O LIVRO DE
JOSUÉ SEGUNDA PARTE - REVISTA CPAD - 1º TRIMESTRE DE 1992
Comentarista:
Severino Pedro da Silva
JOSUÉ O LIVRO
DAS VITÓRIAS
PLANO DE
AULA 8
TEMA
O Pecado
Leva à Derrota TEXTO BÍBLICO BÁSICO Js 7.5-13,19-21
Após um
início tão·promissor, eis que os israelitas experimentam amarga derrota. E,
esta traz grande desalento ao arraial do povo de Deus. O que teria levado os
filhos de Israel a fugirem diante de um exército insignificante? Mas a causa
logo aparece: pecado escondido e inconfessado. Quantas vezes em nossas vidas
também não experimentamos derrotas em conseqüência de atos desagradáveis a
Deus? Nestas ocasiões, o melhor a fazer é confessar os pecados e rogar pelas
misericórdias do senhor.
A -
ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
1.
Conscientizar os alunos acerca das terríveis conseqüências do pecado.
2. No
entanto, devemos lembrar-lhes que, se confessarmos os nossos pecados,
Cristo, como nosso Redentor, livrar-nos-á de toda a culpa.
MOTIVAÇÃO
Como
introdução à aula de hoje, fale à classe sobre as conseqüências do pecado na
Sfblia. Em seguida, discorra sobre a doutrina da redençM. Em primeiro
lugar, no Velho Testamento, e, em segundo, no Novo. No final da aula, leve
seus alunos a terem alguns minutos de oração silenciosa, para que eles, em
silêncio, confesse seus pecados a Deus. Não deixe de se incluir nesta
confissão. Afinal, professor de Escola Dominical também peca.
FRACASSADOS POR CAUSA DO PECADO 1 . A origem do pecado
A
na~ureza do pecado
Suas
conseqüências
O PECADO
DE ACÁ E SUAS CONSEQÜ~NCIAS
O pecado
causa a morte
O pecado
de Acã partiu a comunhão com Deus
O PECADO
DE ACÁ FOI CONSUBSTANCIADO POR VÁRIAS TRANSGRESSÕES
Um só
homem pecou, mas a conseqüência veio aos outros
O pecado
de Acã e sua divisão correta
C -
SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBsfDIO CRONOLÓGICO
O
fracasso de Israel diante de Ar deu-se também em abril de 1.422 a.C.
SUBSÍDIO
GEOGRÁFICO
Ar era
uma cidade localizada no Leste de Betel, na Palestina Central.
Quando
Abraão chegou a Canaã, armou sua tenda entre ambas as cidades (Gn 12.8). Ar
foi a segunda praça forte a ser conquistada por Josué (Js 7 e 8). Antes de
sua captura, porém, os israelitas sofreram vergonhosa derrota em
conseqüência do pecado de Acã. No ataque, o exército de Josué aniquilou os
doze mil habitantes dessa cidade pagã.
Na
divisão da terra, o território de Ar coube à tribo de Benjamim. Esta cidade
seria reconstrurda séculos mais tarde, quando da volta do exflio babilOnlco,
por alguns comandados de Zorobabel.
SUBSÍDIO
HISTÓRICO
Com
respeito a estratégia usada por Josué na tomada de Ai, discorre o pastor
AntOnio Neves de Mesquita: "Em Jericó tudo foi condenado, povo e seus
pertences. Com Ai seria diferente. O povo seria destrurdo, mas os haveres
seriam o espólio. Ai seria tratada como presa de guerra e não seria
destrurda toda a vida. Com 30.000 homens valentes puseram emboscada à vila,
o que deu muito certo. Um grupo se chegaria à cidade e outro se esconderia
nas imediações. O grupo que fazia o serviço de ataque fugiria, e os
habitantes sairiam em sua perseguição. Enquanto isso, os emboscados
entrariam na cidade e lhe poriam fogo, de modo que ninguém poderia mais
entrar. Foi assim, sem muita luta, que a cidadezinha foi tomada e destrurda.
Ao todo doze mil pessoas morreram na luta, todas moradoras de Ai. Pelo
visto, era mesmo uma pequena vila. Porque Josué destruiu ~sta vila ou cidade
antes de outros centros deve serentendido como ponto de estratégia. Parece
que nesta região não havia outro centro a serdestrurdo. Hebrom, que era um
grande centro, ficava muito ao sul, e Jerusalém a Leste. Antes de avançar
para a norte, era necessário limpar o caminho. Um pouquinho ao norte de Ai
ficava o poço de Jacó, que nes~a oportunidade estaria sendo usado para os
gastos da imensa multidão. Olhando um mapa da Palestina, podemos ver a área
ao redor de Jericó, limpa de centros de r'3rigo."
SUBSÍDIO
DOUTRINÁRIO
Em
conseqüência da cobiça de Acã, todo o Israel sofreu. Mas, o que vem a ser a
cobiça? Explica-nos William Barclay: "Pleonexiaé um pecado que o NT condena
sem poupá-Io, repetidas vezes. A palavra ocorre em Mc 7.22; Lc 12.15; Rm
1.29; 2 Co 9.5; Ef 4.19; 5.3; CI 3.5; 1 Ts 2.5; 2 Pe 2.3,14. A tradução
regularda ARC é "avareza". Uma vez, em Ef 4.19, aARC a traduz por "avidez".
A ARA mantém "avareza" na maioria das passagens, mas traduz por "avidez" em
Ef. 4.19, "cobiça" em Ef 5.3, e, "intuito ganancioso" em 1 Ts2.5.
Moffattvaria mais. Tem "cobiça" em Lc 12.15, mas sua tradução ?R
regular é
"concupiscência", que usa em sete das passagens. Uma vez, em 1 Ts 2.5, usa
"egofsmo." A BV traduz Mc 7.22: "desejo de possuir o que pertence aos
outros."
