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ABRAÃO - ÊXITOS E FRACASSOS DO AMIGO DE DEUS 4º TRIMESTRE DE 2002 
COMENTÁRIOS DE Pr.ELIENAI CABRAL (CONSULTORIA DOUTRINÁRIA E TEOLÓGICA DE Pr.ANTÔNIO GILBERTO)
 
LIÇÃO 7 - LIÇÕES DO PACTO ABRAÃMICO -  17/11/2002
 
TEXTO ÁUREO:
“Saberás, pois, que o Senhor, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda o concerto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos” (Dt 7.9).
MISERICÓRDIA... AOS QUE O AMAM. Deus escolheu Israel movido pelo seu amor aos israelitas (vv. 7,8). Além disso, Deus prometeu que cumpriria fielmente o seu concerto e usaria de misericórdia de geração em geração, para com os "que o amam e guardam os seus mandamentos" (cf. 6.4-9). Não somente o amor de Deus dependia dessa atitude de amor e obediência, mas também disso dependia a prosperidade deles (vv. 13,14), sua saúde (v. 15) e seu triunfo militar (vv. 16-18).
Veja as sete dispensações e as sete alianças de DEUS
 
VERDADE PRÁTICA:
Deus vela pela sua Palavra para a cumprir, por isso, os seus pactos são fiéis. 
 
LEITURA DIÁRIA:
Segunda Gn 15.8-16 O futuro da posteridade de Abraão
8 E disse ele: Senhor JEOVÁ, como saberei que hei de herdá-la? 9 E disse-lhe: Toma-me uma bezerra de três anos, e uma cabra de três anos, e um carneiro de três anos, e uma rola, e um  pombinho. 10 E trouxe-lhe todos estes, e partiu-os pelo meio, e pôs cada parte deles em frente da outra; mas as aves não partiu. 11 E as aves desciam sobre os cadáveres; Abrão, porém, as enxotava. 12 E, pondo-se o sol, um profundo sono caiu sobre Abrão; e eis que grande espanto e grande escuridão caíram sobre ele. 13 Então, disse a Abrão: Saibas, decerto, que peregrina será a tua semente em terra que não é sua; e servi-los-á e  afligi-la-ão quatrocentos anos. 14 Mas também eu julgarei a gente à qual servirão, e depois sairão com grande fazenda. 15 E tu irás a teus pais em paz; em boa velhice serás sepultado. 16 E a quarta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia.
15.13 EM TERRA QUE NÃO É SUA. Deus disse a Abrão que seus descendentes seguiriam para o Egito e seriam oprimidos por quatro séculos, uma cifra arredondada dos 430 anos que realmente foram passados ali (Êx 12.40,41; Gl 3.17).

Terça  Gn 15.17-21 O futuro da terra de Abraão 
17 E sucedeu que, posto o sol, houve escuridão; e eis um forno de fumaça e uma tocha de fogo que passou por aquelas metades.18 Naquele mesmo dia, fez o SENHOR um concerto com Abrão, dizendo: À tua semente tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates,19 e o queneu, e o quenezeu, e o cadmoneu,20 e o heteu, e o ferezeu, e os refains,21 e o amorreu, e o cananeu, e o girgaseu, e o jebuseu.
15.18 FEZ O SENHOR UM CONCERTO COM ABRÃO. O relato de como efetuar um concerto está descrito nos versículos 9-17. (1) Consistia em sacrificar animais, cortá-los em metades, separar as metades e colocá-las em frente umas das outras (v. 10). A seguir, as duas pessoas que faziam o acordo caminhavam entre as duas metades dos animais sacrificados, significando que as partes que não cumprissem com as promessas do concerto, pereceriam exatamente como aqueles animais (v. 17; Jr 34.18). Um forno de fumaça e uma tocha de fogo (v.17) é uma evidência da presença de Deus no seu concerto com Abrão (v. 17; Êx 3.2; 14.24). (2) Note que, embora um concerto geralmente envolvesse responsabilidades para as duas partes (cf. 17.9-14), neste caso, somente Deus passou entre os pedaços do animal (v. 17). Foi Deus exclusivamente quem estabeleceu as promessas e as obrigações deste concerto; o papel de Abrão era apenas o de aceitá-las por fé obediente (ver 17.2 nota).

Quarta Gn 15.13; Êx 12.40 O cativeiro de Israel no Egito
Gn 15.13 Então, disse a Abrão: Saibas, decerto, que peregrina será a tua semente em terra que não é sua; e servi-los-á e afligi-la-ão quatrocentos anos.
15.13 EM TERRA QUE NÃO É SUA. Deus disse a Abrão que seus descendentes seguiriam para o Egito e seriam oprimidos por quatro séculos, uma cifra arredondada dos 430 anos que realmente foram passados ali (Êx 12.40,41; Gl 3.17).
Êx 12.40 O tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de quatrocentos e trinta anos.
Gênesis 15.13 Então, disse a Abrão: Saibas, decerto, que peregrina será a tua semente em terra que não é sua; e servi-los-á e afligi-la-ão quatrocentos anos.
 Atos dos Apóstolos 7.6 E falou Deus assim: Que a sua descendência seria peregrina em terra alheia, e a sujeitariam à escravidão e a maltratariam por quatrocentos anos.
 Gálatas 3.17 Mas digo isto: que tendo sido o testamento anteriormente confirmado por Deus, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o invalida, de forma a abolir a promessa.


Quinta Gn 15.19-21; Dt 6.18,19 Os primitivos ocupantes da terra
Gn 15.19 e o queneu, e o quenezeu, e o cadmoneu,20 e o heteu, e o ferezeu, e os refains,21 e o amorreu, e o cananeu, e o girgaseu, e o jebuseu.
 
Dt 6.18 E farás o que é reto e bom aos olhos do SENHOR, para que bem te suceda, e entres, e possuas a boa terra, sobre a qual o SENHOR jurou a teus pais;19 para que lance fora a todos os teus inimigos de diante de ti, como o SENHOR tem dito.

Sexta Jz 3.1,2 Israel e a guerra
1 Estas, pois, são as nações que o SENHOR deixou ficar, para por elas provar a Israel, a saber, a todos os que não sabiam de todas as guerras de Canaã.2 Isso tão-somente para que as gerações dos filhos de Israel delas soubessem (para lhes ensinar a guerra), pelo menos as gerações que, dantes, não sabiam disso:3 cinco príncipes dos filisteus, e todos os cananeus, e sidônios, e heveus, que habitavam nas montanhas do Líbano, desde o monte de Baal-Hermom até à entrada de Hamate.
 
Sábado Dt 6.24; Js 2.10 Deus combate por Israel
Dt 6.24 E o SENHOR nos ordenou que fizéssemos todos estes estatutos, para temermos ao SENHOR, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje
 
Js 2.10 Porque temos ouvido que o SENHOR secou as águas do mar Vermelho diante de vós, quando saíeis do Egito, e o que fizestes aos dois reis dos amorreus, a Seom e a Ogue, que estavam dalém do Jordão, os quais destruístes.
OUTRA GERAÇÃO... QUE NÃO CONHECIA O SENHOR. A ocorrência cíclica de declínio e renovação espiritual na vida da nação israelita, começou com a morte da geração que conquistara a terra prometida e o surgimento da geração seguinte. O panorama histórico do livro de Juízes gira em torno dos seguintes fatos: (1) a nova geração desvia-se do voto de fidelidade de seus pais e deixa de andar em comunhão pessoal com o Senhor (v. 10); (2) esse pecado leva a nova geração a conformar-se com os modos de vida e os valores da cultura em derredor, o que resulta em apostasia geral (vv. 11-13); (3) a condenação divina cai sobre Israel em forma de opressão e escravidão, da parte de seus inimigos (vv. 14,15); (4) os israelitas, a seguir, clamam a Deus, em meio a suas aflições e se arrependem da apostasia (vv. 15,18); (5) Deus levanta um líder cheio do poder do Espírito, como libertador para livrar os israelitas da escravidão e conduzir a nação de volta a Deus (vv. 16,18).
 
