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Lição 9 - A permissividade pessoal e social
Lições Bíblicas Aluno - Jovens e Adultos - 4º Trimestre de 2005
E AGORA, COMO VIVEREMOS?
A Resposta Cristã para tempos de crise e calamidade moral.
Comentários da revista da CPAD: Pr. Geremias do Couto
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO
 
TEXTO ÁUREO:
"Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo" (1 Pe 1.15,16).
SEDE SANTOS. DEUS é santo, e as qualidades de DEUS devem ser as qualidades do seu povo. A idéia principal de santidade é a separação dos modos ímpios do mundo e dedicação a DEUS, por amor, para o seu serviço e adoração (ver Lv 11.44). A santidade é o alvo e o propósito da nossa eleição em CRISTO (Ef 1.4); significa ser semelhante a DEUS, ser dedicado a DEUS e viver para agradar a DEUS (Rm 12.1; Ef 1.4; 2.10; ver Hb 12.14). É o ESPÍRITO de DEUS que realiza em nós a santificação, que purifica do pecado nossa alma e nosso espírito, que renova em nós a imagem de CRISTO e que nos capacita, pela comunicação da graça, a obedecer a DEUS segundo a sua Palavra (Gl 5.16,22,23,25; Cl 3.10; Tt 3.5; 2 Pe 1.9).
 
    
 
VERDADE PRÁTICA:
Se os fundamentos de nossa santíssima fé cristã estiverem bem firmes e consolidados, os ventos da permissividade não terão meios para estragar e destruir a nossa vida pessoal e social.
 
    
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: HEBREUS 3.12-19; 13.4
HEBREUS 3.12-19   12 Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se  apartar do DEUS vivo. 13 Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado. 14 Porque nos tornamos participantes de CRISTO, se retivermos firmemente o princípio da nossa confiança até ao fim. 15 Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração, como na provocação. 16 Porque, havendo-a alguns ouvido, o provocaram; mas não todos os que saíram do Egito por meio de Moisés. 17 Mas com quem se indignou por quarenta anos? Não foi, porventura, com os que pecaram, cujos corpos caíram no deserto? 18 E a quem jurou que não entrariam no seu repouso, senão aos que foram desobedientes? 19 E vemos que não puderam entrar por causa da sua incredulidade.
13.12 SANTIFICAR O POVO. JESUS sofreu na cruz fora da porta da cidade de Jerusalém para que sejamos santificados, i.e., separados da antiga vida pecaminosa e dedicados a servir a DEUS.
13.13 SAIAMOS. Ser seguidor de CRISTO envolve sair "fora do arraial". Para esses cristãos judaicos, o "arraial" representava o judaísmo. Para nós, representa o mundo com todos os seus prazeres pecaminosos, valores iníquos e alvos temporais. Devemos levar o vitupério de CRISTO a fim de segui-lo, ter o seu mesmo sentimento, ser seu amigo, identificar-nos com Ele e anunciar ao mundo nossa dedicação aos seus padrões e propósitos. Ao sairmos fora da porta, percebemos que somos estrangeiros e exilados na terra (v.14; 11.13). Todavia, não estamos sem cidade, porque buscamos uma cidade futura, que tem fundamentos, "da qual o artífice e construtor é DEUS??(11.10,14,16; 13.14).
13.17 OBEDECEI A VOSSOS PASTORES. A obediência e a fidelidade aos líderes cristãos, aos pastores e mestres, deve basear-se numa superior lealdade a DEUS. A lealdade do crente, em escala descendente, é a seguinte: (1) primeiramente, lealdade a DEUS num relacionamento pessoal (ver Mt 22.37), inclusive fidelidade aos princípios da sua Palavra; (2) segundo, lealdade à igreja visível, à medida que ela permanecer fiel a DEUS e a sua Palavra escrita (Jo 15.12; Gl 6.10); e (3) terceiro, lealdade aos dirigentes da igreja, enquanto permanecerem fiéis e leais a DEUS, à sua Palavra e ao seu propósito para a igreja
 
 
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HEBREUS 13.4  Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros DEUS os julgará.
 

 
LEITURA DIÁRIA
Segunda - Rm 6.19 Santificação: as vestes contra a permissividade
19 Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia e à maldade para a maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para a santificação.
Assim como antes gastávamos horas e horas em atender nossos próprios desejos e paixões mundanas, agora gastemos nosso tempo a favor da divulgação de CRISTO como Senhor e Salvador de todos os homens.
 
Terça - 2 Co 7.1 Santificação: o meio para o seu aperfeiçoamento
1 Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de DEUS.
7.1 TEMOS TAIS PROMESSAS. Paulo afirma com toda clareza que não podemos reivindicar as promessas maravilhosas e graciosas de DEUS alistadas em 6.16-18, sem uma vida de separação e de santidade.  Este fato explica por que alguns perderam sua alegria cristã (Jo 15.11), sua proteção divina (Jo 17.12,14,15), resposta às orações (Jo 15.7,16) e o senso da presença paternal de DEUS (Jo 14.21,23). Uma vida de parceria com o mundo significa perder a presença e as promessas de DEUS.
PURIFIQUEMO-NOS. Os crentes precisam purificar-se de todo pecado, do corpo e do espírito. Fazer isso significa romper totalmente com toda forma de transigência ímpia e resistir, continuamente, aos desejos da carne. Devemos mortificar as ações pecaminosas do corpo, repudiá-las cada vez mais e fugir delas (vv. 9-11; Rm 8.12,13; Gl 5.16).
 
Quarta - 1 Ts 4.3-8 Santificação: uma forma de honrar a DEUS
 3 Porque esta é a vontade de DEUS, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, 4 que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra, 5 não na paixão de concupiscência, como os gentios, que não conhecem a DEUS. 6 Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também, antes, vo-lo dissemos e testificamos. 7 Porque não nos chamou DEUS para a imundícia, mas para a santificação. 8 Portanto, quem despreza isto não despreza ao homem, mas, sim, a DEUS, que nos deu também o seu ESPÍRITO SANTO.
4.3 ESTA É A VONTADE DE DEUS. Embora vivessem numa sociedade onde o pecado sexual era comum e aceitável, os apóstolos não transigiam com a verdade e a santidade de DEUS. Não rebaixaram os padrões morais para acomodá-los às idéias e tendências daquela sociedade. Sempre que se deparavam com baixo padrões morais em alguma igreja (cf. Ap 2.14,15,20), repreendiam-na e procuravam corrigi-la. Considerando padrões a baixa moralidade que prevalece em nossos dias, precisamos de dirigentes do tipo dos apóstolos, para conclamar a igreja a obedecer aos padrões divinos de retidão
4.3-7 QUE VOS ABSTENHAIS DA PROSTITUIÇÃO. DEUS determina para todos os crentes normas elevadas de pureza e santidade.
4.6 NINGUÉM... ENGANE A SEU IRMÃO. A imoralidade sexual de de um cônjuge prejudica o outro, seja ele crente ou não. "Enganar" (gr. pleonokteo) significa "ultrapassar o certo", "transgredir", "exceder". Todo tipo de relacionamento sexual fora do casamento, além de pecaminoso, constitui terrível ato de injustiça contra a outra pessoa. O adultério viola os direitos do outro cônjuge. Intimidades sexuais antes do casamento arruínam a santidade e a castidade estabelecidas por DEUS para o gênero humano. Destroem a pureza e a virgindade, que devem ser conservadas para o casamento.
4.8 NÃO DESPREZA AO HOMEM, MAS, SIM, A DEUS. Aqueles que rejeitam a instrução do apóstolo sobre santificação e pureza estão rejeitando a DEUS. (1) Desconsiderar a admoestação de Paulo é resistir deliberadamente ao ESPÍRITO SANTO e à pureza que Ele deseja. DEUS julgará e castigará membros da igreja que se dão ao relaxamento moral para satisfação de sua própria lascívia (v. 6; Hb 13.4). (2) Todos os que, no mundo ou dentro da igreja, rejeitam a verdade e têm "prazer na iniqüidade" (ver 2 Ts 2.12 ) serão abandonados por CRISTO quando os crentes fiéis forem arrebatados para "encontrar o Senhor nos ares" (v. 17). Sofrerão destruição (5.3), ira (5.9), castigo (2 Ts 1.8) e condenação (2 Ts 1.9; 2.12), quando do céu se manifestar o Senhor JESUS com os anjos do seu poder, em chama de fogo, para julgar todos os que "não obedecem ao evangelho" (2 Ts 1.7,8).

Quinta - Hb 12.14 Santificação: o caminho para vermos a DEUS
14 Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor,
 SEGUI... A SANTIFICAÇÃO Ser santo é estar separado do pecado e consagrado a DEUS. É ficar perto de DEUS, ser semelhante a
Ele, e, de todo o coração, buscar sua presença, sua justiça e a sua comunhão. Acima de todas as coisas, a santidade é a prioridade de DEUS para os seus seguidores (Ef 4.21-24).
(1) A santidade foi o propósito de DEUS para seu povo quando Ele planejou sua salvação em CRISTO (Ef 1.4).
(2) A santidade foi o propósito de CRISTO para seu povo quando Ele veio a esta terra (Mt 1.21; 1 Co 1.2,30).
(3) A santidade foi o propósito de CRISTO para seu povo quando Ele se entregou por eles na cruz (Ef 5.25-27).
(4) A santidade é o propósito de DEUS, ao fazer de nós novas criaturas e nos conceder o ESPÍRITO SANTO (Rm 8.2-15; Gl 5.16-25, Ef 2.10).
(5) Sem santidade, ninguém poderá ser útil a DEUS (2 Tm 2.20,21).
(6) Sem santidade, ninguém terá intimidade nem comunhão com DEUS (Sl 15.1,2). (7) Sem santidade, ninguém verá o Senhor (v. 14; Mt 5.8).
 
Sexta - 1 Pe 1.2 Santificação: dela procede a obediência
 2 eleitos segundo a presciência de DEUS Pai, em santificação do ESPÍRITO, para a obediência e aspersão do sangue de JESUS CRISTO: graça e paz vos sejam multiplicadas.
1.2 A PRESCIÊNCIA DE DEUS. A presciência divina é o eterno amor e propósito de DEUS para com o seu povo, a igreja (ver Rm 8.29). Os "eleitos" são o conjunto dos verdadeiros crentes, escolhidos em harmonia com a resolução divina de redimir a igreja pelo "sangue de JESUS CRISTO", em "santificação do ESPÍRITO" . Todos os crentes devem participar da sua eleição, procurando diligentemente tornar mais firme sua vocação e eleição (ver 2 Pe 1.5,10).
1.2 SANTIFICAÇÃO DO ESPÍRITO.
 