"Pleonexia, em todas as épocas da Ifngua grega, é uma palavra feia, e sempre
tem por trás dela uma certa idéia básica que nenhuma das traduções ressalta
totalmente, porque não pode ser esclarecida numa única palavra. No grego
clássico, significa "uma ganância arrogante", e o espfrito que procura tirar
proveito do seu próximo. O verbo correspondente, plenektein, significa
"defraudar" ou "burlar". Polfbio, o historiador grego, tem um uso sugestivo
da palavra. Os estóicos tinham uma expressão que usavam para descrever
"aquilo que é apropriado" - ta kathekonta - e com ela falavam daquele tipo
de conduta que um homem bom deve produzir. Polfbio diz que o homem culpado
desta conduta cobiçosa usa métodos que não são dignos de um homem empregar.
Pleonexia era uma palavra que estava bem presente no vocabulário do povo
comum e que aparece comumente nos papiros. Ali, está ligada com a conduta
''totalmente desavergonhada", com a "ambição que se excede", com a
"violência", com a "injustiça", com a "cupidez" pela qual o homem nos seus
melhores momentos sentirá tristeza, com a "rapacidade" de um oficial
desonesto que está resoluto no sentido de despojar o distrito sobre o qual
tem autoridade. Os moralistas latinos o definem como amor scelaratus
habendi, "o maldito amor de possuir". Teodoreto, o comentarista primitivo,
descreve-a assim: "sempre visando obter mais, procurando apanhar as coisas
que não são apropriadas ao homem possuir". Cfcero definiu avaritia, que é o
equivalente latino, como injuriosa appettio alienorum, "o desejo i1fcito
pelas coisas que pertencem aos outros."
"Vejamos
agora, se conseguimos classificar os usos no NT de modo que possamos chegar
à qualidade básica deste pecado.
"( I ) Em
Rm 1.29 pleonexiaé o pecado do mundo sem Deus. É o pecado do mundo, da
sociedade, do homem que virou as costas às leis de Deus. É o próprio
antOnimo da generosidade do amor de Deus e caridade da vida cristã.
"( 11 )
Em Lc 12.15 é o pecado do homem que avalia a vida em termos materiais, que
pensa que o valor da vida acha-se no número de coisas que o homem possui, o
homem cujo único desejo é obter e que nunca sequer pensam em dar.
"( 111 )
Em 1 Ts 2.4 e em 2 Pe 2.3 descreve o pecado do homem que usa sua posição por
vantagem própria, para aproveitar-se das pessoas a quem deve servir, o homem
que vê seus vizinhos como criaturas a serem exploradas e não como filhos de
Deus que devem ser servidos.
"( IV )
Em CI 3.5 é identificada com a idolatria. Pleonexia é a adoração aos objetos
em lugar de Deus. Uma moeda de dez cruzeiros é um objeto pequeno, mas se for
colocada diante do olho cobrirá a vastidão do sol. Quando um homem tem
pleonexia no seu coração, ele perde Deus de vista num desejo louco de obter.
"( V ) Em
passagens após passagens está ligada ao pecado sexual (Me 7.22); Rm 1.29; Ef
4.129;2 Pe 2.14). Aqui está a própria essência da palavra. A essência não é
o pecado sexual. A essência é o desejo de ter aquilo que é proibido, o
desejo de tomar aquilo que não se deve tomar, o não refrear os apetites e
desejos contrários às leis de Deus e dos homens.
"Lightfoot (sobre Rm 1.29) define pleonexia como "a disposição que sempre
está pronta a sacrificar o próximo em lugar de si mesmo em todas as coisas,
não meramente em negócios de dinheiro." Pleonexia é o pecado do homem que
deu livre vazão ao desejo de ter o que não deve, que pensa . que seus
desejos, apetites econcupiscências são ascoisas mais importantes do mundo.
que vê outras pessoas como objetos a serem explorados, e que não têm outro
deus senão ele próprio e os seus desejos."
E·
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO
A
derrota.
O pecado
de Acã.
É a sua
ação contra Deus.
É a
transgressão premeditada das leis de Deus.
Foi
apedrejado juntamente com toda a sua famllia.
PLANO DE
AULA 9
TEMA
O Altar
de Deus em Nossa Vida TEXTO B(BUCO BÁSICO Js 8.30-35
INTRODUÇÃO
À
semelhança dos primeiros patriarcas, Josué edificou um altar e invocou o
nome do Senhor. Isto demonstra claramente que Israel não poderia ficar
indiferente à adoração do único e verdadeiro Deus. A felicidade do novo pafs
dependeria, doravante, da maneira como os filhos de Jacó iriam encarar o
culto ao Deus de AlJraão, Isaque e Jacó. Neste momento, cabe-nos uma
pergunta: "Como estamos encarando o culto ao Senhor?" Estamos, de fato,
adorando-o em espfrito e verdade? Ou o nosso altar continua derribado?
A·
ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
Conscientizar os alunos acerca do valor da adoração na vida cristã.
Levar os
alunos a ter uma devoção verdadeiramente cristã e não apenas periférica. \
MOTIVAÇÃO
Na
introdução da aula de hoje, fale a respeito da importância do altar na vida
religiosa do Israel do Velho Testamento. Em seguida, estabeleça um paralelo
entre a devoção da congregação israelita e a da Igreja. Não se esqueça de
algo muito importante: ainda que vivamos em diferentes dispensaçOes, os
adoradores de Deus, em todas as épocas, só seremos aceitos se nos
apresentarmos com inteireza de coração. Porque o Pai, disse Jesus, procura
os que o adoram em espfrito e em verdade.
Introdução
O ALTAR
TORNA-SE O SíMBOLO DE ADORAÇÃO NA NOVA TERRA
O altar
era o lugar ideal onde se agradecia a Deus
A
obediência de Josué em construir um altar
Josué
lembra ao povo a bênção e a maldição
JUNTO AO
ALTAR, JOSUÉ LEU TODAS AS PALAVRAS DA LEI DO SENHOR
Antigo
Testamento
Novo
Testamento
O ALTAR
DEVE ACOMPANHAR A NOSSA VIDA
O altar é
o ponto de encontro com Deus
O fogo
arderá sobre o altar
C -
SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBsíDIO CRONOLÓGICO
Ainda nos
encontramos em 1.422 a.C.
SUBSÍDIO
GEOGRÁACO
Em sua
Geografia Bfblíca, Osvaldo Ronis fala acerca dos Montes Ebal e Gerizim:
"Monte
Ebal, situado ao norte de Nablus, antiga Siquém, tem uma altitude de 300 m
acima do vale (1015 m acima do nlvel do Mediterrâneo) e é árido e escarpado.