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:
GÊNESIS 15.18-21; DEUTERONÔMIO 7.1-8
Gn 15.18 Naquele mesmo dia, fez o SENHOR um concerto com Abrão, dizendo: À tua semente tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates,19 e o queneu, e o quenezeu, e o cadmoneu,20 e o heteu, e o ferezeu, e os refains,21 e o amorreu, e o cananeu, e o girgaseu, e o jebuseu.
FEZ O SENHOR UM CONCERTO COM ABRÃO. O relato de como efetuar um concerto está descrito nos versículos 9-17. (1) Consistia em sacrificar animais, cortá-los em metades, separar as metades e colocá-las em frente umas das outras (v. 10). A seguir, as duas pessoas que faziam o acordo caminhavam entre as duas metades dos animais sacrificados, significando que as partes que não cumprissem com as promessas do concerto, pereceriam exatamente como aqueles animais (v. 17; Jr 34.18). Um forno de fumaça e uma tocha de fogo (v.17) é uma evidência da presença de Deus no seu concerto com Abrão (v. 17; Êx 3.2; 14.24). (2) Note que, embora um concerto geralmente envolvesse responsabilidades para as duas partes (cf. 17.9-14), neste caso, somente Deus passou entre os pedaços do animal (v. 17). Foi Deus exclusivamente quem estabeleceu as promessas e as obrigações deste concerto; o papel de Abrão era apenas o de aceitá-las por fé obediente (ver 17.2 nota).
 
Dt 7.1 Quando o SENHOR, teu Deus, te tiver introduzido na terra, a qual passas a possuir, e tiver lançado fora muitas nações de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus, sete nações mais numerosas e mais poderosas do que tu;2 e o SENHOR, teu Deus, as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas concerto, nem terás piedade delas;3 nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos e não tomarás suas filhas para teus filhos;4 pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do SENHOR se acenderia contra vós e depressa vos consumiria.5 Porém assim lhes fareis: derrubareis os seus altares, quebrareis as suas estátuas, cortareis os seus bosques e queimareis a fogo as suas imagens de escultura.6 Porque povo santo és ao SENHOR, teu Deus; o SENHOR, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que sobre a terra há.7 O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos,8 mas porque o SENHOR vos amava; e, para guardar o juramento que jurara a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito.
7.3 NEM TE APARENTARÁS COM ELAS. Qualquer convívio íntimo ou afinidade do crente com o descrente acabará destruindo a separação e a santidade do povo de Deus. É o caso do casamento misto, do crente com o incrédulo, ou amizade íntima com incrédulos, que podem desviar o crente de seguir a Deus.
A SEPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CRENTE
2Co 6.17,18 “Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso”.
O conceito de separação do mal é fundamental para o relacionamento entre Deus e o seu povo. Segundo a Bíblia, a separação abrange duas dimensões, sendo uma negativa e outra positiva: (a) a separação moral e espiritual do pecado e de tudo quanto é contrário a Jesus Cristo, à justiça e à Palavra de Deus; (b) acercar-se de Deus em estreita e íntima comunhão, mediante a dedicação, a adoração e o serviço a Ele. 
(1) No AT, a separação era uma exigência contínua de Deus para o seu povo (Lv 11.44 nota; Dt 7.3 nota; Ed 9.2 nota). O povo de Deus deve ser santo, diferente e separado de todos os outros povos, a fim de pertencer exclusivamente a Deus. Uma principal razão por que Deus castigou o seu povo com o desterro na Assíria e Babilônia foi seu obstinado apego à idolatria e ao modo pecaminoso de vida dos povos vizinhos (ver 2Rs 17.7,8 notas; 24.3 nota; 2Cr 36.14 nota; Jr 2.5, 13 notas; Ez 23.2 nota; Os 7.8 nota). 
(2) No NT, Deus ordenou a separação entre o crente e 
(a) o sistema mundial corrupto e a transigência ímpia (Jo 17.15,16; 2Tm 3.1-5; Tg 1.27; 4.4); 
(b) aqueles que na igreja pecam e não se arrependem de seus pecados (Mt 18.15-17; 1Co 5.9-11; 2Ts 3.6-15); e 
(c) os mestres, igrejas ou seitas falsas que aceitam erros teológicos e negam as verdades bíblicas (ver Mt 7.15; Rm 16.17; Gl 1.9 nota; Tt 3.9-11; 2Pe 2.17-22; 1Jo 4.1; 2Jo 10,11; Jd vv.12,13).
(3) Nossa atitude nessa separação do mal, deve ser de 
(a) ódio ao pecado, à impiedade e à conduta de vida corrupta do mundo (Rm 12.9; Hb 1.9; 1Jo 2.15), 
(b) oposição à falsa doutrina (Gl 1.9), (c) amor genuíno para com aqueles de quem devemos nos separar (Jo 3.16; 1Co 5.5; Gl 6.1; cf. Rm 9.1-3; 2Co 2.1-8; 11.28,29; Jd v. 22) e 
(d) temor de Deus ao nos aperfeiçoarmos na santificação (7.1).
(4) Nosso propósito na separação do mal, é que nós, como o povo de Deus, 
(a) perseveremos na salvação (1Tm 4.16; Ap 2.14-17), na fé (1Tm 1.19; 6.10, 20,21) e na santidade (Jo 17.14-21; 2Co 7.1); 
(b) vivamos inteiramente para Deus como nosso Senhor e Pai (Mt 22.37; 2Co 6.16-18) e (c) convençamos o mundo incrédulo da verdade e das bênçãos do evangelho (Jo 17.21; Fp 2.15). 
(5) Quando corretamente nos separarmos do mal, o próprio Deus nos recompensará, acercando-se de nós com sua proteção, sua bênção e seu cuidado paternal. Ele promete ser tudo o que um bom Pai deve ser. Ele será nosso Conselheiro e Guia; Ele nos amará e de nós cuidará como seus próprios filhos (6.16-18).
(6) O crente que deixa de separar-se da prática do mal, do erro, da impureza, o resultado inevitável será a perda da sua comunhão com Deus (6.16), da sua aceitação pelo Pai (6.17), e de seus direitos de filho (6.18; cf. Rm 8.15,16).
A DESTRUIÇÃO DOS CANANEUS
Js 6.21 “E tudo quanto na cidade havia destruíram totalmente a fio da espada, desde o homem até à mulher, desde o menino até ao velho, até ao boi e gado miúdo e ao jumento.”
(1) Antes de a nação de Israel entrar na terra prometida, Deus tinha dado instruções rigorosas quanto ao que deviam fazer com os moradores dali — deviam ser totalmente destruídos. “Porém, das cidades destas nações, que o Senhor, teu Deus, te dá em herança, nenhuma coisa que tem fôlego deixarás com vida. Antes, destruí-las-ás totalmente: aos heteus, e aos amorreus, e aos cananeus, e aos fereseus, e aos heveus, e aos jebuseus, como te ordenou o Senhor, teu Deus” (Dt 20.16,17; cf. Nm 33.51-53). 
(2) O Senhor repetiu essa ordem depois dos israelitas atravessarem o Jordão e entrarem em Canaã. Em várias ocasiões, o livro de Josué declara que a destruição das cidades e dos cananeus pelos israelitas foi ordenada pelo Senhor (Js 6.2; 8.1-2; 10.8). Os crentes do novo concerto freqüentemente argumentam sobre até que ponto essa destruição em massa de seres humanos é corrente com outras partes da Bíblia como revelação divina, que tratam do amor, justiça de Deus e do seu repúdio à iniqüidade. 
(3) A destruição de Jericó é um relato do justo juízo divino contra um povo iníquo em grau máximo e irremediável, cujo pecado chegara a atingir sua plena medida (Gn 15.16; Dt 9.4,5). Noutras palavras, Deus aniquilou os moradores daquela cidade e outros habitantes de Canaã porque estes se entregaram totalmente à depravação moral. A arqueologia revela que os cananeus estavam envolvidos em todas as formas de idolatria, prostituição cultual, violência, a queima de crianças em sacrifícios aos seus deuses e espiritismo (cf. Dt 12.31; 18.9-13; ver Js 23.12 nota). 
(4) A destruição total dos cananeus era necessária para salvaguardar Israel da destruidora influência da idolatria e pecado dos cananeus. Deus sabia que se aquelas nações ímpias continuassem a existir, ensinariam os israelitas “a fazer conforme todas as suas abominações, que fizeram a seus deuses, e pequeis contra o Senhor, vosso Deus’’ (Dt 20.18). Este versículo exprime o princípio bíblico permanente, de que o povo de Deus deve manter-se separado da sociedade ímpia ao seu redor (Dt 7.2-4; 12.1-4). 
(5) A destruição das cidades cananéias e seus habitantes, demonstra um princípio básico de julgamento divino: quando o pecado de um povo alcança sua medida máxima, a misericórdia de Deus cede lugar ao juízo (cf. 11.20). Deus já aplicara esse mesmo princípio, quando do dilúvio (Gn 6.5,11,12) e da destruição das cidades iníquas de Sodoma e Gomorra (Gn 18.20-33; 19.24-25). 
(6) A história subseqüente de Israel confirma a importância desse princípio e da ordem divina de que todas as nações pagãs fossem destruídas. Na realidade, os israelitas desobedeceram ao mandamento do Senhor e não expulsaram completamente todos os habitantes de Canaã. Como resultado, começaram a seguir seus caminhos detestáveis e a servir aos seus deuses-ídolos (ver Jz 1.28 nota; 2.2,17 notas). O livro de Juízes é a história daquilo que o Senhor fez em resposta a essa apostasia. 
(7) Finalmente, a destruição daquela geração de cananeus tipifica e prenuncia o juízo final de Deus sobre os ímpios, no fim dos tempos. O segundo e verdadeiro Josué da parte de Deus, i.e., Jesus Cristo, voltará em justiça, com os exércitos do céu a fim de julgar todos os ímpios e de batalhar contra eles (Ap 19.11-21). Todos aqueles que rejeitarem a sua oferta de graça e de salvação e que continuarem no pecado, perecerão assim como os cananeus. Deus abaterá todas as potências mundiais e estabelecerá na terra o seu reino da justiça (Ap 18.20,21; 20.4-10; 21.1-4). 
 
