente para crescermos na ______________ e no conhecimento de DEUS.
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Ajuda:
www.cpad.com.br bíblias, livros
e revistas
Seitas (Desmascarando as seitas) Rinaldi, Natanael;
Romeiro, Paulo.
Casa Publicadora das Assembléias de DEUS - Rio de
Janeiro RJ - 1996
Esequias Soares da Silva - IGREJAS DE DEUS
DAS TESTEMUNHAS DE IEHOSHUA