"Monte
Gerlzlm, que fica ao sul do vale de Siquém, também árido e escarpado, com
apenas 230 m acima do vale (940 , m do Mediterrâneo) possue uma história
particular. É que, depois do cativeiro babilOnico dos judeus, os
samaritanos, sob o governo de Samba lá, construlram um templo rival ao de
Jerusalém, constituindo a Manassés sumo-sacerdote do mesmo. Este era genro
de Sambalá, o governador, e fora expulso do sacerdócio judaico de Jerusalém
por ter esposado uma mulher estrangeira (Nm 13.28). Embora mais tarde, em
129 a.C., o templo fosse destru Ido por João Hircano, nos dias de Jesus
ainda os samaritanos continuavam a celebrar o seu culto no alto do monte
Gerizim (João 4), como se deduz da conversa de Jesus com a mulher samaritana
junto ao poço de Jacó que ficava à beira da estrada que passava pelo vale de
Siquém."
O autor
acima citado fala-nos da importância de ambos os montes a Israel: "Ebal e
Gerizim .... (são) também conhecidos como o Monte da Maldição e o Monte da
Bênção, porque Josué, conforme determinação de Moisés (Dt 11.29; 27.1-13),
reuniu seis tribos num monte e seis no outro ficando a arca, os sacerdotes,
os levitas e os anciãos no vale, para que de um dos montes - o Gerizim,
fossem lidas as bênçãos para os que guardam a lei do Senhor, respondendo o
povo das seis tribos reunidas no Ebal com um "amém"; e deste monte - o Ebal,
fossem pronunciadas as maldições que viriam sobre os infiéis, respondendo,
por sua vez, com um "amém" as tribos reunidas no Gerizim. (Js 8.30-34).
Dizem os que têm visitado o vale de Siquém que os dois montes de fato formam
uma espécie de anfiteatro em que os efeitos acústicos permitem distinguir
num dos montes e no vale a voz de uma pessoa que fala do outro monte."
SUBSÍDIO
BíBLICO
"O altar,
de acordo com as Escrituras, era um lugarconstrufdo para nele se oferecerem
sacriffcios e holocaustos de animais. Era um testemunho perpétuo de um
favor; sentia-se nele a manifestação divina, significava a presença de Deus,
santificava as ofertas, e era o lugar onde se realizava a comunhão dos fiéis
com o Senhor. Por tais razOes o altar era respeitado.
"A leg
islação mosaica foi dada a um povo nOmade, cu ja união e fé deviam ser
perpetuadas. "Um altar de terra me farás e sobre ele sacrificarás os teus
holocaustos" (~x 20.24,25). Um altar de terra em que houvesse uma vida a
oferecer
ou um coração a consagrar ao serviço divino, esse era o verdadeiro
significado. O altar podia ser construrdo também de pedras, mas estas não
deviam ser lavradas porque o burilo profanaria.
"O
cristianismo verdadeiro, o espiritual, o que mora no coração e não nos
lábios ou nos templos, tem um altar espiritual, vivo, verdadeiro e eterno. O
altar dos cristãos é o próprio Filho de Deus, através do qual são oferecidos
os louvores e o culto racional.
"Esta é a
maravilha da graça e 65te é o mistério da fé. Além de ser o verdadeiro
altar, dos verdadeiros cri5tà0s, Jesus Cristo é também a oferta aceitável e
aprazrvel a Deus, a única que a justiça divina aceita com agrado. Jesus
ofereceu-se a si mesmo como oferta volun"tária para, de uma vez por todas,
"aniquilar o pecado pelo sacriflcio de si mesmo." (Para maiores informações,
leia o Tesouro de Conhecimentos Brblicos, lançado pela CPAD).
SUBSÍDIO
DOUTRINÁRIO
No Novo
Comentário da Bfbfia, encontramos estas edificantes considerações: "Numa
cerimônia religiosa que se reveste do mais alto significado, Josué chama a
atenção dos israelitas para a verdadeira natureza das suas conquistas.
Dirigindo-se ao interior da terra inimiga, levou o povo até Siquém, e ar,
num ambiente que a presença dos patriarcas tomou sagrado, em conformidade
com o mandamento expHcito de Moisés, convidou-o a renovar as suas promessas
de fidelidade e obediência a Jeová e a ouvir as condições em que iria tomar
posse da Terra Prometida. Veja Dt 11.29, 30; 27.1-26. Ergueu-se então um
altar de pedras inteiras no Monte Ebal para a oferta de solenes sacriflcios,
procedeu-se à leitura em voz alta duma cópia da Lei de Moisés gravada em
pedras estucadas e finalmente fezse pregão público das bênçãos e maldições.
Seis tribos sobre Gerizim responderam com o "Amém" às bênçãos acabadas de
enumerar, enquanto as outras seis sobre o Ebal com outro "Amém" finalizavam
as maldições. "Poucas cenas a História nos fornece tão cheias de grandeza e
significado moral como a duma nação que abraça solenemente a Lei de Deus,
considerando-a regra de vida e condição de prosperidade! (Fairweather, From
the Exodus to the Monarchy).
E -
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA L1çAo
A
adoração ao Todo-poderoso.
O altar
como marco de suas vitórias conquistadas no Senhor.
Construiu
um altar.
Um
sacriflcio permanente ao Senhor?
Em sua
Epfstola aos Romanos, disse que este sacriffcio deveria ser santo e
agradável a Deus, como culto racional.
PLANO DE
AULA 10
TEMA
As
Conseqüências de Não Vigiar TEXTO B(BLlCO BÁSICO
Js
9.1-7,14··16
Em
conseqüência de sua precipitação, fizeram os israelitas uma comprometedora
aliança com os moradores de Gibeon. E, desta aliança, advieram males e
transtornos à famflia de Jacó. De igual modo, se não vigiarmos, poderemos
cair nas mesmas ciladas. E, comprometidos espiritual e socialmente, não
seremos capazes de desempenhar com dignidade o ministério que nos confiou o
Todo-poderoso. Os gibeonitas continuam a semear enganos e embustes no
arraial dos santos. São embustes e enganos tão sutis que somente poderão ser
discernidos por aqueles que se mantém ligados ao céu. Vigiemos, pois.