OBJETIVOS:
Após esta aula seu aluno deverá estar apto a:
Relacionar e identificar os pactos firmados entre Deus e a humanidade. 
Edênico- Adâmico- Noético- Abraâmico- Mosaico- Palestínico- Davídico- Graça ou Nova Aliança

Descrever os principais aspectos do pacto Abraâmico.
Dimensões Do Pacto, Extensão da Terra e Primitivos Habitantes da Terra

Explicar a tipologia dos povos de Canaã.
 
POVOS
TIPOLOGIA
1. Os povos queneus, quenezeus e cadmoneus 
Trabalhavam com metais e ornamentação. Misturavam-se aos Israelitas e eram seus amigos principalmente no tempo dos reis Davi e Salomão.
Tipificam os povos Mundanos, que se misturam à Igreja sorrateiramente, sem serem percebidos.
2. O povo heteu 
Netos de Noé, Mulheres de Esaú eram Hetéias (Trouxeram amargura e tristeza à Isaque e Rebeca). 
Tipificam os que causam tristeza, amargura, fomentam contenda, revolta e divisão.
3. Os povos ferezeus e os refains 
Viviam a Vaguear.
Tipificam os que são inconstantes e estão sempre a se mudar; são os insatisfeitos.
4. O povo amorreu 
Destruição e pilhagem, desumanos, perversos e cruéis.
Tipificam os que resistem ao ESPÍRITO SANTO.
5. O povo cananeu 
Terra Baixa, Descendentes do filho amaldiçoado de Noé.
Tipificam a fraqueza Carnal, intransigência e falsa espiritualidade.
6. O povo girgaseu 
Argiloso. Apatia, pouco caso, indiferença.
Tipifica aqueles que têem os corações duros e impenetráveis para a palavra de DEUS.
7. O povo fereseu).
Agrícolas. "Coisas da terra".
Tipificam os que vivem na ansiedade e conformidade com as coisas da terra.
8. O povo heveu 
Armadores de Armadilhas. 
Tipificam os que são fingidos, astutos e sem transparência. Usam de engano.
9. O povo jebuseu
"Lugar Pisado" ou "Terra Batida", Descendentes do 3º filho de Canaã.
Tipificam os que produzem secura espiritual ou espiritualidade morta.
 
COMENTÁRIOS:
INTRODUÇÃO
Esta lição trata da fidelidade de Deus. Ele cumpre sua Palavra e suas promessas. A Bíblia contém vários pactos (alianças) feitos entre Deus e o homem. Esta lição destaca o pacto concernente ao território físico da “terra” concedido a Abraão e a sua posteridade. Entre os textos bíblicos que tratam disto estão Gênesis 15 e Deuteronômio 7. Muitas lições aprendemos do estudo destas passagens, as quais nos ensinam, não apenas sobre a fidelidade de Deus para com suas promessas, mas, também, as verdades e princípios 
aplicáveis à vida cristã.
 
Vide Aliança

I. OS PACTOS IDENTIFICADOS NA BÍBLIA

1. O pacto Edênico (Gn 1.26-28). 
É chamado “dispensação da inocência”.  (Rm 3.23; 5.12). (Lc 22.20; Hb 10.19-23; Rm 3.24,25).

 

Normas
 
1. Encher a Terra de uma nova ordem - a humana;
2. Subjugar a Terra, para o proveito humano;
3. Ter domínio sobre a criação animal;
4. Zelar do jardim;
5. Comer ervas e frutas;
6. Abster-se de comer da árvore da ciência do bem e do mal.
Erros
 
l°)ver;
 
2°) cobiçar;
 
3°) tomar;
 
4°) esconder;
 
5°) transmitir;
 
6°) morrer.
Consequências
1°) Conhecimento do mal;
2°) A perda da comunhão com Deus;
3°) Separou-se de Cristo;
4°) O espírito do homem ficou em estado de morte;
5°) A perversão da natureza moral;
6°) Tornou-se escravo do pecado e de Satanás, e
7°) Perdeu muito de sua inteligência (além de outros resultados funestos).
As três conseqüências más sobre a mulher, uma maldição tríplice:
1°) A concepção multiplicada;
2°) O aumento de dores durante a maternidade, e 
3°) Sujeição ao domínio do homem. 
Vedado o Caminho da Árvore da Vida, Gn 3.24.
Foi por misericórdia que Deus expulsou Adão e Eva do Jardim e proibiu a sua aproximação da árvore da vida, pois se tivessem comido dessa árvore amargariam uma existência eterna, no triste estado em que se encontravam. Era preferível estarem sujeitos a morte física, pois a mesma serve para conduzir o homem a Cristo.
Em Gn 3.15, encontramos a Primeira Promessa do Redentor.
 