Sábado - 1 Pe 1.15,16 Santificação: um mandamento divino
15 mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a  vossa maneira de viver, 16 porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.
1.16 SEDE SANTOS. DEUS é santo, e as qualidades de DEUS devem ser as qualidades do seu povo. A idéia principal de santidade é a separação dos modos ímpios do mundo e dedicação a DEUS, por amor, para o seu serviço e adoração (ver Lv 11.44). A santidade é o alvo e o propósito da nossa eleição em CRISTO (Ef 1.4); significa ser semelhante a DEUS, ser dedicado a DEUS e viver para agradar a DEUS (Rm 12.1; Ef 1.4; 2.10; ver Hb 12.14). É o ESPÍRITO de DEUS que realiza em nós a santificação, que purifica do pecado nossa alma e nosso espírito, que renova em nós a imagem de CRISTO e que nos capacita, pela comunicação da graça, a obedecer a DEUS segundo a sua Palavra (Gl 5.16,22,23,25; Cl 3.10; Tt 3.5; 2 Pe 1.9)
 
OBJETIVOS Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Explicar as causas que conduzem as pessoas à permissividade.
Conhecer os meios empregados pelo inimigo para disseminar a permissividade.
Praticar os princípios bíblicos contrários à permissividade.
 
PONTO DE CONTATO
Você já parou para pensar como a falta de princípios bíblicos tem levado a sociedade a um afrouxo moral de grandes proporções? Basta abrir os jornais pela manhã para nos depararmos com as manchetes sobre corrupção, desigualdade social, seqüestros, mortes... Sabemos que a causa de tudo isso é o pecado, visto pelo sujeito pós-moderno como algo comum. Nesta lição, estudaremos acerca da permissividade moral pessoal e social que assola a humanidade.
 
SÍNTESE TEXTUAL
Todo o crente compromissado com o Senhor deseja viver em santidade. A santificação é um processo, logo, é realizada paulatinamente por meio do ESPÍRITO SANTO naqueles que a buscam com um coração sincero e puro. Não podemos ser complacentes com o pecado, pois fomos chamados para a santidade (Hb 12.10). Todavia, muitos estão sendo influenciados pelos veículos de comunicação, em especial pela televisão. Criada com o objetivo de entreter as pessoas, rapidamente tornou-se um instrumento disseminador de ideologias, costumes, moda e, sobretudo, de valores contrários às Escrituras.
As conseqüências da permissividade são o caos moral da sociedade. O mundo está mergulhado no pecado, por isso, ser "sal" e "luz" não é tarefa fácil, mas é nossa obrigação. É imprescindível a pregação do evangelho santo e o ensino da doutrina ortodoxa cristã na igreja, a fim de que a família seja preservada dessa devassidão.
 
ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:
Já foi comprovado, através de pesquisas, que o excesso de exposição à televisão causa graves e adversas conseqüências.
Amplie em uma cartolina o quadro abaixo e discuta com a classe tal fato. Em seguida, pergunte: "Como podemos viver como "sal" e "luz" neste mundo"? Após discutir com a turma, mostre o gráfico abaixo.
 
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COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
A permissividade é característica dos tempos pós-modernos. Temos nossa constituição cristã que é a bíblia, portanto devemos viver segundo seus ensinos, dando testemunho daquele que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.
A sociedade em geral, por não levar em conta os preciosos ensinos cristãos contidos na bíblia, tem se corrompido cada dia mais e tem destruído os valores morais que norteiam o ser humano para que viva em paz e harmonia com seu criador.
Infelizmente não são poucos os crentes que têm sucumbido ante a ação maléfica da permissividade atual.
Termos como liberdade, direitos, tolerância, prazer, auto-suficiência, consumismo, entre outros, destacados nos meios de comunicação, têm esgarçado o tecido social e estimulado os cidadãos a concluírem que podem em todo tempo proceder e fazer como bem quiserem.
Para a sociedade secular não há mais limites quanto a comportamento, procedimento, traje, vida relacional, etc. As conseqüências disso revelam-se nas atitudes e fatos dos mais absurdos, ilícitos e pecaminosos que se possa imaginar, quando vistos à luz da Palavra de DEUS. Este é o quadro descrito na Bíblia, em Efésios 4.17-19.
A devassidão toma conta do mundo, em todas as camadas da sociedade e, infelizmente, tem afetado a Igreja. Este é o tema de nossa lição.
 
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I. AS CAUSAS DA PERMISSIVIDADE
 
1. A desobediência aos princípios bíblicos.
Principal causa da permissividade moral é a inobservância dos princípios bíblicos.
Propósito da caminhada por 40 anos pelo deserto da nação de Israel era preservar de problemas e males a nação, durante a longa viagem e torná-la um povo santo e forte, sob todos os aspectos.
Povo tornou-se rebelde, desobediente e de coração duro (vv. 12-15).
Não cumpriram os mandamentos de DEUS.
Para tentar destruir o povo de DEUS, o Inimigo ataca em três frentes: mina a fé em DEUS; induz as pessoas à carnalidade e ao desvirtuamento moral; perverte a sã doutrina, mediante inovações e ensinos antibíblicos na igreja.
Balaão levou os filhos de Israel a prevaricarem contra o Senhor, com ciladas do sincretismo religioso e da prostituição (Nm 25.1; 31.9,15,16; 2 Pe 2.9-15; Ap 2.14).
 

2. A extinção da moral na sociedade.

Caso surja uma reclamação, protesto, ou medida inibitória, logo apelam para o relativismo.

É a síndrome de Sodoma e Gomorra a nortear o comportamento da massa (Gn 18.17-33; Gn 19.1-11; Jd v.7).

Entre os crentes, a frouxidão moral estende os seus tentáculos através de mestres segundo a própria concupiscência (1 Tm 6.3-5; 2 Tm 3.6-9).

Anormal, para eles é alguém viver segundo a reta justiça, pregada na Bíblia.

 
 
   
 
II. OS INSTRUMENTOS DA PERMISSIVIDADE
 

1. A má formação familiar.

A constituição da família vem divergindo muito do padrão bíblico que compreende - em seu núcleo básico - marido, mulher e filhos (Gn 2.24; Sl 127.3).

Tem aumentado sem trégua:

* o jugo desigual,

*a falta de companheirismo,

*a infidelidade entre os cônjuges,

*o desleixo na prioridade dos valores espirituais,

*a falta de autoridade no lar e

*o comprometimento pecaminoso dos filhos.

 

2. A má formação bíblica.

A má formação do lar é o resultado da falta de um dinâmico, competente e amoroso discipulado cristão.

Os israelitas rebeldes morreram durante a travessia do deserto e não entraram na Terra Prometida:

* porque foram rebeldes aos princípios que DEUS estabeleceu.

* Não quiseram dar valor aos ensinos transmitidos através de Moisés.

 A falta da Palavra de DEUS leva a remoção dos marcos antigos, dando lugar a conceitos deturpados que conduzem ao desregramento (Sl 119.11; Pv 3.13; 29.18).

 

3. O mau uso da mídia secular.

A mídia secular que tem Satanás por trás, exalta e promove os valores que levam a permissividade, ao materialismo e ao ocultismo.

Enquanto dispomos de poucas horas semanais para a devoção e o estudo da Bíblia, tanto em casa quanto na igreja (Dt 6.6-9), os meios de comunicação bombardeiam nossos lares com mensagens repulsivas e pecaminosas que são adotadas como modelo pela geração atual.

 

4. O caráter dos formadores de opinião.

Ainda existem formadores de opinião semelhantes a Paulo, santificados e plenamente comprometidos com DEUS, os quais podem afirmar: "Sede meus imitadores, como também eu, de CRISTO" (1 Co 11.1).

Área de forte influência é a dos formadores de opinião em virtude da posição que ocupam.

O exemplo, negativo ou positivo, dessas pessoas, pode motivar decisivamente os outros a repetirem o seu comportamento (1 Jo 5.19).

Infelizmente, entre os formadores de opinião, a libertinagem prevalece; são mestres em enganar os que neles se espelham.

  .
 
 
    
 
III. O COMBATE A PERMISSIVIDADE
 

1. Pela disseminação incessante do conteúdo bíblico.

 O conteúdo bíblico pode ser disseminado por meio dos seguintes métodos:

*evangelização pessoal e coletiva;

*pregação expositiva e ungida da Palavra de DEUS;

*distribuição de Bíblias, Novos Testamentos, folhetos evangelísticos;

*visitação pastoral e aconselhamentos por pessoas espirituais maduras e sábias.

Esses recursos têm como resultado: a conversão de pecadores a DEUS; o fortalecimento de crentes; o retorno de desviados; a operação de milagres genuínos.

Os princípios bíblicos são a fonte dos bons hábitos que mantêm a pureza de coração.

Cuidemos para que não haja enfraquecimento em nossas fileiras com desertores como o mencionado no v.12.

* Tal desvio começou no coração ("um coração mau");

* a seguir perdeu a fé ("infiel"),

* abandonou a DEUS ("se apartar do DEUS vivo")

A bíblia é útil para a formação de bons hábitos e bons costumes; mantém-nos o coração puro.

  
 

2. Pela boa formação bíblica e familiar.

A doutrina bíblica devidamente ensinada e aplicada produz a formação familiar cristã ideal.

 Se os fundamentos da fé estão bem consolidados e o ESPÍRITO SANTO tem plena liberdade de ação e controle total do crente - espírito, alma e corpo - a permissividade moral não encontrará lugar em sua vida moral.

No que tange à vida sexual, a Bíblia faz referência ao matrimônio em Hebreus 13.4. O vocábulo leito, no original, não se refere apenas ao leito como mobília, mas principalmente ao ato conjugal que tem lugar ali.

sexo é para ser desfrutado nos limites do casamento, entre marido e mulher - macho e fêmea - e não da forma como a sociedade pratica e ensina a praticar.

 
 