A -
ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
Ensinar a
importância da vigilância na vida do crente.
Levar os
alunos a ter uma vida de permanente vigilância e oração.
MOTIVAÇÃO
Como
introdução à aula de hoje, fale sobre a vigilância na vida dos filhos de
Deus. Reporte-se, por exemplo, aos homens de Neemias que, enquanto
construiam o Santo Templo, mantinham-se alertas para não serem surpreendidos
pelos inimigos do povo de Israel que tramavam contra o Reino de Deus.
Cabe-nos, igualmente, mantermo-nos em permanente vigilância para não sermos
submetidos aos ardrs do demônio.
Introdução
O ENGANO
FATAL DOS GIBEONITAS EM NOME DE DEUS
Quando
não vigiamos, somos enganados
Quem eram
os gibeonitas
Moravam
no meio deles
Os
gibeonitas atuais
O ENGANO
OOS GIBEONITAS TROUXE CONSEQÜ~NCIAS E SERVE DE ADVERT~NCIA PARA NÓS
1.
Vivemos dias perigosos em que o engano vem se alastrando
A falsa
humildade
Passaram
a conviver juntos
C -
SUBsfDIOS PARA O PROFESSOR SUBsfDIO CRONOLÓGICO
Ainda nos
encontramos em 1.422 a.C.
SUBSÍDIOGEOGRÁFICO
Escreve o
pastor C1audionor Corrêa de Andrade acerca do Mar Med~el1"âneo:
"O
Med~errâneo aparece nas Sagradas Escrituras com outros nomes: Mar Grande,
Mar Ocidental, Mar dos Filisteus, Mar de Jafa. Biblicamente, ele é tratado
simplesmente de o Mar. Sua importância é incontestável. Afirma Paul Valery:
" ... o Mediterrâneo tem sido uma verdadeira máquina de fabricar
civilização". Por seu tumo, comenta E. M. Forster sobre esse gigante: "O
Med~errâneo é a norma humana. Quando as pessoas deixam esse lago encantador,
através do B6sforo ou dos Pilares de Hércules, aproximam-se do monstruoso e
do extraordinário; e a safda meridional leva às mais estranhas experiências.
"Com uma
extensão de 4.500 km e uma superffcie de três milhOes de quilOmetros
quadrados, o Mediterrâneo é o maior dos mares internos. Suas águas banham a
Europa Meridional, a Ásia Ocidental e a África setentrional. Famosos rios
deságuam em sua histórica e milenar grandeza.
"O Mar
Mediterrâneo banha toda a costa ocidental de Israel. Nessa área, suas águas
são bastante rasas o que tornava impossfvel a aproximação de navios de
grandes calados. O Grande Mar, por esse motivo, não era usado pelos judeus
como via de transporte. Eles, aliás, sentiam-se isolados pelo Mediterrâneo.
"Jope era
o único porto do Grande Mar utilizado pelos israemas. Entretanto, por causa
de seus arrecifes e bancos de areia, os navegantes não se aventuravam a
procurá-Io comfreqOência. Por outro lado, o mesmo Mediterrâneo formava uma
vastfssima área defensável à pequena nação hebréia."
Glbeon
"Ficava
esta povoação à distância de cinco milhas ao noroeste de Jerusalém, e estava
edificada sobre um pequeno monte isolado e oblongo, no meio de uma rica
planfcie, de terreno elevado, "a terra de benjamim". Uma das cidades
principais dos heveus; os seus habitantes fizeram uma liga com Josué (Js 9.3
a 17). Por esta razão foi a cidade atacada por alguns reis cananeus, mas
socorrida por Josué (Js 10)." (Buckland)
SUBSÍDIO
ANTROPOLÓGICO
Quem eram
os heveus? Responde John Davis: "Nome de umas das raças residentes em Canaã
antes da conquista da terra pelos hebreus, Gn 10.17; tx 3. 17; Js 9.1.
Formavam diversas comunidades. Uma delas ocupava Siquém no texto de Jacó, Gn
33.18; c:orTl>. 34.2, e seus descendentes ainda exerciam influência naquela
cidade muito tempo depois da conquista, Jz 9.28. Outro grupo habitou em
Gabaom e suas vizinhanças. Possuíam grande estabelecimento, talvez o
principal, nas raIzes do Ubano, desde o monte Hermom até a entrada de
Hamate, Js 11.3; Jz 3.3. Nesta mgião possuiam
aldeias
ainda nos dias de Davi, 2 Sm 24.7. Salomão exigiu deles, e dos demais que
permaneceram em Canaã depois da conquista, que prestassem serviços como
operários nas grandes obras que o rei executava, 1 Rs 9.20-22."
SUBSÍDIO
CULTURAL
Vejamos
agora como se vestiam os hebreus do tempo de Josué. Desta forma, poderemos
ter uma idéiasobre a idumentária dos gibeonitas. Escreve Osvaldo Ronis:
"Túnica - era uma camisola de algodão ou linho, sem mangas, chegando até os
joelhos. A túnica dos ricos e dos sacerdotes tinha mangas compridas e
largas. Manto ou capa - era uma peça de fazenda geralmente de lã que se
usava por sobre a túnica, servindo também como cobertor, tapete, sela, etc.
Era uma peça bastante adornada com franjas e borlas (Dt 22.12). O cinto do
manto era feito de couro ou fazenda espessa, bastante comprido para dar
várias voltas na cintura, por dentro do qual também carregava-se dinheiro e
outras miudezas. O sapato dos palestinos era a sandália confeccionada de
couro ou pano e presa ao pé por cordões de algodão ou fitas de couro fino.
Os ornamentos masculinos mais comuns eram o cajado, o anel-sinete (que nos
tempos mais remotos usava-se pendurado ao pescoço por meio de um cordão,
porém posteriormente no dedo) e as filactérias (tiras de couro com
caixinhas, contendo alguns trechos da lei, presas à testa e ao pulso
esquerdo - ~x 13.9; Dt 6.8). Na cabeça usava-se o turbante que consistia de
uma fita longa enrolando a parte superior da cabeça, ora em forma esférica,
ora em cônica, truncada, dependendo do gosto. Porém a cobertura mais comum
era um lenço quadrado preso por uma fita ao redorda cabeça, deixando a parte
mais longa para trás a fim de proteger o pescoço. Geralmente a fita era de
cor diferente da do lenço. Parece que os calções eram usados, por algum
tempo, somente pelos sacerdotes (~x 28.42; 39.28; Lv 6.11 ).