2. O pacto Adâmico (Gn 3.14-19).(Gn 3.14,15).
Enquanto a Primeira Dispensação não teve uma duração muito certa, a Segunda Dispensação, de "Adão ao Dilúvio", teve uma duração de 1656 anos, quando deu-se a Tentação e a queda do homem até Gn 2.
 
Juízos e Promessas
1°)A Serpente, instrumento de Satanás, amaldiçoada;
 
2°) A primeira promessa de um redentor, Gn 3.15;
 
3°) A condição da Mulher mudada em três sentidos, Gn 3.16: concepção multiplicada; maternidade ligada com sofrimento; sujeição ao homem, Gn 1.26,27.
 
4°) A Terra Amaldiçoada por causa do homem, Gn 3.17;
 
5°) O inevitável cansaço da vida, Gn 3.17;
 
6°) O leve trabalho do Éden, Gn 2.15; mudado para o serviço laborioso, Gn 3.18,19,e
 
7°) A morte física, Gn 3.19; Rm 5.12,2; para a Morte Espiritual.
"Deus dá uma demonstração que sua atitude para com o Homem é sempre com o intuito de fazê-lo compreender sua pequenez e dependência, mas jamais deixa de prover".
Tentações
 
a) A Concupiscência do Comer: "...boa para comer";
 
b) A Concupiscência dos Olhos: "...agradável aos olhos", e
 
c) A Soberba da Vida:
 "...desejável para entendimento ". Notamos que a primeira conseqüência do pecado foi a vergonha que eles tiveram, ao encontrar-se com Deus, ao ponto de "fazerem aventais", Gn 3.7. O Todo Poderoso então fez túnicas de pele de animal, para vesti-los, Gn 3.21.
 
Aspectos do Juízo de DEUS
 
1°) É para a Glória de Deus;
 
2°) É para Instruir as Nações, Is 26.9;
 
3°) É para Purificar, Gn 15.16;
 
4°) É,conseqüentemente, uma Libertação do Mal, e
5°) É Profético, Lei 7.26,27.
 
 
3. O pacto com Noé (Gn 9.1).  (Gn 6.7,12),  (Gn 6.13). (1 Pe 3.20; Gn 6.14). Depois do Dilúvio, quando arca se firmou sobre a terra seca, Deus fez um pacto com Noé estabelecendo o princípio do governo humano.
Esta Dispensação durou 427 anos, desde o tempo do Dilúvio até a Dispersão do homem sobre a superfície da Terra, Gn 10.35; 11. l O-19.

 

Promessas
 
O arco-íris, Gn 9.12,17
 
ESTABELEÇO O MEU CONCERTO CONVOSCO. Estes versículos falam do concerto que Deus fez com a humanidade e com a natureza, pelo qual Ele prometeu que nunca mais destruiria 
a terra e todos os seres viventes com um dilúvio (vv. 11, 15).
9.13 O MEU ARCO... NA NUVEM. O arco-íris foi o sinal de Deus e o memorial perpétuo da sua promessa, no sentido de nunca mais Ele destruir todos os habitantes da terra com um dilúvio. O arco-íris deve nos lembrar da misericórdia de Deus e da sua fidelidade à sua palavra.
Descendência de Noé
a) Jafé: zona Norte das nações e as proximidades dos mares Negro e Cáspio: as raças caucásicas da Europa e Ásia.
b) Cão: zona Sul das nações, a Arábia Meridional e Central, o Egito, a costa oriental do Mediterrâneo e a costa oriental da África. (Canaã, filho de Cão).
c)Sem: zona central das nações. Os semitas incluíam os judeus, assírios e sírios, na parte Norte do vale do Eufrates. A Aliança com Noé, Gn 9.1-17:
1) Confirmação de que o homem seria relacionado à terra, conforme a Aliança Adâmica,Gn8.21;
2) Confirmação da ordem da natureza, Gn 8.22;
3) Estabelecimento do governo humano, Gn 9. l -6;
4) Garantia de que a Terra não sofreria outro Dilúvio, Gn 8.21; 9.11;
5) Declaração profética de que procederia de Cão uma posteridade inferior e serviçal, Gn9.24.25;
6) Declaração profética de que haveria uma relação especial entre Jeová e Sem, Gn9.26.27, e
7) Declaração profética de que de JAFÉ procederiam as "raças dilatadas ", Gn 9.27. Os governos, as ciências e as artes têm provido, geralmente, de descendentes de Jafé; assim a História tem confirmado o exato cumprimento dessas declarações. 
História
 
O homem fracassou inteiramente e o julgamento do Dilúvio marca o fim da Segunda Dispensação e o começo da Terceira. A declaração da aliança com Noé sujeita a humanidade a uma prova: "o homem é essencialmente responsável pelo governo do mundo, de acordo com a vontade de Deus". Essa responsabilidade pesou sobre os judeus e gentios, até que o fracasso de Israel sobre a Aliança da Palestina, Dt 28-30.1-10, resultou no julgamento dos cativos quando começaram "os tempos dos gentios", Lc 21.24. O governo do mundo passou definitivamente para os gentios, Dn 2.3 6-45; At 15.14-17, e Israel, como os Gentios, tem governado para si e não para Deus.
 
4. O pacto abraâmico (Gn 12.1,2). 
A duração desta Dispensação foi de 430 anos, considerada a Dispensação da Promessa, que terminou quando Israel tão facilmente aceitou a Lei, Êx 19.8.

 

PACTO ABRAÂMICO
Lado divino
Lado humano
Os compromissos de Deus:
As obrigações de Abraão:
a) Abençoar Abraão (12.2).
b) Fazê-lo uma bênção (12.2).
c) Abençoar os que o abençoassem (12.3).
d) Amaldiçoar os que o amaldiçoassem (12.3).
e) Dar-lhe a terra de Canaã (13.15).
f) Protegê-lo e ser o seu galardão (15.1).
g) Ser o seu Deus (17.7).
a) Separação (12.1,4).
b) Morar em Canaã (12.1).
c) A Circuncisão (17.9-14).
d) Ter fé na promessa de um filho em sua velhice.
 