PADRÕES DE MORALIDADE SEXUAL
13.4 VENERADO SEJA... O MATRIMÔNIO. DEUS tem elevados padrões para seu povo, quanto ao casamento e à sexualidade.
O crente, antes de mais nada, precisa ser moral e sexualmente puro (cf. 2Co 11.2; Tt 2.5; 1Pe 3.2). A palavra “puro” (gr. hagnos ou amiantos) significa livre de toda mácula da lascívia. O termo refere-se a abstenção de todos os atos e pensamentos que incitam desejos incompatíveis com a virgindade e a castidade ou com os votos matrimoniais da pessoa. Refere-se, também, ao domínio próprio e a abstenção de qualquer atividade sexual que contamina a pureza da pessoa diante de DEUS. Isso abrange o controle do corpo “em santificação e honra” (1Ts 4.4) e não em “concupiscência” (4.5). Este ensino das Escrituras é tanto para os solteiros, como para os casados. No tocante ao ensino bíblico sobre a moral sexual, vejamos o seguinte:
(1) A intimidade sexual é limitada ao matrimônio. Somente nesta condição ela é aceita e abençoada por DEUS (ver Gn 2.24; Ct 2.7; 4.12). Mediante o casamento, marido e mulher tornam-se uma só carne, segundo a vontade de DEUS. Os prazeres físicos e emocionais normais, decorrentes do relacionamento conjugal fiel, são ordenados por DEUS e por Ele honrados.
(2) O adultério, a fornicação, o homossexualismo, os desejos impuros e as paixões degradantes são pecados graves aos olhos de DEUS por serem transgressões da lei do amor (Êx 20.14) e profanação do relacionamento conjugal. Tais pecados são severamente condenados nas Escrituras (ver Pv 5.3) e colocam o culpado fora do reino de DEUS (Rm 1.24-32; 1Co 6.9,10; Gl 5.19-21).
(3) A imoralidade e a impureza sexual não somente incluem o ato sexual ilícito, mas também qualquer prática sexual com outra pessoa que não seja seu cônjuge. Há quem ensine, em nossos dias, que qualquer intimidade sexual entre jovens e adultos solteiros, tendo eles mútuo “compromisso”, é aceitável, uma vez que não haja ato sexual completo. Tal ensino peca contra a santidade de DEUS e o padrão bíblico da pureza. DEUS proíbe, explicitamente, “descobrir a nudez” ou “ver a nudez” de qualquer pessoa a não ser entre marido e mulher legalmente casados (Lv 18.6-30; 20.11, 17, 19-21; ver 18.6).
(4) O crente deve ter autocontrole e abster-se de toda e qualquer prática sexual antes do casamento. Justificar intimidade premarital em nome de CRISTO, simplesmente com base num “compromisso” real ou imaginário, é transigir abertamente com os padrões santos de DEUS. É igualar-se aos modos impuros do mundo e querer deste modo justificar a imoralidade. Depois do casamento, a vida íntima deve limitar-se ao cônjuge. A Bíblia cita a temperança como um aspecto do fruto do ESPÍRITO, no crente, i.e., a conduta positiva e pura, contrastando com tudo que representa prazer sexual imoral como libidinagem, fornicação, adultério e impureza. Nossa dedicação à vontade de DEUS, pela fé, abre o caminho para recebermos a bênção do domínio próprio: “temperança” (Gl 5.22-24).
(5) Termos bíblicos descritivos da imoralidade e que revelam a extensão desse mal.
(a) Fornicação (gr. porneia). Descreve uma ampla variedade de práticas sexuais, pré ou extramaritais. Tudo que significa intimidade e carícia fora do casamento é claramente transgressão dos padrões morais de DEUS para seu povo (Lv 18.6-30; 20.11,12, 17, 19-21; 1Co 6.18; 1Ts 4.3).
(b) A lascívia (gr. aselgeia) denota a ausência de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo domínio próprio que leva à conduta virtuosa (ver 1Tm 2.9). Isso inclui a inclinação à tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e deste modo a pessoa torna-se partícipe de uma conduta antibíblica (Gl 5.19; Ef 4.19; 1Pe 2.2,18).
(c) Enganar, i.e., aproveitar-se de uma pessoa, ou explorá-la (gr. pleonekteo, e.g., 1Ts 4.6), significa privá-la da pureza moral que DEUS pretendeu para essa pessoa, para a satisfação de desejos egoístas. Despertar noutra pessoa estímulos sexuais que não possam ser correta e legitimamente satisfeitos, significa explorá-la ou aproveitar-se dela (1Ts 4.6; Ef 4.19).
(d) A lascívia ou cobiça carnal (gr. epithumia) é um desejo carnal imoral que a pessoa daria vazão se tivesse oportunidade (Ef 4.22; 1Pe 4.3; 2Pe 2.18; ver Mt 5.28).
 

3. Pela ocupação e uso com sabedoria dos espaços estratégicos.

É preciso pensar também na ocupação, com prudência, dos lugares estratégicos da sociedade.

A área educacional, por exemplo, é hoje um campo fértil para atuação de pedagogos cristãos, comprometidos com os princípios bíblicos, os quais, com graça e sabedoria, serão como uma barreira para conter os avanços da permissividade.

As figuras bíblicas do sal e da luz, empregadas por CRISTO no Sermão do Monte (Mt 5.13-16), demonstram com clareza que a ação do crente se caracteriza pela relevância e afeta toda a sociedade.

 
CONCLUSÃO
Enquanto estamos no mundo, DEUS espera que nosso comportamento não seja semelhante ao do povo de Israel no deserto, com um coração endurecido, carnal e propenso ao pecado e à permissividade. Ao contrário, Ele quer que em tudo nos submetamos ao senhorio de CRISTO e possamos ser referência e exemplo para aqueles que estão à nossa volta (2 Rs 4.9).
 
AUXÍLIOS SUPLEMENTARES: SUBSÍDIO DEVOCIONAL
Mesmo dentro de nossa casa, verificamos que as devoções familiares são suplantadas pelos deuses domésticos eletrônicos. A televisão pode funcionar como santuário privado ao deus das imagens - um deus do lar grego ou olímpico da ESPM, um Buda pessoal da Televisão Pública ou um deus Dionísio da TV a cabo. Cada um oferece sua própria visão da vida boa. E freqüentemente jazemos prostrados diante de nosso deus, ficando até preguiçosos e indolentes.
A transformação de uma cultura oral, centrada na palavra, para uma cultura eletrônica, centrada na imagem, apresenta desafio especial para estudiosos e estudantes cristãos, sobretudo levando-se em conta o poder hoje reconhecido das imagens. Os valores promovidos na cultura popular da televisão e do cinema raramente são os da fé cristã. O egoísmo, o hedonismo, a cobiça, a vingança, a luxúria, o orgulho e uma legião de outros vícios são muito bem-sucedidos em competir com o fruto do ESPÍRITO SANTO de amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança (Gl 5.22,23).
Para os cristãos, todas as coisas, inclusive interagir com a mídia de entretenimento, são lícitas, mas nem tudo é necessariamente proveitoso ou edificante (1 Co 10.23; 16.12). Assim, enquanto DEUS dá permissão para o espiritualmente maduro explorar e desfrutar nosso mundo, a sabedoria prescreve que exerçamos prudência e discriminação." (PALMER. Michael D. (ed.) Panorama do pensamento cristão. RJ: CPAD, 2001, p. 394, 398, 399.)
 
Questionário da Lição 9 - A PERMISSIVIDADE PESSOAL E SOCIAL
por Ev.Luiz Henrique - www.apazdosenhor.org.br
TEXTO ÁUREO:
1- Complete:
"Mas, como é ___________ aquele que vos chamou, sede vós também ______________ em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: Sede ____________, porque eu sou _________________" (1 Pe 1.15,16).
 
VERDADE PRÁTICA:
2- Complete:
Se os fundamentos de nossa santíssima ____________cristã estiverem bem _______________ e consolidados, os ventos da permissividade não terão meios para estragar e destruir a nossa vida _____________e social.

COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
3- A permissividade pessoal e social é outra característica de que?
( ) Dos tempos modernos.
( ) Dos tempos pré-modernos.
( ) Dos tempos pós-modernos.
 
4- O que  toma conta do mundo, em todas as camadas da sociedade e, infelizmente, tem afetado a Igreja em nossos dias?
( ) A mansidão.
( ) O perdão.
( ) A devassidão.
 
I. AS CAUSAS DA PERMISSIVIDADE
5- Qual a principal causa da permissividade moral?
( ) É a inobservância dos princípios bíblicos.
( ) É a observância dos princípios bíblicos.
( ) É o cumprimento dos princípios bíblicos.
 
6- Para tentar destruir o povo de DEUS, o Inimigo ataca em três frentes quais são? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(   ) Mina a fé em DEUS.
(   ) Induz as pessoas à carnalidade e ao desvirtuamento moral.
(   ) Aumenta a fé do povo em DEUS.
(   ) Perverte a sã doutrina, mediante inovações e ensinos antibíblicos na igreja.
(   ) Incentiva ensinos bíblicos.
 
7- Através de que a frouxidão moral estende os seus tentáculos entre os crentes?
( ) De mestres segundo a própria concupiscência.
( ) De mestres que honram sua própria consciência.
( ) De mestres que ensinam a sã doutrina.
 
II. OS INSTRUMENTOS DA PERMISSIVIDADE
8- Na constituição da família o que compreende o padrão bíblico em seu núcleo básico?
( ) Marido, mulher e filhos.
( ) Marido e mulher.
( ) Mulher e filhos.
 
9- No núcleo da família, o que acontece com os pós-modernistas, que significa brechas abertas para a permissividade?Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(   ) Aumenta sem trégua o jugo desigual.
(   ) Diminui o julgo desigual.
(   ) A falta de companheirismo.
(   ) A infidelidade entre os cônjuges.
(   ) O desleixo na prioridade dos valores espirituais.
(   ) O comprometimento respeitoso dos filhos.
(   ) A falta de autoridade no lar.
(   ) O comprometimento pecaminoso dos filhos.
 
10- O que é a má formação do lar?
( ) É o resultado de um dinâmico, competente e amoroso discipulado cristão.
( ) É o resultado da falta de um dinâmico, competente e amoroso discipulado cristão.
( ) É o resultado do excesso de um competente e amoroso discipulado cristão.
 
11- Por que os israelitas rebeldes morreram durante a travessia do deserto e não entraram na Terra Prometida? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(   ) Porque foram rebeldes aos princípios que DEUS estabeleceu.
(   ) Porque não estavam preparados fisicamente para andarem tanto.
(   ) Porque não quiseram dar valor aos ensinos transmitidos através de Moisés.
(   ) Porque foram fiéis aos princípios que DEUS estabeleceu.
 
12- A que leva a falta da Palavra de DEUS?
( ) Leva à remoção dos marcos recentes, dando lugar a conceitos que conduzem ao aperfeiçoamento.
( ) Leva à remoção dos marcos antigos, dando lugar a conceitos deturpados que conduzem ao desregramento.
( ) Leva à emoção de cumprir conceitos da Palavra de DEUS.
 
13- A que leva a mídia secular, quando exalta e promove os valores e a permissividade?
( ) Ao realismo e ao culto divino.
( ) Ao cristianismo e ao deísmo.
( ) Ao materialismo e ao ocultismo.
 
14- O que bombardeiam nossos lares com mensagens repulsivas e pecaminosas que são adotadas como modelo pela geração atual?
( ) Os meios de santificação.
( ) Os meios de educação.
( ) Os meios de comunicação.
 
15- Por que uma área de forte influência é a dos formadores de opinião? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(   ) Em virtude da posição que ocupam.
(   ) O exemplo, negativo dessas pessoas, pode motivar decisivamente os outros a repetirem o seu comportamento.
(   ) Entre os formadores de opinião, a libertinagem prevalece.
(   ) Em virtude da humildade que indicam.
(   ) São mestres em enganar os que neles se espelham.
(   ) O exemplo, positivo dessas pessoas, pode motivar decisivamente os outros a repetirem o seu comportamento.
 
III. O COMBATE A PERMISSIVIDADE
16- Cite algumas maneiras de combater a permissividade. Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(   ) Pela disseminação incessante do conteúdo bíblico.
(   ) Pela união com os que assim vivem.
(   ) Pela boa formação bíblica e familiar.
(   ) Pela ocupação e uso com sabedoria dos espaços estratégicos.
 
17- Através de quais métodos, o conteúdo bíblico, pode ser disseminado? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(   ) Evangelização pessoal e coletiva.
(   ) Pregação expositiva e ungida da Palavra de DEUS.
(   ) Entregando na mão dos novos convertidos o ensino e a pregação da Palavra de DEUS.
(   ) Distribuição de Bíblias, Novos Testamentos, folhetos evangelísticos.
(   ) Visitação pastoral e aconselhamentos por pessoas espirituais maduras e sábias.
 