SUBSÍDIO
DOUTRINÁRIO
Com
respeito ao episódio de hoje, comenta Goodman: "O erro de Israel foi que
"não pediu conselho à boca de Jeová". É perigoso agir apressadamente e
chegar a uma decisão sem ter tempo para orar e esperar em Deus. George'
.Müller foi consultado por um homem que recebera a oferta de um negócio que
prometia grandes lucros. "Preciso dar uma resposta dentro de uma hora",
disse o homem. O sr Müller respondeu: "então a resposta é Não. Pois aquilo
que não deixa tempo para oração não pode estar certo."
Portanto,
nada façamos sem oração. Em primeiro lugar, consultemos o senhor. se Ele
disser sim, que seja o sim. Mas, se a resposta for negativa, sejamos
obedientes para que não soframos as conseqüências de nossa precipitação e
imprudência.
E·
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO
Que o
povo de Israel se apossasse integralmente da Terra Prometida.
Comprometeu-se pelas alianças que firmou com os cananeus.
Eram
moradores de Canaã, pertencentes à tribo dos heveus.
Levando
os israelitas a praticarem coisas condenadas pela Lei de Deus.
5.
Dedeque não podemos nos comprometer com o mundo, pois somos um povo
especial, zeloso e de boas obras.
PLANO DE
AULA 11
TEMA
Deus
Peleja Pelo seu Povo TEXTO BÍBLlCO BÁSICO Js 10.6-15
E o Sol
deteve-se em Gibeá. Neste milagre, conscientizamo-nos de uma grande verdade:
quando depositamos nossa confiança no Todo-poderoso, o imposslvel acontece.
Basta tão-somente confiar! Josué estava certo da vitória. Por isso, orou com
tanta convicção. Por que não imitamos também a fé daquele grande general
hebreu? É hora de realizar o imposslvel!
A •
ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
1.
Incentivar os alunos a confiar na pronta intervenção do Deus de Israel.
2.
Levá-Ios à uma vida de oração e total dependência do Todopoderoso.
MOTIVAÇÃO
No inicio
da aula deste domingo, fale acerca das intervençOes de Deus na vida de
Israel e na vida da Igreja. Da mesma forma, não deixe de frisar este ponto:
o Senhor continua a operar em nossos dias. se o sol deteve-se em Gibeá, por
que milagres semelhantes não hão de acontecer neste tempo?
Introdução
A GRANDE
VITÓRIA CONCEDIDA POR DEUS A JOSUÉ
Josué
socorre os gibeonitas
Deus
interveio na batalha
O DIA
LONGO DE JOSUÉ E A CIÊNCIA
Uma
oração que mexeu com o Universo
Deus
ouviu a Josué e o milagre aconteceu
O SOL SE
DETEVE E A LUA PAROU
Quase um
dia inteiro
A
comprovação da ciência
A terra
fora do horário cronológico
IV. DEUS
E A VERDADEIRA CIÊNCIA NÃO SE CONTRADIZEM
O milagre
foi possível
Deus pode
se manifestar quando e onde quiser
O LIVRO
DO RETO
"Isto não
está escrito no Livro do Reto?"
seus
títulos
Quando se
perdeu o livro do Reto
C -
SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBSÍDIO CRONOLÓGICO
O
episódio de hoje pode ainda ser localizado, cronologicamente, em 1.422 a.C.
SUBSÍDIO
GEOGRÁFICO
Aqui
estão mais algumas informações sobre Gilgal: "Gilgal, a leste de Jeric6,
entre essa cidade e o rio Jordão. A localização exata de Gilgal, dentro
dessa área, continua incerta. J. Muilenburg ... tentativamente sugere um
local logo ao norte de Khirbet el-Mefjir, cerca de dois quilômetros a
nordeste da Jeric6 do Antigo Testamento (Tell es-Su Itan). Em apoio a essa
localização aproximada, Muilembrug lança mão do testemunho combinado de
algumas referências do Antigo Testamento com afirmação de alguns escritores
posteriores (Josefo, Eusébio, etc.), enquanto que uma escavação experimental
revelou ali restos pertencentes à Idade do Ferro Primitiva." (Novo
Dicionário da Blblla)
Bete-Horon - Casa da caverna
"Havia
dois sítios com este nome em Efraim, respectivamente chamados "o superior" e
"o inferior", perto da fronteira de Benjamin (Js 10.10). Os lugares
representantes destas duas povoações se chamam hoje Beit-Ur el Foka e
Beth-Ur el Tahta, significando uma palavra "o lugar mais alto" e a outra "o
lugar mais baixo". O fundador destas duas vilas foi Serah, filha de Beriah,
que em 1 Cr 7.24 se diz tê-Ias edificado. A referência, que Ihes é feita em
2 Cr 8.5, implica que Saio mão as reedificou e as converteu em fortalezas. A
posição de Beth-Horon, na orla do planalto, mesmo ao pé da descida para a
fértil planície de Saron, e sobre a grande estrada, que parte de Jerusalém,
tomou esse lugar de grande importância debaixo do ponto de vista militar.
Quando Gibeon foi ameaçado pelos cananeus da baixa região, Josué derrotou-os
e perseguiu-os, subindo a ladeira de Beth-Horon e continuou a feri-Ios na
descida de Beth-Horon (Js 10.10,11). E mais tarde, nos perturbados tempos do
reinado de Saul, os filisteus que estavam acampados em Michmas, tinham sob a
sua ação estratégica aqueles lugares. Depois disto refortificou Salomão
tanto a Beth-Horon de cima, como a Beth-Horon de baixo, e também Gezar (1 Rs
9,17; 2 Cr 8.5). Foi passando por Beth-Horon que os egípcios invadiram Judá
durante o reinado de Roboão. A estrada está já pouco em uso, mas por certos
restos de calçada sabemos que os romanos não desprezaram tão importante
posto, que protegia a principal linha de comunicação entre Jerusalém e a
costa."