O CONCERTO DE DEUS COM ABRAÃO. 
(1) Deus, ao estabelecer comunhão com Abraão, 
mediante o concerto (cap. 15), fez-lhe claramente várias promessas: Deus como escudo e recompensa de Abraão (15.1), descendência numerosa (15.5) e a terra de Canaã como sua herança (15.7; ver 15.6 nota; 17.8 nota; cf. 12.1-3)
(2) Deus conclamou Abraão a corresponder a essas promessas por fé, aceitá-las, e confiar nEle como seu Senhor. Por Abraão assim fazer, Deus o aceitou como justo (15.6) e foi confirmado mediante comunhão pessoal com Ele. 
(3) Não somente Abraão precisou, de início, expressar sua fé para a efetuação do concerto, como também Deus requereu que, para a continuação das bênçãos do referido concerto, Abraão devia, de coração, agradar a Deus, através de uma vida de obediência. 
(a) Deus requereu que Abraão andasse na sua presença e que fosse “perfeito” (ver 17.1 nota). Noutras palavras, se a sua fé não fosse acompanhada de obediência (Rm 1.5), ele estaria inabilitado para participar dos eternos propósitos de Deus. 
(b) Num caso especial, Deus provou a fé de Abraão ao ordenar-lhe que sacrificasse seu próprio filho, Isaque (22.1,2). Abraão foi aprovado no teste e, por conseguinte, Deus prometeu que o seu pacto com ele (Abraão) ia continuar (ver 22.18 nota). 
(c) Deus informou diretamente a Isaque que as bênçãos continuariam imutáveis e que seriam transferidas para ele porque Abraão lhe foi obediente e guardou os seus mandamentos (26.4,5). 
(4) Deus ordenou diretamente a Abraão e aos seus descendentes que circuncidassem cada menino nascido na sua família (17.9-13). O Senhor determinou que cada criança do sexo masculino não circuncidada fosse excluída do seu povo (17.14) por violação do concerto. Noutras palavras, a desobediência a Deus levaria à perda das bênçãos do concerto. 
(5) O concerto entre Deus e Abraão foi chamado um “concerto perpétuo” (17.7). A intenção de Deus era que o concerto fosse um compromisso permanente. Era, no entanto, passível de ser violado pelos descendentes de Abraão, e assim acontecendo, Deus não teria de cumprir as suas promessas. Por exemplo, a promessa que a terra de Canaã seria uma possessão perpétua de Abraão e seus descendentes (17.8) foi quebrada pela apostasia de Israel e pela infidelidade de Judá e sua desobediência à lei de Deus (Is 24.5; Jr 31.32); por isso, Israel foi levado para o exílio na Assíria (2Rs 17), enquanto que Judá foi posteriormente levado para o cativeiro em Babilônia (2Rs 25; 2Cr 36; Jr 11.1-17; Ez 17.16-21). 
Aparições de DEUS
1a) Apareceu o Senhor a Abraão, e lhe disse: Darei à tua descendência esta terra. Ali edificou Abrão um altar ao Senhor, que lhe aparecera '\ Gn 12.7;
2a) "Quando atingiu Abraão a idade de noventa e nove anos, apareceu-lhe o Senhor e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-poderoso: anda na minha presença e sê perfeito", Gn 17.1,
3a) "Apareceu o Senhor a Abraão nos carvalhais de Manre, quando ele estava assentado à entrada da tenda, no maior calor do dia", Gn 18.1.
Abraão tinha 90 anos quando Sodoma foi destruída. Contava com 100 anos quando nasceu Isaque e tinha 137 anos quando Sara morreu. Em seguida, casou-se com Quetura, com quem teve seis filhos; morre com 175 anos de idade. Em Gn 18, deparamos com o aparecimento de três visitantes celestiais que falaram com Abraão com aparência de seres humanos: "três varões e dos três um era o Senhor", Gn 18.1-3; Mc 16.5; Jo 5.13. Um acontecimento interessante é quando dois anjos seguem para Sodoma, e Abraão começa a fazer sua célebre intercessão ao terceiro. Esta é a primeira grande oração intercessória registrada na Bíblia.
 
Vide Aliança
 
5. O pacto Mosaico (Êx 19.25; 20.1-17). 
A Dispensação da Lei teve uma duração de 1.430 anos: do "Êxodo do Egito" até a "Crucificação de Cristo".

 

Importantes revelações de Deus
1) O "Eu Sou ", na sarça ardente - Um Deus que mantém aliança;
2) As pragas - Um Deus de punição;
3) A Páscoa - Um Deus de redenção;
4) A travessia do Mar Vermelho - Um Deus de poder;
5) A jornada até o Sinai - Um Deus de provisão;
6) A Lei - Um Deus de santidade;
7) Tabernáculo, sacerdote, ofertas - Um Deus de comunhão;
8) A punição devida do bezerro de ouro - Um Deus de disciplina;
9) A Renovação da Aliança - Um Deus de graça;
10) A vinda da glória - Um Deus de glória.
"Porque a Lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e verdade vieram por Jesus Cristo '\ Jo l. 17.
É bom lembrar que esta Dispensação pode ser chamada de Dispensarão dos Israelitas.
Devemos lembrar que o cenário histórico data de 1440 a.C. aproximadamente. Sabemos que a data do Êxodo foi por volta de 1445 a.C. Além desta outra data, também é defendida pêlos estudiosos do AT, a de 1290 a.C. O tema do livro:
"Redenção e organização de Israel como povo da Aliança".
Em Gn 19.3 começa a Quinta Dispensação, quando a Lei foi colocada em ênfase dos princípios de Deus.
Israel chega ao monte Sinai depois de 3 meses de uma longa viagem.
Lições para Moisés:
 
1. Mediante ao mandamento aprendeu a Santidade de Deus;
 
2. Mediante ao seu próprio erro, aprendeu a sua fraqueza pecaminosa;
 
3. Mediante a provisão do sacerdócio e do sacrifício, aprendeu a Bondade de Deus.
 
Em Gl 3.6-25, aprendemos a relação da Lei para com a Aliança Abraãmica:
1. A Lei não pode anular esta aliança;
2. Foi "acrescentada " para convencer do pecado;
3. Servia de pedagoga até a vinda de Cristo;
4. Era uma disciplina preparatória "até que viesse a semente ". A trajetória de Israel no deserto e em Canaã é uma longa história de violação da Lei. A prova terminou no julgamento dos cativeiros, mas a Dispensação propriamente dita só terminou na Cruz. Podemos considerar:
 
 
A JORNADA:
 
1) O estado do homem no começo da jornada, Êx 19.1-3;
2) Sua responsabilidade, Êx 19.5,6; Rm 10.5;
3) Seu fracasso, II Rs 17.7-17; At2.22.23,
4) O julgamento, II Rs 17.1-6,20; 25.1-11; Lc 21.20-24.
Notemos neste capítulo o cuidado que Deus tem de desenvolver em Israel uma compreensão de sua santidade. No Egito tinham se acostumado com as imundas divindades do paganismo, e agora precisam aprender que Jeová é um Deus santíssimo e temível.
A Lei foi dada de três maneiras:
1°) Verbalmente, Êx 20.1-17. Isto era lei pura, sem nenhuma provisão de sacerdócio ou sacrifício, e foi acompanhada das "Ordenanças", Ex 21.1-23.13, relativas às relações de hebreus com hebreus; a isto foram acrescentadas, Ex 23.14- 49, direções diferentes às três festas anuais, Êx 23.30-33, e inscrições sobre a conquista de Canaã. Estas palavras Moisés comunicou ao povo, Êx 24.3-8. Imediatamente, na pessoa dos seus anciões, foram admitidos na presença de Deus, ÊX24.9-11.
2°) Moisés foi então chamado ao monte para receber as tábuas de pedra, Êx 24.12-18. A história então se divide. Moisés no monte recebe instruções referentes ao Tabernáculo, ao sacerdócio e aos sacrifícios, Êx 25-31. No entanto, o povo, Êx 32, chefiado por Aarão, transgride o primeiro mandamento. Moisés, voltando, quebra as tábuas escritas pelo dedo de Deus, Êx 31.18; 32.16-19.
3°) As segundas tábuas são feitas e a Lei escrita novamente (por Moisés?) na presença de Jeová, Êx 34.1,28,29.
 