18- Quais são os resultados da distribuição e disseminação do conteúdo bíblico? Coloque "V" para Verdadeiro e "F" para Falso:
(   ) A conversão de pecadores a DEUS;
(   ) O fortalecimento de crentes;
(   ) A dispersão do povo de DEUS.
(   ) O retorno de desviados;
(   ) A operação de milagres genuínos.
 
19- Complete:
Sabemos que "o mundo jaz no ____________" (Jo 5.19). Cuidemos para que não haja enfraquecimento em nossas fileiras com _____________como o mencionado no v.12. Tal desvio começou no ________________ ("um coração mau"); a seguir perdeu a ___________ ("infiel"), e abandonou a ______________ ("se apartar do DEUS vivo").
 
20- Como é produzida a formação familiar cristã ideal?
( ) Pela doutrina religiosa devidamente ensinada e aplicada.
( ) Pela doutrina humanista devidamente ensinada e aplicada.
( ) Pela doutrina bíblica devidamente ensinada e aplicada.
 
21- Em quais áreas a fé deve estar bem consolidada e o ESPÍRITO SANTO ter plena liberdade de ação e controle total do crente, para que a permissividade moral não encontre lugar em sua vida moral?
( ) Espírito, Alma e Corpo.
( ) Cidade, Campo e Espaço.
( ) Indústria, Comércio e Educação.
 
22- No que tange à vida sexual, a Bíblia faz referência ao matrimônio em Hebreus 13.4; o que significa aí, o vocábulo leito, no original,?
( ) Não se refere apenas ao leito como mobília, mas principalmente ao ato conjugal que tem lugar ali. Portanto, sexo é para ser desfrutado tanto no casamento, entre marido e mulher - macho e fêmea - como em outras formas como a sociedade pratica e ensina a praticar.
( ) Não se refere apenas ao leito como mobília, mas principalmente ao ato conjugal que tem lugar ali. Portanto, sexo não precisa ser desfrutado nos limites do casamento, entre marido e mulher - macho e fêmea.
( ) Não se refere apenas ao leito como mobília, mas principalmente ao ato conjugal que tem lugar ali. Portanto, sexo é para ser desfrutado nos limites do casamento, entre marido e mulher - macho e fêmea - e não da forma como a sociedade pratica e ensina a praticar.
 
23- É preciso pensar também na ocupação, com prudência, dos lugares estratégicos da sociedade. Qual área é hoje um campo fértil para atuação de pedagogos cristãos, comprometidos com os princípios bíblicos, os quais, com graça e sabedoria, serão como uma barreira para conter os avanços da permissividade?
( ) Área matrimonial.
( ) Área educacional.
( ) Área sexual.
 
24- O que as figuras bíblicas do sal e da luz, empregadas por CRISTO no Sermão do Monte (Mt 5.13-16), demonstram com clareza?
( ) Que a ação do crente se caracteriza pela relutância por afetar toda a sociedade.
( ) Que a ação do crente se caracteriza pela observância da sociedade.
( ) Que a ação do crente se caracteriza pela relevância e afeta toda a sociedade.
 
 
Estudos afins:
 
A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE

 2Co 6.17,18 “Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso”.

O conceito de separação do mal é fundamental para o relacionamento entre DEUS e o seu povo. Segundo a Bíblia, a separação abrange duas dimensões, sendo uma negativa e outra positiva:
(a) a separação moral e espiritual do pecado e de tudo quanto é contrário a JESUS CRISTO, à justiça e à Palavra de DEUS;
(b) acercar-se de DEUS em estreita e íntima comunhão, mediante a dedicação, a adoração e o serviço a Ele.
(1) No AT, a separação era uma exigência contínua de DEUS para o seu povo (Lv 11.44; Dt 7.3; Ed 9.2). O povo de DEUS deve ser santo, diferente e separado de todos os outros povos, a fim de pertencer exclusivamente a DEUS. Uma principal razão por que DEUS castigou o seu povo com o desterro na Assíria e Babilônia foi seu obstinado apego à idolatria e ao modo pecaminoso de vida dos povos vizinhos (ver 2Rs 17.7,8; 24.3; 2Cr 36.14; Jr 2.5, 13; Ez 23.2; Os 7.8).
(2) No NT, DEUS ordenou a separação entre o crente e
(a) o sistema mundial corrupto e a transigência ímpia (Jo 17.15,16; 2Tm 3.1-5; Tg 1.27; 4.4).
(b) aqueles que na igreja pecam e não se arrependem de seus pecados (Mt 18.15-17; 1Co 5.9-11; 2Ts 3.6-15); e
(c) os mestres, igrejas ou seitas falsas que aceitam erros teológicos e negam as verdades bíblicas (ver Mt 7.15; Rm 16.17; Gl 1.9; Tt 3.9-11; 2Pe 2.17-22; 1Jo 4.1; 2Jo 10,11; Jd vv.12,13).
(3) Nossa atitude nessa separação do mal, deve ser de
(a) ódio ao pecado, à impiedade e à conduta de vida corrupta do mundo (Rm 12.9; Hb 1.9; 1Jo 2.15),
(b) oposição à falsa doutrina (Gl 1.9),
(c) amor genuíno para com aqueles de quem devemos nos separar (Jo 3.16; 1Co 5.5; Gl 6.1; cf. Rm 9.1-3; 2Co 2.1-8; 11.28,29; Jd v. 22) e (d) temor de DEUS ao nos aperfeiçoarmos na santificação (7.1).
(4) Nosso propósito na separação do mal, é que nós, como o povo de DEUS,
(a) perseveremos na salvação (1Tm 4.16; Ap 2.14-17), na fé (1Tm 1.19; 6.10, 20,21) e na santidade (Jo 17.14-21; 2Co 7.1);
(b) vivamos inteiramente para DEUS como nosso Senhor e Pai (Mt 22.37; 2Co 6.16-18) e
(c) convençamos o mundo incrédulo da verdade e das bênçãos do evangelho (Jo 17.21; Fp 2.15).
(5) Quando corretamente nos separarmos do mal, o próprio DEUS nos recompensará, acercando-se de nós com sua proteção, sua bênção e seu cuidado paternal. Ele promete ser tudo o que um bom Pai deve ser. Ele será nosso Conselheiro e Guia; Ele nos amará e de nós cuidará como seus próprios filhos (6.16-18).
(6) O crente que deixa de separar-se da prática do mal, do erro, da impureza, o resultado inevitável será a perda da sua comunhão com DEUS (6.16), da sua aceitação pelo Pai (6.17), e de seus direitos de filho (6.18; cf. Rm 8.15,16).
 
O RELACIONAMENTO ENTRE O CRENTE E O MUNDO

1Jo 2.15,16 “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.”

A palavra “mundo” (gr. kosmos) freqüentemente se refere ao vasto sistema de vida desta era, fomentado por Satanás e existente à parte de DEUS. Consiste não somente nos prazeres obviamente malignos, imorais e pecaminosos do mundo, mas também se refere ao espírito de rebelião que nele age contra DEUS, e de resistência ou indiferença a Ele e à sua revelação. Isso ocorre em todos os empreendimentos humanos que não estão sob o senhorio de CRISTO. Na presente era, Satanás emprega as idéias mundanas de moralidade, das filosofias, psicologia, desejos, governos, cultura, educação, ciência, arte, medicina, música, sistemas econômicos, diversões, comunicação de massa, esporte, agricultura, etc, para opor-se a DEUS, ao seu povo, à sua Palavra e aos seus padrões de retidão (Mt 16.26; 1Co 2.12; 3.19; Tt 2.12; 1Jo 2.15,16; Tg 4.4; Jo 7.7; 15.18,19; 17.14 ). Por exemplo, Satanás usa a profissão médica, para defender e promover a matança de seres humanos nascituros; a agricultura para produzir drogas destruidoras da vida, tais como o álcool e os narcóticos; a educação, para promover a filosofia ímpia humanista; e os meios de comunicação em massa, para destruir os padrões divinos de conduta. Os crentes devem estar conscientes de que, por trás de todos os empreendimentos meramente
humanos, há um espírito, força ou poder maligno que atua contra DEUS e a sua Palavra. Nalguns casos, essa ação maligna é menos intensa; noutros casos, é mais. Finalmente, o “mundo” também inclui todos os sistemas religiosos originados pelo homem, bem como todas as organizações e igrejas mundanas, ou mornas.
(1) Satanás (ver Mt 4.10) é o deus do presente sistema mundano (ver Jo 12.31; 14.30; 16.11; 2Co 4.4; 5.19). Ele o controla juntamente com uma hoste de espíritos malignos, seus subordinados (Dn 10.13; Lc 4.5-7; Ef 6.12,13).
(2) Satanás tem o mundo organizado em sistemas políticos, culturais, econômicos e religiosos que são inatamente hostis a DEUS e ao seu povo (Jo 7.7; 15.18,19; 17.14; Tg 4.4; 2.16) e que se recusam a submeter-se à sua verdade, a qual revela a iniqüidade do mundo (Jo 7.7).
(3) O mundo e a igreja verdadeira são dois grupos distintos de povo. O mundo está sob o domínio de Satanás (ver Jo 12.31); a igreja pertence exclusivamente a DEUS (Ef 5.23,24; Ap 21.2).. Por isso, o crente deve separar-se do mundo.
(4) No mundo, os crentes são forasteiros e peregrinos (Hb 11.13; 1Pe 2.11). (a) Não devem pertencer ao mundo (Jo 15.19), não se conformar com o mundo (ver Rm 12.2), não amar o mundo (2.15), vencer o mundo (5.4), odiar a iniqüidade do mundo (ver Hb 1.9 ), morrer para o mundo (Gl 6.14) e ser libertos do mundo (Cl 1.13; Gl 1.4). (b) Amar o mundo (cf. 2.15) corrompe nossa comunhão com DEUS e leva à destruição espiritual. É impossível amar o mundo e ao Pai ao mesmo tempo (Mt 6.24; Lc 16.13; ver Tg 4.4). Amar o mundo significa estar em estreita comunhão com ele e dedicar-se aos seus valores, interesses, caminhos e prazeres. Significa ter prazer e satisfação naquilo que ofende a DEUS e que se opõe a Ele (ver Lc 23.35). Note, é claro, que os termos “mundo” e “terra” não são sinônimos; DEUS não proíbe o amor à terra criada, i.e., à natureza, às montanhas, às florestas, etc.
(5) De acordo com 2.16, três aspectos do mundo pecaminoso são abertamente hostis a DEUS: (a) “A concupiscência da carne”, que inclui os desejos impuros e a busca de prazeres pecaminosos e a gratificação sensual (1Co 6.18; Fp 3.19; Tg 1.14). (b) “A concupiscência dos olhos”, que se refere à cobiça ou desejo descontrolado por coisas atraentes aos olhos, mas proibidas por DEUS, inclusive o desejo de olhar para o que dá prazer pecaminoso (Êx 20.17; Rm 7.7). Nesta era moderna, isso inclui o desejo de divertir-se contemplando pornografia, violência, impiedade e imoralidade no teatro, na televisão, no cinema, ou em periódicos (Gn 3.6; Js 7.21; 2 Sm 11.2; Mt 5.28). (c) “A soberba da vida”, que significa o espírito de arrogância, orgulho e independência auto-suficiente, que não reconhece DEUS como Senhor, nem a sua Palavra como autoridade suprema. Tal pessoa procura exaltar, glorificar e promover a si mesma, julgando não depender de ninguém (Tg 4.16).
(6) O crente não deve ter comunhão espiritual com aqueles que vivem o sistema iníquo do mundo (ver Mt 9.11; 2Co 6.14) deve reprovar abertamente o pecado deles (Jo 7.7; Ef 5.11), deve ser sal e luz do mundo para eles (Mt 5.13,14), deve amá-los (Jo 3.16), e deve procurar ganhá-los para CRISTO (Mc 16.15; Jd 22,23).
(7) Da parte do mundo, o verdadeiro cristão terá tribulação (Jo 16.33), ódio (Jo 15.19), perseguição (Mt 5.10-12) e sofrimento em geral (Rm 8.22,23; 1Pe 2.19-21). Satanás, usando as atrações do mundo, faz um esforço incessante para destruir a vida de DEUS dentro do cristão (2Co 11.3; 1Pe 5.8).
(8) O sistema deste mundo é temporário e será destruído por DEUS (Dn 2.34,35, 44; 2Ts 1.7-10; 1Co 7.31; 2Pe 3.10; Ap 18.2).
 