SUBSÍDIO
DOUTRINÁRIO
Em seu
minucioso estudo sobre o Livro de Josué, escreve o pastor Antonio Neves de
Mesquita: "Josué, inflamado com a vitória divina nesta campanha decisiva
pela posse da terra, fez uma proclamação ao Sol e à Lua, para que parassem
até o término da guerra. Não poucas discussões tem suscitado esta Escritura.
Pela astronomia moderna, o Sol e a Lua não pararam, mas, sim, a Terra.
Contudo, nos tempos de Josué 9 segundo a astronomia egípcia, eram o Sol e a
Lua que andavam ao redor da Terra. Foi preciso que Copérnico, sábio alemão,
tivesse coragem para demonstrar a astronomia dos seus dias. Com Galileu,
Newton e Kepler, deu ao mundo os conhecimentos de leis astronômicas que
estão servindo aos viajantes do espaço. Nicolau Copérnico nasceu a 19 de
fevereiro de 1473 na aldeia de Toron, na Alemanha, e graças ao seu
conhecimento e coragem desbancou Arist6teles, Ptolomeu e todos os antigos,
que haviam sustentado a teoria geocêntrica, isto é, a Terra como centro 90
sistema planetário. Deixando de lado a questão científica, perguntamos:
"Como podia a Terra parar e com ela todos os outros astros do nosso sistema
solar? A Igreja Romana não podia conformar-se com a nova ciência, e, não
conseguindo lançar mãos de Copérnico, apanhou Galileu, que sofreu nas
masmorras de Florença. O autor (o pastor Antonio Neves de Mesquita) teve
oportunidade e tristeza de visitar a masmorra onde esteve encarcerado o
grande seguidor de Copérnico, o astrônomo Galileu. A Igreja era senhora dos
céus e da terra e a teologia ensinava que a Terra era imóvel, e o Sol, a Lua
e os demais planetas é que giravam ao seu derredor. Foram precisos anos e
sofrimentos para que a igreja se conformasse com a verdade."
"Não
temos que demorar na apreciação do milagre. Os astrônomos modernos deram-se
ao trabalho de buscar, no calendário astronômico, se o fato teria realmente
ocorrido. Depois de buscas e fastidiosos estudos, concluíram que
efetivamente falta um dia no calendário astronômico, concluindo então, que o
quase um dia inteiro (Js 1 O.13b), corresponde a 11 horas e cinqüenta
minutos, e os 10 gruas de sombra do relógio de Acaz, que Deus mandou
retroceder (Is 38.1-8), correspondam a 10 minutos. Está assim provado que de
fato a Terra esteve parada por todo um dia Sol. Depois dessa tremenda
vit6ria, Josué voltou ao quartel general, em Gilgal, onde as noticias da
vitória certamente já haviam chegado, pois não ficava muito longe."
E -
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA L1ÇAo
Que Deus
continua a operar maravilhas na vida de seu povo.
Alterando
a rotação da terra, a fim de que o Sol se detivesse em Gibeá.
Não.
Por causa
de algumas interpretações deturpadas da Bíblia.
Por que a
Bíblia é a infalível Palavra de Deus.
PLANO DE
AULA 12
TEMA
As
Conquistas Que Ainda Nos Restam TEXTO BÍBCO BÁSICO
Js
11.18,23; 13.1; 23.1-11
Depois de
muitas batalhas e trabalhos, Josué encerra o seu ministério.
As
vitórias foram grandes e as realizações, mais do que consideráveis. No
entanto, o destemido general hebreu conscientiza-se de que nem todas as
terras foram conquistadps. Não sabemos como deve ter se sentido o servo de
Deus. Contudo, uma lição fica-nos deste episódio: não podemos retardar
nossas lutas, pois a guerra contra o mundo espiritual é árdua e longa. Que
Deus nos ajude!
A •
ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
1. Levar
os alunos a encarar eom mais s-eriedade a missão que Ihes confiou o
Todo-poderoso.
2.
Conscientizá-Ios de que, sem as virtudes deJosué, jamais alcançarão sucesso
em sua vida pessoal e ministério.
MOTIVAÇÃO
No
transcorrer da aula, mencione as terras que deixaram de ser conquistadas
pelo bravo general hebreu. Em seguida, alerte os alunos quanto a urgência do
tempo presente. se não trabalharmos com denodo, arriscamo-nos a encerrar
nossa carreira ministerial com muitas terras ainda por conquistar.
Introdução
JOSUÉ
CONQUISTA A TERRA QUE DEUS PROMETEU
A
conquista de Canaã
A
conquista se deu em três etapas
AS TERRAS
QUE AINDA NOS RESTAM
As terras
estão prontas para a conquista
Até aos
confins da terra
A
ESTRATÉGIA USADA NA CONQUISTA DO MUNDO PELO EVANGELHO
Sejamos
estratégicos e habilidosos na conquista das almas
Década da
Colheita
3. Nossa
visão para o Brasil
C -
SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBSÍDIO HISTÓRICO
Sobre as
campanhas finais de Israel, narradas no Livro de Josué, escreve o
historiador Flávio Josefo: "Como Josué não podia mais, por causa da idade,
tomar parte nas várias empresas e via que, aqueles aos quais disso incumbia,
o faziam com negligência, ele exortou as tribos a trabalharem corajosamente
cada uma na extensão do território que lhe havia cabido em partilha, para
que exterminassem o resto dos cananeus dizendo-Ihes que aquilo se tratava
não somente da sua segurança, mas da consolidação de sua religião e de suas
leis; fê-Ios lembrar-se do que Moisés Ihes havia dito e acrescentou que já o
tinham bem reconhecido pela própria experiência (Js 20,21). Acrescentou que
entregassem nas mãos dos levitas as trinta e oito cidades que Ihes faltavam,
para completar o número de quarenta e oito: as dez outras já Ihes haviam
sido dadas, além do Jordão, no país dos amorreus; destinou três dessas
trinta e oito, para serem lugares de asilo e de refugio, porque não havia
recomendação mais insistente, do que executar com rigor tudo o que Moisés
havia determinado. As três cidades foram Hebrom, na tribo de Judá, Siquém,
na de Efraim e Cades, que está na alta Galiléia, na tribo de Naftali." (Para
maiores informações, leia a História dos Hebreus, publicada pela CPAD)
SUBSÍDIO
DOUTRINÁRIO
Tendo em
vista a urgência dos tempos atuais, precisamos administrar convenientemente
nosso tempo. Caso contrário, deixaremos muitas terras por serem
conquistadas. Lendo a história das missões, podemos ver quantos palses ainda
não foram evangelizados. O que representam estas áreas para a Igreja? Sem
dúvida alguma, o mesmo que os territórios não conquistados representaram
para Israel: missões não cumpridas. Como servos de Deus e, convictos de
nossa chamada, não podemos desperdiçar um dia sequer. No calendário
espiritual, não há tempo para contemplação. Todo tempo é tempo de conquistar
novas possessões para o Reino de Deus.