Os Dez Mandamentos, expressão da vontade de Deus para seu povo, Ex 20.1- 26; Os Juízos, governo da vida social de Israel, Êx21.1 - 24.11; e as Ordenanças, governando a vida religiosa de Israel, Êx 24.12 - 31.18. Estes três elementos formam a "LEI" como essa palavra se emprega no NT, Mt 5.17,18. Os Mandamentos e Ordenanças formam um só sistema religioso.
Os mandamentos foram um "Ministério de Condenação) e de "Morte)), II Co 3.7-9.
Os Dez Mandamentos são:
1) Não terás outros deuses diante de mim;
2) Não farás para ti imagem de escultura;
3) Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão;
4) Lembra-te do dia de sábado para o santificar;
5) Honra a teu pai e a tua mãe;
6) Não matarás;
7) Não adulterarás;
8) Não furtarás;
9) Não dirás falso testemunho;
10) Não cobiçarás. 
O Tabernáculo
Vejamos alguns significados:
1. Tenda provisória onde Deus falava ao seu povo, Êx 33.3-10;
2. Construção portátil em forma de tenda, Êx 25.8,9;
3. Recebeu o nome de habitação, Êx 25.9;
4. Onde estava depositada a tábua da lei;
5. O tabernáculo do testemunho;
6. Denominado casa do Senhor, Êx 34.26;
7. Sua planta foi dada pelo Senhor a Moisés, Êx 25.22.
 
Verifique Sua Planta:
PERDÃO
Pelo sacrifício do sangue
PURIFICAÇÃO
Pela limpeza
PODER DE DEUS
Pela participação, percepção e oração
PRESENÇA DE DEUS
Pelo Sangue aspergido e Obediência
 
Nota:
1. O Tabernáculo simboliza: Israel aproximando-se de Deus;
2. Tipificou a obra redentora de Cristo para trazer os pecadores a Deus.
 
Veja A vida de Moisés
 
6. O pacto Palestino (Dt 28 a 30).
Incluído no pacto Abraâmico e Mosaico, Pacto Israelita, Promessa de Terras férteis.
 
7. O pacto Davídico (2 Sm 7.8-19).  (Mt 1.1; Lc 1.31,33; Rm 1.3),  (2 Sm 7.8-17; Zc 12.8; At 15.14-17; 1Co 15.24).
Promessa do reino da descendência de Davi (JESUS CRISTO, descendente de José, que é descendente de Davi, nascido em Belém, da tribo de Judá). Cabal cumprimento no reino milenial de CRISTO sobre a terra, logo após a grande tribulação, com Satanás preso por mil anos.
 
8. O pacto da Graça.: “Quem quiser” (Ap 22.17).
A palavra-chave é: Graça. Sua duração começa com a crucificação de Cristo até a sua segunda vinda, tempo determinado pelo Senhor: "Aquele dia e hora ninguém sabe, unicamente meu pai que está nos céus". Hoje, já contamos com quase 2000 anos em que o véu do Templo foi rasgado e esta Dispensação findará com o toque da trombeta, quando acontecerá a segunda etapa da vinda de Cristo convocando os fiéis ao Arrebatamento.

 

Verificamos três aspectos da revelação de Deus nessa Dispensação:
1. Os Evangelhos, um tratado da revelação de Jesus Cristo, um Deus introduzido no meio dos homens: "Emanuel, Deus Conosco".
2. Revelação através do Espírito Santo: o Guia; o Orientador; o Consolador; o Intercessor; o Fortificador; o Ornamentador da Igreja. "Todos que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus".
3. Revelação pela Palavra Escrita - A Bíblia Sagrada. Nela está a revelação perfeita da vontade de Deus.
Esta mesma Graça atua na formação da Igreja desde a fundação do mundo e já existia na mente de Deus:
1. Eleita por Deus desde a fundação do Mundo, Ef 1.4,5;
2. No AT, os Profetas falaram dela;
3. Personagens que simbolizaram a vida e a ação da Igreja (Enoque, Rebeca, Azenate, etc.);
4. Organização espiritual da Igreja, Mt 16.16;
5. Data de inauguração: Dia de Pentecostes, At 2
 
A Igreja = Corpo de Cristo na Terra. Suas funções, seu trabalho e suas obrigações.
1. Em relação a ela mesma "Comunhão", At 2.42;
2. Em relação ao mundo "Evangelização", Mc 16.15;
3. Em relação a Deus "Adoração".
Toda e qualquer tarefa da Igreja depende exclusivamente da Graça. Ela é quem nos encoraja no sentido de cumprirmos nossa tarefa como Igreja que também é um Luzeiro no Mundo e Sal da Terra.
Verifique alguns acontecimentos que surgirão :
1. Ressurreição dos crentes;
2. Transformação dos crentes vivos na vinda do Senhor;
3. Arrebatamento;
4. Tribunal de Cristo (compensação);
5. Casamento da Igreja (bodas do Cordeiro);
6. Glorificação da Igreja;
7. E nos fez Reis e Sacerdotes para Deus seu Pai.
A Nova Aliança
Tal qual Moisés foi mediador da aliança mosaica, assim Cristo é o Mediador da Nova Aliança, Hb 8.6; 9.15; 12.24. Com o aparecimento de Cristo, a Antiga Aliança terminou, como Paulo afirma em Rm 10.4; Gl 3.19. Novamente apareceu Ele celebrando a Ceia com os discípulos, conforme registra Lc 22.20 e I Co 11.25. "Ele disse: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue", Mc 14.24.
A Graça não dispensa ordenação pois há l .050 mandamentos no NT; mas, ao contrário da Lei, ela dá poder ao homem para cumpri-los. A palavra Graça aparece 166 vezes na Bíblia e tem um valor inestimável.
Verifique 10 citações da palavra Graça, com referências: Ef 2.8,9; At. 4.33;18.27; Tt3.7;Rm5.20; 15.15; I Co 15.10; Gl 1.15; Cl 3.16; IITm2.1.
Veja as sete dispensações e as sete alianças de DEUS
II. ASPECTOS DO PACTO ABRAÂMICO
À medida que a comunhão entre Deus e Abraão ia crescendo e se aprofundando, as promessas divinas iam sendo dimensionadas na história desse “homem de fé”. O pacto foi reafirmado várias vezes. Em cada encontro entre Deus e Abraão, o pacto tomava proporções distintas que tratavam de fatos presentes e futuros. A maior parte do pacto diz respeito ao futuro do povo de Abraão.
 