 
A SANTIFICAÇÃO

 1Pe 1.2 “Eleitos segundo a presciência de DEUS Pai, em santificação do ESPÍRITO, para a obediência e aspersão do sangue de JESUS CRISTO: graça e paz vos sejam multiplicadas”.

Santificação (gr. hagiasmos) significa “tornar santo”, “consagrar”, “separar do mundo” e “apartar-se do pecado”, a fim de termos ampla comunhão com DEUS e servi-lo com alegria.
(1) Além do termo “santificar” (cf. 1Ts 5.23), o padrão bíblico da santificação é expresso em termos tais como “Amarás o Senhor, teu DEUS, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mt 22.37), “irrepreensíveis em santidade” (1Ts 3.13), “aperfeiçoando a santificação” (2Co 7.1), “a caridade de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida” (1Tm 1.5), “sinceros e sem escândalo algum” (Fp 1.10), “libertados do pecado” (Rm 6.18), “mortos para o pecado” (Rm 6.2), “para servirem à justiça para santificação” (Rm 6.19), “guardamos os seus mandamentos” (1Jo 3.22) e “vence o mundo” (1Jo 5.4). Tais termos descrevem a operação do ESPÍRITO SANTO mediante a salvação em CRISTO, pela qual Ele nos liberta da escravidão e do poder do pecado (Rm 6.1-14), nos separa das práticas pecaminosas deste mundo atual, renova a nossa natureza segundo a imagem de CRISTO, produz em nós o fruto do ESPÍRITO e nos capacita a viver uma vida santa e vitoriosa de dedicação a DEUS (Jo 17.15-19,23; Rm 6.5, 13, 16, 19; 12.1; Gl 5.16, 22,23; ver 2Co 5.17).
(2) Esses termos não subentendem uma perfeição absoluta, mas a retidão moral de um caráter imaculado, demonstrada na pureza do crente diante de DEUS, na obediência à sua lei e na inculpabilidade desse crente diante do mundo (Fp 2.14,15; Cl 1.22; 1Ts 2.10; cf. Lc 1.6). O cristão, pela graça que DEUS lhe deu, morreu com CRISTO e foi liberto do poder e domínio do pecado (Rm 6.18); por isso, não precisa nem deve pecar, e sim obter a necessária vitória no seu Salvador, JESUS CRISTO. Mediante o ESPÍRITO SANTO, temos a capacidade para não pecar (1Jo 3.6), embora nunca cheguemos à condição de estarmos livres da tentação e da possibilidade do pecado.
(3) A santificação no AT foi a vontade manifesta de DEUS para os israelitas; eles tinham o dever de levar uma vida santificada, separada da maneira de viver dos povos à sua volta (ver Êx 19.6; Lv 11.44; 19.2; 2Cr 29.5). De igual modo a santificação é um requisito para todo crente em CRISTO. As Escrituras declaram que sem santificação ninguém verá o Senhor (Hb 12.14).
(4) Os filhos de DEUS são santificados mediante a fé (At 26.18), pela união com CRISTO na sua morte e ressurreição (Jo 15.4-10; Rm 6.1-11; 1 Co 130), pelo sangue de CRISTO (1Jo 1.7-9), pela Palavra (Jo 17.17) e pelo poder regenerador e santificador do ESPÍRITO SANTO no seu coração (Jr 31.31-34; Rm 8.13; 1Co 6.11; 1Pe 1.2; 2Ts 2.13).
(5) A santificação é uma obra de DEUS, com a cooperação do seu povo (Fp 2.12,13; 2Co 7.1). Para cumprir a vontade de DEUS quanto à santificação, o crente deve participar da obra santificadora do ESPÍRITO SANTO, ao cessar de praticar o mal (Is 1.16), ao se purificar “de toda imundícia da carne e do espírito” (2Co 7.1; cf. Rm 6.12; Gl 5.16-25) e ao se guardar da corrupção do mundo (Tg 1.27; cf. Rm 6.13,19; 8.13; Ef 4.31; 5.18; Tg 4.8).
(6) A verdadeira santificação requer que o crente mantenha profunda comunhão com CRISTO (ver Jo 15.4), mantenha comunhão com os crentes (Ef 4.15,16), dedique-se à oração (Mt 6.5-13; Cl 4.2), obedeça à Palavra de DEUS (Jo 17.17), tenha consciência da presença e dos cuidados de DEUS (Mt 6.25-34), ame a justiça e odeie a iniqüidade (Hb 1.9), mortifique o pecado (Rm 6), submeta-se à disciplina de DEUS (Hb 12.5-11), continue em obediência e seja cheio do ESPÍRITO SANTO (Rm 8.14; Ef 5.18).
(7) Segundo o NT, a santificação não é descrita como um processo lento, de abandonar o pecado pouco a pouco. Pelo contrário, é apresentada como um ato definitivo mediante o qual, o crente, pela graça, é liberto da escravidão de Satanás e rompe totalmente com o pecado a fim de viver para DEUS (Rm 6.18; 2Co 5.17; Ef 2.4,6; Cl 3.1-3). Ao mesmo tempo, no entanto, a santificação é descrita como um processo vitalício mediante o qual continuamos a mortificar os desejos pecaminosos da carne (Rm 8.1-17), somos progressivamente transformados pelo ESPÍRITO à semelhança de CRISTO (2Co 3.18) crescemos na graça (2Pe 3.18), e devotamos maior amor a DEUS e ao próximo (Mt 22.37-39; 1Jo 4.10-12, 17-21).
(8) A santificação pode significar uma outra experiência específica e decisiva, à parte da salvação inicial. O crente pode receber de DEUS uma clara revelação da sua santidade, bem como a convicção de que DEUS o está chamando para separar-se ainda mais do pecado e do mundo e a andar ainda mais perto dEle (2Co 6.16-18). Com essa certeza, o crente se apresenta a DEUS como sacrifício vivo e santo e recebe da parte do ESPÍRITO SANTO graça, pureza, poder e vitória para viver uma vida santa e agradável a DEUS (Rm 12.1,2; 6.19-22).
 
 
Exemplo de mídia prejudicial e difamatória à Igreja:
A partir de 1989 os sertanistas ligados ao Departamento de Índios Isolados da FUNAI, alguns de origem estrangeira, aliados com uma antropóloga , também estrangeira, começaram uma campanha difamatória contra a Missão, visando romper o relacionamento de parceria que havia entre a missão e a direção FUNAI.

Em 1991 , quando o Sr. Sidney Possuelo assumiu a presidência da FUNAI, os missionários foram retirados da área em total desrespeito, tanto à vontade dos missionários quanto à vontade da Comunidade indígena. Ainda hoje divulgam falsas acusações para impedir o retorno dos missionários. (IMAGEM DA SAÍDA DA MISSÃO)

Desde 1989, pesquisadores, jornalistas e turistas de todo o mundo visitam a tribo. Suas imagens são exibidas e comercializadas no mundo todo. Até suas plantas são colhidas e levadas para o exterior (IMAGENS DIVERSAS, depoimento de quatro pastores da igreja WAI WAI ) , mas os missionários evangélicos estão proibidos de continuar o seu trabalho de assistência ao povo Zo'é.
Depois de praticamente dez anos de luta no sentido de que fosse restabelecido o direito e a verdade em relação a esta situação, chegamos hoje à comprovação de que, por vias humanas, a proibição da pregação do evangelho aos povos indígenas do Brasil não será impedida, porque onde deveria haver JUSTIÇA se vê PARCIALIDADE... onde deveria haver VERDADE se vê MENTIRAS DESLAVADAS... onde se prega que deve haver LIBERDADE E IGUALDADE se vê JUÍZO MALICIOSO, AUTORITÁRIO E ARBITRÁRIO. O que tem a Igreja Evangélica Brasileira a ver com "500 anos de massacres"... o que tem a Igreja Evangélica Brasileira a ver com o trabalho escravo e o assassinato de tantos e tantos os nossos povos nativos ??? Porque a mídia parcial e tendenciosa que tem veiculado acusações infames contra homens e mulheres honrados e tementes ao Senhor Deus, no qual muitos deles professam crer, não dá ao povo brasileiro e evangélico apenas as versões de ambas as partes, acusados e acusadores, permitindo assim ao povo e à justiça que tomem sua decisão ??
Cabe a você julgar o por quê de tanta resistência à presença dos missionários evangélicos nas áreas indígenas.
Missão Novas Tribos do Brasil
47 anos servindo aos povos indígenas brasileiros.
http://www.ejesus.com.br/home/exibir.asp?arquivo=880
 