Desde que
Paulo encerrou sua carreira no ano 64 de nossa era, muitos esforços têm sido
feitos para evangelizar o mundo. Mas, por mais que tenham se esforçado os
obreiros que nos antecederam, há muito trabalhado a ser realizado. O que
dizer das vastas áreas em nosso próprio pais? Você sabia que há muitas
cidades brasileiras que ainda não foram evangelizadas? Portanto, não podemos
nos descuidar no cumprimento desta missão. Temos que nos embrenhar nesta
luta para evangelizarmos o mundo todo até o ano 2000.
Como
estamos na Década da Colheita, carecemos de carrear todos os nossos esforços
na evangelização do mundo. Além do nosso pais, há também o vasto continente
americano. Quantas aldeias não estão a esperar pela chegada de um
missionário? Da Argentina ao México, são milhões de almas clamando pela
genulna Palavra de Deus. Não podemos, sob hipótese alguma, desprezar este
tão va~to campo chamado América Latina.
Além da
América Latina, a Africa ar está como um permanente desafio
às
agências missionárias. No continente negro, muitas tribos esperam pelo
mensageiro de Cristo. E cabe às Assembléias de Deus no Brasil uma grande
parcela de responsabilidade na evangelização da África. Não há como deixar
nossos irmãos africanos morrerem como moribundos espirituais. E, o que dizer
da Ásia? Onde quer que nos volvemos, contemplamos os campos brancos que já
estão prontos para a colheita desta década tão decisiva.
E·
RESPOSTAS DO QUESnONÁRIO DA LIÇÃO
Por causa
de sua negligência.
Que não
podemos negligenciar a nossa salvação, para não perdermos a posse da
Jerusalém celestial.
Quando
Josué feriu os trinta e um reis.
Em três
etapas: Palestina Oriental, Palestina Ocidental e Palestina central.
S. Eles
deveriam começar por Jerusalém, ganhar a Judéia, conquistar Samaria e chegar
aos confins da Terra.
PLANO DE
AULA 13
TEMA
As
Cidades de Refúgio TEXTO BíBLICO BÁSICO Dt 19.2-7; Js 20.1-9
Assim
como Israel tinha as suas cidades de refúgio, de igual modo a Igreja. Ainda
que perseguida e incompreendida, pode contar com a pronta intervenção de
Cristo. Aliás, o Senhor Jesus é descrito, não somente como o nosso refúgio,
mas também como o nosso eterno e seguro repouso. Ele, pois, é o nosso
refúgio. Sem a ajuda do Filho de Deus, não conseguirlamos atravessar por
tantas lutas e dificuldades. Corramos, pois, à cidade de refúgio. Lá, o mal
nunca nos alcançará.
A -
ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
1.
Esclarecer aos alunos sobre a verdadeira finalidade das cidades de refúgio.
2.
Mostrar-Ihes que, hoje, Cristo é a nossa cidade de refúgio. E, aceitando-o
como Salvador, o ser humano estará perfeitamente seguro.
MOTIVAÇÃO
Na
introdução da aula de hoje, descreva como eram as cidades de refúgio. Se
posslvel, leve um mapa e mostre à classe a localização destas cidades no
território de Israel.
Introdução
AS SEIS
CIDADES DE REFÚGIO
Três
cidades ... no meio da terra
A
situação geográfica das cidades de refúgio
Para que
fuja para a ali o homicida
NOSSO
REFÚGIO SUPREMO
Deus é o
nosso refúgio
Em Jesus
Cristo encontramos refúgio
li!. A
NOSSA CIDADE DE REFÚGIO
Algumas
igrejas e ministérios são verdadeiras cidades de refúgio
Deus
sempre prepara um lugar de refúgio
c -
SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBSÍDlO CRONOLÓGICO·
As
cidades de refúgio foram instituídas por Moisés por volta de 1423 a.C.
SUBSÍDIO
BÍBLlCO.
O
comentário a seguir foi feito pelo pastor Antonio Neves de Mesquita:
"O
principio visado por estas cidades de refúgio era evitar que um criminoso
involuntário sofresse as conseqüências do seu ato. Poderia acontecer que um
homem matasse outro, ou mesmo o ferisse involuntariamente. Muito
naturalmente, a família do morto ou ferido se vingaria imediatamente, sem
haver tempo de se fazer luz sobre os motivos do crime. Era o crime punido
pelo populacho, crime sempre agravado por outros crimes. Não era esta a
melhor maneira de sanear a sociedade de um possível elemento mau. As
multidões são cegas e cometem atos apenas motivados pelo contágio
psicológico gerado em tais tumultos. Os linchamentos são atos desvairados de
uma multidão inconsciente que nem tempo teve para refletir sobre se o
criminoso teria cometido o crime em legitima defesa ou devido a
circunstâncias que só em processo regular pode ser apurado.
"Para
evitar crimes sobre crime, Deus proveu o pais de seis cidades de refúgio,
três do lado oriental e três do lado ocidental do Jordão. Todo criminoso
involuntário se refugiaria ali até ser julgado, e, no caso de ser inocente,
lá ficaria até que morresse o sumo sacerdote, quando então podia sair sem
ser notado. Além das seis Cidades de refúgio, havia ainda o santuário, no
qual um criminoso poderia se refugiar agarrando-se aos chifres do altar.