1. Dimensões do pacto feito com Abraão. 
(1) Abraão seria uma grande nação (Gn 12.2); 
(2) O nome de Abraão seria grande em toda a terra (Gn 12.2); 
(3) Todos os que abençoassem a Abraão seriam abençoados (Gn 12.3); 
(4) Possuiria uma terra que seria cheia da sua “semente genealógica” (Gn 13.14-17); 
(5) Teria um filho com descendência inumerável (Gn 15.4,5); 
(6) Receberia uma terra que “ia desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates”(Gn 15.18); 
(7) Esta terra esplendorosa era habitada por povos decaídos, hostis e idólatras que deveriam ser expulsos (Gn 15.19-21).
- Do lado divino, o pacto abraâmico apresentava algumas promessas, que foram integralmente cumpridas. Vejamo-las:
a) "far-te-ei uma grande nação" (Gn.12:2; 13:16,15:5) - Deus prometeu fazer de Abrão, um solitário e marido de uma mulher estéril, uma grande nação. Esta promessa, impossível aos pensamentos humanos, foi literal e espiritualmente cumprida. Abrão é pai de diversas nações do ponto de vista humano e é considerado o pai das três religiões monoteístas do mundo. Espiritualmente, é pai de todo o povo de Deus.
b) "abençoar-te-ei"(Gn.12:2) - A vida de Abrão é uma demonstração da bênção de Deus sobre a sua vida. A partir do atendimento ao chamado de Deus, o Senhor cuidou de Abrão em todos os aspectos de sua vida. Deu-lhe vitória militar, livrou-lhe dos inimigos, da morte. Deu-lhes descendência e sempre tratou com misericórdia nos momentos de vacilação e titubeio.
c) " engrandecerei o teu nome"(Gn.12:2) - Como já dissemos, Abrão teve o seu nome engrandecido entre os homens, não só durante o seu tempo (Gn.14:20; 21:22,23; 23:6), mas por toda a posteridade, pois, como já dissemos, é Abrão reverenciado pelas três religiões monoteístas do mundo (judeus, cristãos e islâmicos).
d) "tu serás uma bênção"(Gn.12:2) - Abrão não só foi abençoado, não só abençoou, como foi uma bênção para todos os que o cercavam e com ele conviviam. Abrão, aliás, teve seu nome engrandecido entre os homens de seu tempo exatamente porque era uma bênção a todos quantos com ele estavam. Abrão trouxe liberdade, prosperidade material, paz, solidariedade e dignidade a todos quantos com ele conviviam. Assim deve ser, também, o crente, um motivo para que os homens glorifiquem a Deus que está nos céus (Mt.5:16). Esta característica, aliás, é explicitada por Deus em Gn.12:3, ao dizer que abençoaria os que Abrão abençoasse, amaldiçoaria os que Abrão amaldiçoasse e que, nele, seriam benditas todas as famílias da terra. Temos sido um instrumento de bênçãos para os que nos cercam ?
e) "À tua semente darei esta terra" (Gn.12:7; 13:14-15,17; 15:7,8) - Aqui Deus identifica a Abrão qual era a terra que lhe mostraria. A Palestina que, realmente, 430 anos depois, seria conquistada pelos descendentes de Abrão.
f) " Eu sou o teu escudo, o teu grandíssimo galardão" (Gn.15:1) - Conforme vimos em lição passada, aqui Deus coloca-Se como garantia e objetivo de toda a caminhada do patriarca. Basta-nos a presença e a aprovação de Deus na nossa vida. Como disse o Senhor a Paulo nos momentos mais difíceis do apostolado daquele grande servo de Deus: "Minha graça te basta"(II Co.12:9).
- Do lado humano, o pacto continha algumas exigências, a saber:
a) " Sai-te da tua terra e da tua parentela e da casa de teu pai " (Gn.12:1) - O pré-requisito para que houvesse o pacto era uma separação do mundo, uma separação de tudo o que representava a vida que o patriarca tinha tido até ali. Sair significa deixar, abandonar, colocar para trás de si. A vida com Deus exige renúncia de todos os desejos, valores e princípios humanos. Sem sair, Abrão jamais iniciaria uma convivência com Deus. Na vida atual, não é diferente, "porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente." (Tt.2:11,12).(grifo nosso)
b) " Sai-te... para a terra que eu te mostrarei"(Gn.12:1) - A saída não era apenas com um ponto de vista retrospectivo, de passado. Além do abandono do modo de viver passado, o patriarca deveria, também, passar a um ter um objetivo, um propósito, um alvo futuro. Partiria, sim, deixando o mundo e o pecado, mas caminharia para um novo lugar, lugar que não sabia ainda qual era, mas que era o lugar determinado por Deus. Nossa vida tem de ser tal cujo único alvo seja o da conformidade à vontade do Senhor. Para que isto seja possível, é indispensável que haja fé, ou seja, somente podemos caminhar da forma que nos é exigida por Deus se tivermos fé. A fé é o combustível do nosso veículo na nossa caminhada para a comunhão eterna com o Senhor.
- Na sua experiência sobrenatural com o Senhor, descrita no capítulo 15 do livro do Gênesis, o que percebemos é que este instante de intimidade de Deus com Abrão somente foi possível porque havia, antes, uma demonstração de fé e de santidade por parte do patriarca, ou seja, ele estava cumprindo, naquele momento de sua vida, de forma rigorosa e plena os compromissos assumidos com o Senhor.
- Isto é importante porque,  há na atualidade, uma tendência a que se procure ter experiências transcendentais, sobrenaturais com o Senhor, mas muitos se esquecem de que, para que haja esta intimidade maior com o Senhor, precisamos ter uma vida de fé e de santidade. O revestimento de poder, os dons espirituais estão à disposição do povo de Deus, mas o povo de Deus é um povo especial, zeloso e de boas obras (Tt.2:14), um povo que renunciou à impiedade e às concupiscências mundanas. Portanto, quando soubermos de "manifestações do Espírito Santo" em ambientes em que o pecado e o mal dominam, não o creiamos, pois tudo não passa de mais um ardil de Satanás, mais um engano do pai da mentira. (Retirado de wwwescoladominical.com.br)
 
 
2. A extensão da terra prometida (Gn 15.18).  (Gn 15.18; Nm 34.5; Is 27.12).  (1 Rs 8.65).
 
Desde o rio do Egito até o Eufrates.

Por causa da amizade de Israel com os povos ímpios, eles nunca conseguiram tomar posse de toda a terra que DEUS lhes deu. Assim também estamos nós, os crentes na mesma situação, pois quando saímos da escravidão do pecado e do mundo deveríamos ter deixado de fazer amizade com os tais e nunca recebemos a totalidade das bênçãos que DEUS tem preparado para nós; também quantos ainda estão carregando os fardos da velha vida sem tomarem posse da nova vida em CRISTO JESUS?

 
3. Os primitivos ocupantes da terra prometida (Dt 7.1-8).  Gn 15.19-21. 
Hostis, idólatras violentos e decaídos moralmente em extremo. Ordem Divina para sua destuição.
Nunca se misturarem com os tais, antes deveriam destruir suas imagens e matar a todos.
 
III. A TIPOLOGIA DOS POVOS DE CANAÃ
O texto bíblico de Gn 15.19 a 21 apresenta alguns povos que habitavam a “terra prometida” por Deus a Abraão. A ordem divina era que Israel os expulsasse e os destruísse em nome do Senhor. A tipologia do espírito desses povos pode ser aplicada e contextualizada em nossos dias. Na sua aplicação espiritual, a Igreja do Senhor não deve permitir que esses “povos” habitem em seu meio, pois a contaminarão e procurarão absorvê-la, deixando-a sem identidade cristã.
 