O Que Diz A Bíblia Sobre A Educação dos Filhos no Lar
Todos os males da sociedade, sejam financeiros, políticos, trabalhistas, escolares ou religiosos têm a sua origem no coração do homem. Sabemos como é o coração do homem (Jer. 17:9; Rom 3:10-23). A instituição que Deus estabeleceu, ainda no jardim do Éden, que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade é o que chamamos de família. O ambiente que é formado pelo amor exercitado entre todos da família cria o que chamamos de “o lar”. O lar tem suma importância na vida humana pois é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano, seja no contexto mundial, nacional, municipal ou familiar. Então, podemos dizer, como vai o lar vai o mundo, e também, o que é bom para a família é bom para o mundo.
Tal lar, tal mundo
Reconhecendo a existência e influência do pecado, sabemos que todos os lares não estão operando com as mesmas regras e propósitos com os quais um lar cristão opera. Aprender o que a Bíblia ensina sobre o assunto do lar é uma garantia que atingiremos o alvo o qual Deus tem para nós na relação de família.
I. O Que é Educação dos Filhos
Provérbios 4:23; 20:11
Educação de almas quer dizer semear e ajudar
a implantação de princípios verdadeiros no coração dos filhos.
A responsabilidade dos pais é de treinar e desenvolver estas verdades continuamente
até que sejam enraizadas no coração do filho
ao ponto que sejam visíveis no comportamento e o raciocínio das ações dos filhos.
Entrando no assunto de educação de filhos devemos entender o que basicamente ela é. Educação de filhos é educação de almas. O coração da criança é o alvo de educação. Se o coração de uma criança é treinado, as ações da vida de um adulto serão influenciadas Pelas ações de uma pessoa se conhece seu coração (Prov. 20:11). Por essa importância dada ao coração de uma pessoa a educação de filhos deve indicar o treinamento do coração (Prov. 4:23).
Uma observação deve ser dada nesta altura. Quando uma criança faz algo que não é aceitável pelos pais a tendência é desculpar tal ação pelo ditado, ‘é coisa de criança’, ou ‘é coisa de jovem’. Uma atitude dessa é nada menos de uma fuga de responsabilidade que os pais têm em corrigir as ações dos seus filhos. Também tal ditado reflete uma falta de crença na própria Bíblia que diz que pelas ações da criança se conhece a criança. A verdade é: as ações tolas vem de uma criança tola. O que é necessário neste caso é uma correção e não uma desculpa (Prov. 22:15). Tolice deve ser cortado em crianças de qualquer idade. O que a criança faz indica o que ela é de coração. Educação adequada transformará tal coração em prudência, auto controle e sabedoria (Prov. 29:15). O que é necessário é educação, não uma desculpa.
Seria bom aqui já abordar o assunto do que a educação dos filhos não é. Educando os filhos não é só o que os pais investem no filho. É muito alem de um ambiente de bem estar no lar. O desenvolvimento no lar de um lado positivo e construtivo para o filho é importante mas não é a soma do assunto de educação de filhos. Os pais fornecendo roupa de bom gosto, comida deliciosa, habitação adequada, escolaridade avançada, proteção adequada e posição social não deve ser igualada à totalidade na educação de filhos. Todas essa áreas de uma vida podem ser cultivadas e bem estabelecidas sem ter dado uma educação propícia ao filho.
A alma do filho deve ser treinada. Ela não é neutra. Ou ela tem Deus como o alvo de agradar ou ela tem o que não é de Deus como o alvo de agradar e imitar. Não existe outras opções. “Do coração procedem os maus pensamento, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.” (Mat. 15:19). Mesmo que o atitude que um filho eventualmente terá de Deus depende de uma decisão final do filho, os pais treinando o filho de um ponto de vista de temor a Deus e obediência em amor da palavra de Deus produzirá no filho os fatos necessários para ele fazer a sua própria decisão um dia. Mas até aquele dia, os pais têm uma responsabilidade de educar a alma do filho no caminho em que deve andar (Prov. 22:6).
Quando um pai e uma mãe entendem que as ações do filho refletem o estado do coração do seu filho e não só imaturidade ou fases de crescimento eles têm uma base boa para enfrentar todos os desafios que vem junto o privilégio de ter o filho.
II. A Autoridade na Educação dos Filhos
Há opiniões diferentes sobre a educação dos filhos. Cada pai e cada mãe têm uma opinião como a educação deve ser feita, pelo menos por uma fase ou outra na vida do filho. Geralmente essa opinião é uma reação contra a maneira que eles foram criados ou é uma opinião baseada num método que eles mesmo têm desenvolvidos. Os ‘profissionais’ têm opiniões também. Estas opiniões são diversos e até entre elas, há conflitos. A sociedade dita inferências que podem ou não responder às realidades. Os sentimentos no seio dos pais podem também indicar um caminho que deve ser escolhido neste desafio de educação dos filhos. O desafio de educar os filhos e a diversidade de opiniões que mudem com o passar do tempo são tantas que podemos entender que só tendo a capacidade de trazer filhos ao mundo não em si capacita para educar os filhos na maneiro coerente.
Na face de tantas duvidas e perguntas deve ser bem expressado que há uma maneira certa e há maneiras erradas na educação de filhos. Há mesmo um padrão para todos. Há absolutos. A verdade é que se a educação de filhos é educação de almas então a única fonte viável de instrução é a Bíblia (Prov. 9:10,11).
A. A Bíblia é Pura e Inteira - Hebreus 4:12
A Bíblia é de Deus. Sendo de Deus ela é o único livro não adaptado aos opiniões, pensamentos ou filosofias do homem. A Bíblia mantém-se estável em todas as épocas. Ela é sempre atual e por isso não é carente em nenhum ponto qualquer para ser aplicada em qualquer situação e especialmente nos desafios na educação de filhos.
B. A Bíblia é Necessária - Mateus 4:4
Como pão é necessário para o corpo física, a Palavra de Deus é necessária para a alma ou espírito do homem. Para as almas dos filhos serem educadas é necessário alimentação espiritual. As Escrituras Sagradas são esta alimentação espiritual (João 6:63; Hebreus 4:12, “ e penetra até à divisão da alma e do espírito ... e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”).
Na educação dos filhos é uma pratica boa para os pais levarem os filhos ao conhecimento do fato que são principias Bíblicos que eles estão baseando as suas ações para com os filhos. Se os pais, na educação dos filhos, só colocam a sua própria palavra como a autoridade final de tudo, um dia mais cedo ou mais tarde, os filhos podem rebelar contra o raciocínio dos pais. Mas se os pais estão treinando os filhos segundo aos princípios Bíblicos e informando aos filhos que os principias que os pais estão ensinando são realmente princípios de Deus, a autoridade já é diferente. Se o filho rebelar contra os princípios Bíblicos ele torna de ser contra Deus. Então é sábio para os pais serem conhecedores dos ensinamentos da Bíblia, tê-los em pratica na suas próprias vidas e deixar os filhos saberem que o que eles, como pais, estão exigindo, Deus está exigindo em primeiro lugar.
Para a alma do filho ser treinada, ela necessita instrução espiritual
C. A Bíblia é Superior - Isaías 55:8,9
Qualquer sistema de pensamento que não baseia-se na Palavra de Deus é falho (Prov. 28:26). A filosofia do homem eventualmente levará à deificação do homem. Se não é de Deus não levará a Deus. Lembramos como é o coração do homem (Jer 17:9).
Se a filosofia usada na educação dos filhos não for divina, o filho não terá orientação adequada para todos as áreas da sua vida. Só quando a criança sabe de onde veio, para qual razão veio e para onde vai pode realmente ser bem equilibrada. Só a Bíblia pode dar as respostas competentes para estas perguntas essenciais. A Bíblia é a revelação adequada de toda a verdade necessária sobre o homem e sobre Deus. A sabedoria do homem nunca pode levar o homem a Deus nem às verdades espirituais (I Cor 1:21; 2:14). Qualquer pessoa só pode se conhecer e saber a verdade de Deus através da revelação que Deus deu do homem e de Si mesmo - a Bíblia.
Naturalmente cada homem tem opiniões baseados nos seus próprios conhecimentos adquiridos pelo ensino tanto pelo sistema humana quanto pelas suas próprias experiências. Quando se aprenda o que diz Deus de qualquer assunto, a ação apropriada será de avaliar as opiniões pessoais com o ensinamento da Palavra de Deus. Nunca devemos julgar a Palavra de Deus pelos nossos pensamentos, mas o vice-versa é necessário .
D. A Bíblia é Divina - II Tim 3:16; II Ped 1:20,21
A Palavra de Deus é de Deus e é para o benefício do homem. Sendo divina, ela tem o que o homem necessita para orientar em assuntos tanto à vida terrestre quanto à vida celeste. O que é certo e errado são absolutos. Só Deus pode comunicar com autoridade nestes assuntos. A Bíblia pode ser consultada nos assuntos morais.
O que é necessário para o homem é aqui na Bíblia (Deut 29:29). A Bíblia não ensina tudo o que é possível saber mas tudo o que é necessário é abordado. Ela foi escrita e assim pode ser estudada. Os princípios dela quando são aplicados em pratica com regularidade e exigência só apontam para sucessos. Sendo divina, a Bíblia é confiável.
E. A Bíblia é Verdade - João 17:17; Josué 1:8
Deus não pode mentir (Heb 6:18). Quando os princípios da Bíblia são aplicados numa maneira certa eles produzem resultados previstos. Ela é fonte de verdades absolutos. Há conseqüências fixas tanto na observação quanto na negação dos princípios dela. Se observe os, terão bênçãos (Deut 28:1,2; Jer 15:16). Se não observe os, não terão bênçãos (Deut 28:15; Josué 1:8). Não precisa meio-termo quando se fala do que ensina a Bíblia.
III. A Responsabilidade dos Pais
A. Filhos São Dádivas de Deus
A vida humana para Deus é sagrada. A vida humana é diferente da vida animal ou orgânica (Gên. 2:7). Por ser diferente Deus cobra do homem o seu tratamento para com seu próximo (veja os exemplos de Caim - Gên. 4:8-12 e a Lei - Êx 21:12-16) uma coisa que Deus não faz com as outras formas de vida que Ele criou. A vida humana tem tratamento diferenciado pois é diferente. O homem foi feito na imagem de Deus e Deus o deu o “fôlego de vida” (Gên. 1:26,27; 2:7), uma alma.
Pelos pais Deus dá vida humana. A parte genética de certo vem dos pais, mas Deus tem dada a essência da vida, a alma (Gên. 2:7; Jó 33:4; Sal 127:3). Mesmo que os pais não planejaram ter um filho ou outro, a conseqüência dos fatos é que têm filhos e estes são criações e dádivas de Deus.
Deus faz tudo com propósito. As vezes Ele revela este propósito a nós, outras vezes não (Deut 29:29). Se Deus os deu filhos, e se Deus os fez, Ele os tem dado e os tem feito com propósitos específicos pois Ele opera tudo “segundo o conselho da sua vontade” (Efés 1:11).
O fato que os filhos são dádivas de Deus aos pais indica responsabilidade dos pais para com Deus pelos filhos recebidos. A vida dos filhos que Deus tem dado aos pais como uma herança implica responsabilidade, pois a vida a Deus é sagrada. Abençoado o lar que tem pais que temem a Deus e toma como algo de grande importância a responsabilidade de treinar os filhos na maneira de agradar Deus.
Abençoado também os filhos que vivem como se tenham responsabilidade para com Deus de viver como uma dádiva de Deus aos pais.
1. A Verdade da Responsabilidade
Deut 6:6-9; Provérbios 22:6; Efés 6:4
Há ordem no que Deus faz. Examinando mundo animal, o corpo celeste, o corpo humano, as leis de Deus e as ações de Deus para com seu povo (Arca de Noé, Tabernáculo, Igreja) se vê que há gloriosa ordem em tudo que Deus tem feito. A família não é nada diferente. Há uma hierarquia de comando no lar que garante paz e ordem no lar (I Cor 11:3; Efés 6:1-4). Os pais, depois de Deus, são os que tenham a primeira responsabilidade no lar (Deut 6:6-9; Efés 6:4). Para entender que Deus cobra dos pais as ações dos filhos vede o exemplo de Eli (I Samuel 2:27-29; 3:13).
Só por terem a responsabilidade não quer dizer que todos os pais sentem capazes de educar os filhos. Muitos pais já sentem fracassados mesmo antes de começar, e outros sentem o mesmo depois de começar. Parece que tanto mais tempo exercitados como pais menos que sente capaz. Talvez por não terem exemplos adequados ou por sentirem ignorante da maneira certa muitos já pensem que tem falta de capacidade. Independente dos sentimentos dos pais, a sua experiência boa ou má ou até a falta dela, o mandamento dos pais para com os seus filhos é o mesmo. Deus mandou, então há responsabilidade. A posição dos pais é uma posição que Deus tem dado. Lembra-se que os filhos vem dEle.
2. Pais Devem Ser Honrados
Êx 20:12; Deut 21:18-21; 27:17; Efés 6:2
Deus quer receber glória em tudo que Ele faz (Jer 9:23,24; Mar 12:30; Apoc 5:13). Pais têm responsabilidade no lar, e também os filhos. Aquela posição que Deus tem dado aos pais deve receber a honra dos filhos. Os pais têm a responsabilidade de glorificar Deus pela instrução dado aos filhos. Os filhos têm responsabilidade de glorificar Deus pela honra que dão aos pais. Todos no lar têm responsabilidade de glorificar Deus (Efés 6:1-4).
Mesmo que os pais não sentem dignos de terem a honra dos filhos, Deus mande que os filhos honram os pais do mesmo jeito. Deus tem dado esta posição aos pais e os pais devem cumprir o melhor possível as responsabilidades da posição. Se os pais não vivem dignamente de receberem honra, Deus cuidará deles. Os filhos não precisam julgar os pais dignos antes que dão honra aos pais. Os filhos devem dar honra aos pais pois é mandamento de Deus que eles a dão. Os filhos que não dão honra aos pais, Deus também os cuidarão (Provérbios 30:17). É um favor aos filhos no desempenhos das suas responsabilidades de honrarem os pais se os pais ensinem os filhos de honrar eles como pais. Os pais nunca devem permitir que os filhos desrespeitem a posição que Deus tem os dado (Mat. 15:4-6). Também facilita as coisas se os pais vivem dignamente de receberem tal honra.
Para ver o grau de erro que os filhos que não respeitarem os pais cometem, devem considerar estas listas de pecados grossos e verão que o pecado de desobedecer os pais esteja bem no meio: Rom 1:28-32; II Tim 3:1-5. Pela exanimação destes referencias, não fica consciente que os pais devem ser honrados?
B. Pais Têm Autoridade
Se Deus fez tudo segundo seu propósito, pode crer que Ele tem planos para desenrolar tal propósito. Ele nos revelou pela Bíblia os planos quais são importantes para nós sabermos. A verdade que autoridade existe no mundo não deve restar nenhuma dúvida qualquer. Agora queremos estudar para saber o que é autoridade, ver um exemplo convincente de autoridade em ação e entender os princípios de autoridade.
1. O Que é Autoridade
Autoridade definido é o direito ou poder de se fazer obedecer, de dar ordens, de tomar decisões, de agir, etc. (Dicionário Aurélio, 1a edição). Mesmo que há muitos que não usem corretamente a autoridade que Deus tem estipulado para que os outros usassem, o princípio de autoridade não muda. Há um que tem domínio, e os outros precisam de o obedecer. Se for de outra maneira, autoridade seria inexistente.
O exemplo supremo de autoridade é Deus. Deus é a primeira e a última autoridade (Sal 47:2; 83:18). Só Deus é o “SENHOR, Altíssimo”. Deus pode ser considerado a autoridade suprema porque:
a) Por Ele ser o criador de tudo já é suficiente razão para Ele ter autoridade sobre tudo (Rom 11:36; Apoc 4:11: 5:13).
b) Por Deus ser o onipotente e sobre tudo no céu e na terra mostra que tudo e todos devem obedecer a Sua autoridade (Dan 4:34,35).
c) Por Deus ser amor e o ser perfeito mostra que só Ele deve ter todo o respeito de autoridade (I João 4:8; Rom 2:4; Sal 145:3,17).
d) Por exercitar perfeitamente e com justiça tal autoridade. De Deus veio a lei e é “Deus que há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.” (Ecl. 12:14; Apoc 20:7-15).
Os pais e os filhos podem aprender muito pela consideração íntima da autoridade de Deus e como Ele exercita Sua autoridade em todas as situações.
Deus sendo a autoridade suprema Ele tem delegado autoridade entre vários no mundo como aquilo que agradou Ele. As autoridades que Ele estipulou no mundo (Rom 13;1,2), inclusive no lar (I Cor 11:3; Efés 6:1-4), devem ser vistas como uma extensão da Sua autoridade. Isso, “porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus.. Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenarão.” (Rom 13:1,2,7).
Os princípios de autoridade são os característicos ou a natureza dela. Devemos qualificar qualquer autoridade pelos estes princípios:
a) Deus é a autoridade suprema (Êx 8:10; 9:14; Rom 11:36).
b) As instituições estabelecidas por Deus, bem como governo, casamento, família e igreja foram instituídas para o desempenho dos ordenados propósitos de Deus (Rom 13:1; Efés 1:11; I Cor 14:40).
c) Aquele que tem uma posição de autoridade em qualquer instituição que Deus tem estabelecida só pode exercitar o seu domínio entre os limites daquela instituição. Por exemplo: um governo entre os limites do seu país; um pai entre os limites da sua família, etc. (Efés 6:1, “vossos pais”; 5:24, “seus maridos”).
d) Cada pessoa tem uma autoridade sobre Ele, pois Deus é sobre todos (Jó 34:12,13; Rom 11:36; I Cor 11:3). e) Autoridade tem limites. O governador tem autoridade entre os seus governados mas não entre os governados por outros governos (a menos que no evento de auto defesa). O pai tem autoridade no seu lar mas ele também tem limites. Por exemplo, o pai não tem autoridade de pedir seu filho roubar nem controlar os filhos dos outros, a não ser que é para proteger a sua própria família (Efés 6:1,4).
Há ordem no que Deus tem estabelecido e a capacidade de controlar tudo resta com Deus. Nenhum homem por mais bom que seja ou por mais poderoso que seja pode controlar tão justa e bem quanto Deus. Só Deus é onisciente, onipresente e onipotente (Êx 8:10; 9:14).
2. A Autoridade dos Pais
Agora queremos entender como as verdades de autoridade aprendidas já podem ser aplicadas no lar. É uma coisa saber o certo, é outra coisa fazer o certo. Não é abençoado o homem que só olha no espelho, mas aquele que olha e não esquece os defeitos que viu (Tiago 1:23). Só pelo fazer o que se ouve da Palavra é de edificar algo firme, bem estabelecido e duradouro (Mat. 7:24-27).
·         A primeira verdade que queremos entender neste aspecto é que os filhos têm uma obrigação obedecer os pais. Essa ação de obedecer não é opção dos pais e nem dos filhos (Efés 6:1; Col. 3:20). A palavra obedecer no grego significa de dar ouvidos (como um subordinado, Col. 3:22); ouvir atentamente; com implicação de ouvir para fazer o que for pedido, ou para conformar à autoridade (#5219, Strong’s). É de obedecer como os ventos e o mar obedecem a palavra de Jesus (Mat. 8:27), os espíritos imundos obedecem a autoridade de Jesus (Mar 1:27), como Abraão obedeceu Deus (Heb 11:8) e como Sara obedeceu Abraão (I Ped 3:6). O pecador obedeça a chamada de Deus pela palavra nesta maneira (Heb 5:9). Negativamente, os crentes não devem obedecer como um subordinado ou como um servo às concupiscências da carne (Rom 6:12,16). O que os pais pedem para os filhos fazerem, os filhos devem fazer. É isso o significado da palavra ‘obedecer’ na relação filho - pai.
·         A palavra dos pais é lei. Se é os filhos que devem obedecer aos pais então podemos entender que são os pais que estabelecem os parâmetros no lar. Enquanto os filhos estão no lar, obediência é necessária . De outra maneira, autoridade é inexistente. Os pais têm a responsabilidade e a autoridade de Deus de até forçar a submissão dos filhos fazer o que for pedido deles. Deus requer dos pais o controle dos filhos (castigo por não controlar os filhos mesmo sendo moços - I Sam 3:13; rebeldia como resultado de não controlar os filhos - I Reis 1:6; a instrução de controlar os filhos - Prov. 23:13, 14). Isso não quer dizer que os pais não podem errar nem que o pais podem ultrapassar os limites da sua autoridade. Os princípios de autoridade já estudados continuem em efeito neste relacionamento, e em verdade, em todos os relacionamentos que tem autoridade envolvida. Se tem autoridade, a natureza ou as características dela fiquem em evidência. Em conclusão entendemos que no lar são os pais que estabelecem os limites para os filhos e que os filhos têm a obrigação de submeterem-se à essa autoridade. Por isso, os pais não devem procurar ser o “amigão” ou “o irmão maior” dos filhos. Devem ser os pais - a autoridade para ser obedecida, os líderes. Se os pais são pais verdadeiros e dão liderança, quando os filhos são mais velhos, serão amigos dos pais.
OBS. Nenhuma outra instituição estabelecido por Deus tem a mesma autoridade sobre os filhos. Os filhos devem honrar (decidir dar estimação) às outras autoridades, mas não devem obedecer com a mesma submissão (ser obrigatório, mesmo sem gostar de dar) tanto quanto aos seus pais. É certo que devemos sujeitar nos às autoridades civis (Rom 13:1; Tito 3:1) mas uma outra palavra grega é usada para essa subordinação (#5293, Strong’s). Essa outra palavra grega dá o entender que a vontade é exercitada nesse caso. Uma ação da vontade é evidente sem ter a absoluta obrigação de fazer algo. Essa palavra é usada para os mais jovens se sujeitarem aos mais velhos (I Ped 5:5), as esposas aos maridos (Efés 5:22; Col. 3:18), todos os crentes um ao outro (I Ped 5:5), servos aos mestres (I Ped 2:18) a igreja a Cristo (Efés 5:24) , Cristo ao Pai (I Cor 15:28) e Cristo a José e Maria (Luc 2:51). Nestes casos vejamos a ação da vontade dirigindo tais ações. É uma obediência escolhida, desejada em amor com respeito à posição da pessoa que está fazendo o pedido. Mas a palavra usado para aquele relacionamento de pai - filho (#5219) é aquela com o significado que os filhos devem obedecer mesmo que não querem. É uma obediência absoluta, mesmo sem o exercício da vontade nem necessariamente por amor à pessoa que está fazendo o pedido. Então é evidente que as outras instituições (governo, escola, igreja, etc.) têm uma autoridade sobre os filhos e os filhos têm uma responsabilidade para com as outras instituições de obedece-las mas não é aquela mesma responsabilidade de obedecer que os filhos devem ter para com os pais nem é a mesma autoridade que os pais exercitem sobre os filhos.