1. Os povos queneus, quenezeus e cadmoneus (Gn 15.19).  (1 Sm 15.6; 30.29). 
2. O povo heteu (Gn 15.20; Dt 7.1).  (Gn 26.34,35). Ler Hb 12.15; Ef 4.31; 1 Co 3.3,4.
3. Os povos ferezeus e os refains (Gn 15.20). 
4. O povo amorreu (Gn 15.21; Dt 7.1; Js 10.6). (2 Tm 3.1-8; 4.1-4,14). 
5. O povo cananeu (Gn 15. 21; Dt 7.1). (Gn 9.24-27).  (Gl 5.16,17). 
6. O povo girgaseu (Gn 15.21; Dt 7.1). (Mt 22.4,5).  (Mt 25.3).  (Mc 4.5-7).  (Sl 34.18).
7. O povo fereseu (Dt 7.1).  (Rm 12.2).  Cl 3.2,3  (Mt 6.25-30).  (1 Pe 5.7).
8. O povo heveu (Dt 7.1; Jz 3.1-3).  (Js 9.4,5). (Pv 11.9; Mt 6.5). 
9. O povo jebuseu (Dt 7.1; Js 18.28; Jz 19.10,11; 1 Cr 11.4,5). (Mt 13.4). 
Quem anda na terra de nosso coração? Quem influencia nossos sentimentos?
CLIQUE aqui E VEJA O QUADRO EXPLICATIVO ACIMA
 
CONCLUSÃO
É tempo de despertarmos do sono espiritual, porque o índice de mistura da Igreja com o mundo e o pecado continua subindo. Que o Espírito Santo opere poderosamente em nossas vidas para mais e mais nos purificar e santificar, como deve ser um povo santo do Senhor.
O concerto entre Deus e Abraão foi chamado um “concerto perpétuo” (17.7). A intenção de Deus era que o concerto fosse umcompromisso permanente. Era, no entanto, passível de ser violado pelos descendentes de Abraão, e assim acontecendo, Deus não teria de cumprir as suas promessas. Por exemplo, a promessa que a terra de Canaã seria uma possessão perpétua de Abraão e seus descendentes (17.8) foi quebrada pela apostasia de Israel e pela infidelidade de Judá e sua desobediência à lei de Deus (Is 24.5; Jr 31.32); por isso, Israel foi levado para o exílio na Assíria (2Rs 17), enquanto que Judá foi posteriormente levado para o cativeiro em Babilônia (2Rs 25; 2Cr 36; Jr 11.1-17; Ez 17.16-21).
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QUESTIONÁRIO de Ev.Luiz Henrique www.henriqueestudos.cjb.net 
 
1- Quanto tempo DEUS guarda o concerto e a misericórdia? (Texto Áureo)
(     ) 1.000 anos
(     ) 10.000 anos
(     ) 1.000 gerações
2- Por que os pactos de DEUS são fiéis? (Verdade Prática)
(     ) Porque ELE é Bom
(     ) Porque ELE vela pela sua palavra para a cumprir
(     ) Porque ELE vela pela palavra para não cumprir
3- Quais os 8 pactos que DEUS fez com os seus servos e estão relatados na Bíblia?
Edênico, ______________, Noético, __________________, Mosaico,_________________,
Davídico e Da ________________.
4- Qual o primeiro estado de vida do homem?
(     ) Pecaminoso
(     ) Inocência
(     ) Santo
5- O que DEUS fez com o homem depois de sua queda?
(     ) O rejeitou e abandonou
(     ) O deixou e abandonou
(     ) Não o rejeitou e nem o abandonou
6- Qual a promessa veio após a queda do homem?
(     ) De riqueza
(     ) De liberdade
(     ) De redenção
7- Quando DEUS quis recomeçar uma nova vida na terra, o que mandou?
(     ) Um Barco Grande Cheio de Gente
(     ) Um Dilúvio Sobre A Terra
(     ) Mandou Noé buscar gente em outro local
8- Para que DEUS mandou Noé construir uma Arca?
(     ) Para salvação de sua família, dos animais e de quem quisesse
(     ) Para salvação de Noé e dos animais
(     ) Para Salvação dos animais e dos povos que viviam ali
9- No pacto de DEUS com Noé qual o princípio estabelecido entre eles?
(     ) Governo de DEUS
(     ) Governo dos Anjos
(     ) Governo Humano
10- No Pacto Abraâmico o que DEUS estabelece?
(     ) O futuro da posteridade de Melquisedeque
(     ) O futuro de Sara
(     ) O futuro da posteridade de Abraão
11- Como é chamado o pacto Mosaico?
(     ) Pacto de Moisés
(     ) Pacto da Lei
(     ) Pacto da Graça
12- A Lei foi dada a Israel Para que?
(     ) Para nortear a vida de Abraão
(     ) Para nortear a vida de Moisés
(     ) Para nortear a vida física, moral e espiritual de Israel.
13- Como é chamado o pacto Palestínico?
(     )  Pacto Mosaico
(     )  Pacto Israelita
(     )  Pacto Davídico
14- No pacto Davídico foi prometido que da linhagem de Davi viria quem?
(     ) Judas
(     ) Pedro
(     ) O Messias
15- Através de que foi selado o Pacto da Graça?
(     ) Uma grande Festa
(     ) Um grande cerimonial
(     ) Do Sangue de JESUS
16- Qual o elemento essencial e principal do pacto da Graça?
(     ) A obra expiatória de Cristo
(     ) A obra da pregação 
(     ) A obra da dor e da esmola
17- A maior parte do Pacto entre DEUS e Abraão tem a ver com:
(     ) O presente da Vida de Israel
(     ) O futuro do povo de Abraão
(     ) O futuro das nações
18- O que deveria ser feito com os povos que habitavam as terras que foram dadas a Abraão?
(     ) Deveriam ser evangelizados
(     ) Deveriam ser colocados para servir a Israel
(     ) Deveriam ser expulsos
19- Israel já conseguiu ocupar toda a terra prometida?
R=____________________________
20- Deus queria usar Israel para fazer o que com os povos das terras dadas a Israel?
R=____________________________
21- Por que em nossos dias não podemos permitir que os povos ímpios vivam misturados à Igreja?
(     ) Porque deixarão a Igreja sem identidade
(     ) Porque contaminarão a Igreja
(     ) Porque procurarão absorver a Igreja
(     ) Todas as alternativas acima estão corretas
22- Quais os reis que cultivaram amizade com os Queneus, Quenezeus, Cadmoneus?
(     ) Salomão, Roboão e Acabe
(     ) Davi e Salomão
(     ) Davi Joás e Ezequias
23- A que povo as mulheres de Esaú pertenciam?
(     ) Israel
(     ) Mesopotâmia
(     ) Heteu
24- Que povo tipifica aqueles que vivem se mudando, são inconstantes?
(     ) Cananeus e Refains
(     ) Amorreus e Ferezeus
(     ) Ferezeus e os Refains
25- Qual o povo que tipifica a resistência ao ESPÍRITO SANTO?
(     ) Heveu
(     ) Jebuseu
(     ) Amorreu
26- O que são corações Argilosos?
(     ) Duros e Impenetráveis para a palavra de DEUS
(     ) Barrentos e pedregosos
(     ) Moles e Maláveis
27- O que significa o nome Fereseu?
(     ) Coisas do Mar
(     ) Coisas da Terra
(     ) Coisas do Ar
28- Que povo tipifica aqueles que agem com fingimentos, hipocrisia, astúcia e não transparência?
(     ) Jebuseu
(     ) Girgaseu
(     ) Heveu
29- Qual povo tem o nome que significa "Lugar Pisado" ou "Terra Batida"?
(     ) Judeu
(     ) Gentios
(     ) Jebuseu
30- Como deve ser o povo de DEUS?
(     ) Santo e Burro
(     ) Santo e Puro
(     ) Santo e Duro
 
QUESTIONÁRIO DA REVISTA:
1. Que outro nome recebe o pacto edêmico? R. ________________________________
2. Qual o elemento essencial do pacto da graça?R. __________________________________________
3. A quem se destina o Pacto da Graça?R. ____________________________________
4. Quais os limites geográficos da terra prometida?R. __________________________________________________
5. Cite as características dos primitivos ocupantes da terra prometida. 
R. ___________________________________________________________________________

Principais fontes CPAD em CD da Revista e CD da BEP 
VIDE TAMBÉM A Vida de Abraão
 
 
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