3. A Posição do Governo no Lar
Será que podemos achar na Bíblia a indicação da pratica tão popular no mundo hoje que se os pais errem no seu desempenho como pais, o governo tem o direito e responsabilidade de tomar o lugar dos pais no lar?
Estudando Mat. 15:4; Êx 21:15,17; Deut 27:16; Prov. 30:17 podemos aprender que são os pais que o governo deve apoiar. A posição de autoridade dos pais deve ser reforçada pelas ações do governo. O governo deve restaurar a autoridade dos pais e não substitui-la. O governo deve ver que os filhos obedecem os pais em vez de verificar que os pais cuidam bem dos filhos.
Se o governo quer ser Bíblico, que ele apoie os pais e ajude eles na disciplina dos filhos. De outra maneira é interferência.
4. A Benção dos Filhos que Obedecem os Pais
Quando os pais obedecem a Palavra de Deus e sejam a autoridade devida no lar respeitando os princípios de autoridade; e quando a autoridade do lar for respeitada pelos filhos, há grande recompensa. Essa recompensa será nas esferas pessoais, sociais, escolares e eclesiásticas. Como é o lar, tal é o mundo. Se o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e morais de cada ser humano for estabelecido com respeito à autoridade, então a humanidade recolhera ordem e bênçãos divinas (Efés 6:2,3; Êx 20:12; Prov. 3:1,2).
Quando os pais requerem que os filhos obedecem eles e quando os filhos obedecem com respeito aos pais, Deus os abençoa grandemente. No mundo há grande número de influências contrárias à boa formação de caráter e virtude nos filhos. Também existe a destruição geral no mundo por causa de pecado. Da mesma forma pode ter a amaldiçôo particular sobre a terra, um país, cidade ou família por causa de pecado. Mas quando há obediência na parte dos filhos, e além disso, na parte dos filhos para com os pais, uma proteção está armada sobre tais filhos. Funciona como um guarda-chuva resguardando os que estão embaixo dele dos elementos diversos da natureza. Deus proteja os filhos que obedecem os pais desta maneira dando os favor especial (Jer 35:14-19), glória particular (João 17:4; Fil. 2:8-11), bênçãos reservadas (Prov. 3:13-18) e oportunidades exclusivas (Êx 20:12; Efés 6:1-3). Os dias longos pode referir ao fato que tais filhos em geral não seriam atingidos com os desastres naturais para morrerem cedo na vida. Também refere às oportunidades para se enriquecerem pois tanto mais dias que tem, mais oportunidades para ter êxito nos negócios). Se os pais forem obedientes a Deus, os filhos saberão o caminho que devem andar (Deus 6:6-9) e tais filhos, andando naqueles caminhos, terão grande recompensas. Contrariamente, os filhos que não obedecem os pais terão nada menos que a destruição normal do pecado e mais a amaldiçôo de Deus sobre eles (Deut 21:18-21; Prov. 20:20; 30:17). Por exemplo ver os casos de Caim (Gên. 4), Cão (Gên. 9:20-27) e de Absolão (II Sam 18:9) e considerar as listas de pecados abomináveis de Romanos 1:29-32 e II Timóteo 3:1-5.
C. A Importância de Autoridade
A autoridade não é só uma verdade e boa para ser aplicada no lar. Ela também tem influencias aonde é que ela é exercitada com o equilíbrio Bíblico.
1. É Direito
Devemos lembrar que Deus tem dado a autoridade aos pais. Os pais não inventaram o sistema, é divina. A posição de ser pai traz junto a responsabilidade de autoridade divina. Os pais realmente são agentes de Deus desta responsabilidade divina no lar. O lar é administrado pelos pais e devem influenciar tudo no lar. A musica, filmes e atividades no lar é da responsabilidade dos pais. A cabeça do lar deve tomar as decisões no lar. Os amigos com quem anda os filhos devem passar pela aprovação dos pais. A influência da educação escolar deve também ter o aval dos pais. Se a educação não for em conformidade dos princípios morais dos pais uma mudança deve ser feito pois quem é responsável em primeiro lugar são os pais, um direito divino. Os pais que não exercitam devidamente a sua posição de responsabilidade como agentes de Deus no lar, não podem desculpar essa falta no pastor, a igreja, a escola ou a sociedade. Deus deu os o direito de ensinar autoridade no lar e são eles que precisam levar qualquer culpa pela falta da pratica de serem os representantes de Deus no lar (I Sam 3:13).
2. É Liderança
A maneira que os pais cuidam da autoridade no lar dá um exemplo para os filhos seguirem quando terão filhos. É fato que os filhos precisam de um exemplo; alguém que eles podem respeitar e seguir. Se não for achado no lar será achado fora do lar. A autoridade firme no lar exercitada pelos pais em amor supre esta necessidade dos filhos em terem este exemplo e dá lhes um modelo oficial para servir de padrão para as suas vidas. Ai dos pais que não dão um exemplo bíblico para os seus filhos (Luc 17:1,2; Prov. 13:13).
3. Ë Influência
A autoridade no lar refletirá nos atitudes dos filhos sobre autoridade em qualquer lugar: no governo (Rom 13:1-7), trabalho (Efés 6:5-9), lar (Efés 5:22-24; 6:1-4) na escola e igreja (Efés 1:21-23). Se os filhos vêem os pais como pessoas justas no exercício da autoridade eles terão uma confiança que as que têm autoridade em outros lugares também serão justas. Se os pais corrigem pelos erros, vão crer que as autoridades na escola, governo, etc., também corrigirão pelos erros cometidos. Os pais que vêem a sua posição como dada por Deus e entendem que a sua autoridade foi dada por Deus para ser usada para a glória de Deus apontarão repetidas vezes à pessoa de Deus como a razão das suas ações. Isso acostumaria os filhos à idéia do direito e autoridade divina sobre as suas vidas (Prov. 22:6). Contrariamente se os pais dão um exemplo de displicência na formação deste atitude sobre autoridade, os filhos também terão a mesma falha nas suas personalidades e vão esperar que os outros em posições de autoridade sejam tão preguiçosos quanto a seus pais neste respeito. Seria interessante ver quantos reis seguiram o exemplo dos pais nos livros de I e II Reis (por exemplo: I Reis 15:3, 11, 26). Os pais que não vivem a Palavra de Deus não têm muito de Deus para passar para os filhos. Que os pais serão testemunhas, boas ou más, é evidente (II Cor 3:3).
4. É Simbólica
A autoridade, sendo designada por Deus, como todas as obras de Deus também mostra os aspectos do Divino na sua autoridade, proteção, amor, sabedoria, justiça e firmeza (Rom 11:33-36). Quando a autoridade é mostrada fielmente no lar os filhos podem até adaptar bem à aceitação da posição da autoridade de Deus como Salvador nas suas vidas eventualmente. A autoridade bem exercitada com prudência e justiça levará para a glória de Deus pois autoridade é obra de Deus e mostrará a sua glória tanto quanto qualquer outra parte da sua obra (Sal 19:1-3; Apoc 4:11).
IV. A Natureza dos Filhos
O que os filhos são por dentro é de extrema importância. Por isso educação de filhos tem por objetivo treinar o coração do filho. Educação de filhos e treinamento de almas. Os filhos só podem reagirem ao que são por dentro. Qualquer educação deve levar em conta a natureza do sujeito que está sendo educado. A falta de considerar isso trará decepção tanto para o educador quanto frustração ao que recebe a educação.
Por que uma criança precisa ser educada? O que é que dificulta a educação dos filhos? Por que os filhos precisam autoridade dos pais? Quais são os objetivos que os pais devem ter para educar bem os seus filhos? Cada filho é igual? As necessidades dos filhos modificam com a idade?
A. A origem da natureza dos filhos
1. Considere a criação original de Deus. Quando Deus criou o mundo é evidente que Ele criou os animais e o homem já com a vida madura. Deus criou Adão já homem, maduro. Por isso ele foi dado as responsabilidade de lavrar e guardar o jardim do Éden (Gên. 2:7,15). Eva foi criada em forma de mulher já crescida para ser a ajudadora idônea para o homem (Gên. 2:18-25), de outra maneira ela não seria tal ajudadora idônea para ele. Por Deus criar a vida adulta primeiro podemos entender então que as crianças precisam de serem cuidados pelos adultos. Deus criou o homem já maduro para não ser desamparado e para amparar o fruto da relação de homem e mulher no lar. Crianças são imaturas e precisam de aprender para poderem viver bem no mundo adulto. Jesus, como criança, submeteu-se aos que representaram a autoridade no seu lar e precisava crescer tanto em sabedoria quanto estatura (Luc 2:51,52; Heb 5:8).
2. O homem tem uma natureza pecaminosa (Gên. 5:3; Rom 5:12, 18). O Adão perdeu a sua inocência e desde então todos que nascem já nascem com a natureza pecaminosa. Por isso as crianças já falam mentiras desde novas (Sal 51:5; 58:3). As mentiras das crianças só têm um objetivo: engrandecer a si mesmo! Os filhos nossos têm o mesmo problema que nós temos: auto suficiência e egoísmo terrível! Satanás, que é o pai da mentira (João 8:44), iniciou pecado com este problema de egoísmo (Ez 28:17; Isa 14:13,14) e este era o problema de Adão (Gên. 3:6) e é também o de todos que já nasceram desde então (Rom 5:12). Quando os adultos querem desculpar o que uma criança diz ou faz pelo ditado “É coisa de criança” eles estão dizendo uma verdade. Educação dos filhos conforme a Palavra de Deus determinará se tal criança continuará fazendo coisas de criança para sempre pelo tempo da sua mocidade e até adulto ou aprenderá deixar as coisas de criança e viver com o alvo certo na vida. Se deixar a tolice do pecado agir, por mais engraçadinho que parece no momento, ela tentará de dobrar todo mundo ao seu redor para lhe servirem tanto quanto Satanás designo no seu coração fazer Deus ser seu servo (Mat. 3:9).
3. Os filhos que não têm educação moral baseada em autoridade serão sempre controlados pela natureza pecaminosa: ou a deles mesmo, ou a de outros. Os filhos precisam aprender auto controle. Pecadores não querem Deus nem o seu controle. Pecadores naturalmente não aprenderão de amar o próximo como a si mesmo. Autoridade dos pais repreenderia esta tolice de pecado para que os filhos tenham esperança (Prov. 29:15; I Sam 3:13). Os pais qualificados melhor para ensinar os filhos de terem auto controle são os pais que já aprenderam a submeterem se à Palavra de Deus e viver por ela. Os pais que ensinam os filhos de controlarem a natureza pecaminosa ensinem os filhos de não ser escravos do pecado (Rom 6:16). Não ensinar os filhos dizer não à sua própria natureza pecaminosa é crueldade à criança e tais pais são culpados de mal tratarem os seus filhos (I Sam 3:13; Ez 33:3-6).
http://www.solascriptura-tt.org/VidaDosCrentes/ComFamilia/AEducacaoDosFilhosNoLar-Gardner.htm 
 
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Colaboração do Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva.

 
 
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