Quando Adonias soube que Salomão havia sido escolhido para rei em lugar de
seu pai Davi, temendo a Salomão, foi agarrar-se com os chifres do altar e lá
ficou até que Salomão prometeu poupar-lhe a vida (I Reis 1.5053). Eram
modos de poupar a vida de possíveis inocentes. Alguns juristas têm visto
nessa instituição uma espécie de "Habeas-corpus", medida jurídica que visa a
garantir a vida de quem esteja inocentemente ameaçado, e, como o instituído
é de origem inglesa, é bem possível que os ingleses se hajam baseado na
BÍBLIA, para instituir esta medida salvadora dos inocentes. Numa palavra,
Deus é Deus de Justiça, e não pode compadecer-se com qualquer forma de
injustiça.
"As
condições eram: (1) Não aborrecer a pessoa ferida. Deveria ser averiguado se
o ferido ou morto não era inimigo do criminoso, de modo a darse o crime.
(2) O crime podia ocorrer mesmo no meio do trabalho, como o cortar de uma
árvore, em que o machado se soltasse do cabo e ferisse o companheiro. (3)
Evitar que o parente do criminoso, com o "o sangue esquentado", tentasse
vingar a morte do parente morto ou ferido. (4) Evitar os crimes de
irresponsabilidade, como os cometido por multidões açuladas. (5) No caso de
ficar provado que houve intenção dolosa, o criminoso seria retirado da
cidade e julgado de acordo com a Lei, que era a de Talião, "dente por dente
e olho por olho", lei esta que Jesus modificou, aplicando-lhe a lei do amor,
naquilo em que o mesmo amor coubesse. Israel deveria ser uma nação justa,
porque justo é seu Deus; não deveria ser nação sanguinária, violenta e
eivada de paixões. Deveria ser povo modelo. Nada mais, nada menos, o que
Cristo, séculos depois, veio ensinar, quando estabeleceu os fundamentos de
uma sociedade modelar baseada no respeito e no amor.
SUBSÍDIO
DOUTRINÁRIO
Acerca da
simplicidade dos processos que se davam nas cidades de refúgio, escreve o
autor acima citado: "O homicida involuntário seria levado aos juízes
postados à porta da cidade. Estes o examinariam e verificariam se antes do
crime não havia inimizade entre o morto e o assassino. Então ficaria
recolhido à cidade, até que morresse o sumo sacerdote, quando expiraria a
pena e voltaria à sua cidade ou vila (Nm 35.28).
"As
cidades seriam distribuídas pelo território de maneira a atender a todos os
crimes. Em casos especiais, também o criminoso que se agarrasse aos chifres
do altar estaria a salvo do "vingador do sangue" até que se apurasse a
culpa. Ninguém poderia tocar nele (1 Rs 1 :50). Nem Salomão pode tocar em
Adonias, seu irmão, que pretendia o trono.
"Como se
vê, tudo muito simples, mas muito significativo. O que Deus desejava era
evitar derramamento de sangue indevidamente. Enquanto para o criminoso
involuntário havia todas as possibilidades de segurança, para o criminoso
voluntário a pena era de morte (Nm 35.16-21).
"Nós
temos de admirar o procedimento em Israel. Numa sociedade incipiente, com
organização judiciária quase ausente, a vida era cercada de todas as
garantias possíveis. Pelo sentido do verso 4 do capitulo 20, havia uma
espécie de tribunal popular semelhante ao que ocorria em todas as grandes
cidades daqueles tempos. Os juízes ficavam nas portas ou na porta das
cidades, onde eram apreciadas as causas civis e criminais. Foi o caso de Ló,
que era juiz em Sodoma (Gn 19.1 e Rt 4.1). Os homens mais qualificados
ficavam na porta das cidades, onde atendiam aos casos mais simples; quanto
aos mais graves, parece que havia uma congregação de eleitos para decisões.
Seja como for, Josué, Números e Deuteronômio nos ensinam como se procedia há
3.400 anos."
E -
RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO
Moisés,
segundo ordem expressa de Deus.
O
homicida que tivesse cometido um crime não intencional.
Até que o
seu caso fosse julgado pelos anciãos de Israel. Caso fosse declarado
inocente, permaneceria na cidade até a morte do sumosacerdote.
4. Seis:
três na margem ocidental do Jordão e três na margem oriental do mesmo rio.
S. Jesus
Cristo, nosso Redentor.
INTRODUÇÃO
Nesta
lição, veremos o perfil dum verdadeiro líder escolhido, disciplinado,
provado e aprovado por Deus, para uma missão árdua, mas importante: cond~ os
filhos de Israel à Terra Prometida. (SCR e SB) Josué, filho de Num, da tribo
de Efraim, foi este grande líder.
I. QUEM
ERA JOSUÉ t
1. Um
líder chamado (Dt 31.7,~ 14,23). Josué sur e de re ente no confronto entre
ue e srae no deserto
() de
efidim. Sua primeira eClsao sob a I õf1eiíta ão drnto1Ses fm escolffer hO
_ apazes
para o com ate x 17.8). Seus pãis eram cativos e eJe nasceu naf'í escravidão
no Egito. Nasceu cativo~ portanto. Mas Deus o libertou e o fez um
colaborador de Moisés. Sempre se revelou valente capitão. Quase foi
apedrejado, se não é a intervenção da nuvem da glória, porque insistiu com
os filhos de Israel que avançassem através do deserto para Canaã quarenta
anos (Nm 14.610). Originalmente, o nome de J osué era Oséias que significa
"salvação" (Nm 13.16; Dt 32.44). Josué significa "a
? '
salvação de Deus". Parece que teve seu _ nome mudado quando se mostrou fiel
à Deus ao lado de Calebe (Nm 14.30). Ele é chamado "servo de Jeová" aqUCle
por meio de quem Deus transmitiu suas.
~ ordens
e medIante guem Ele realiza seus prOPOSltOS- o pnrneiro ministrq de
Dêus.ESteve com Moisés no monte (Ex 24.13). Parece ter jejuado quarenta dias
e quarellta
noites a
exemplo de Moisés (cf. Ex 24.13-18; 32.15-19).
2. Sua
vida e seu trabalho. Josué, além do episódio que marcou sua coragem na
guerra com Amaleque, esteve envolvido em outras missões importantes. Era
tido como sendo um "dos escolhidos" de Moisés (Nm 11.28). Foi um dos doze
espias enviados por Moisés a espiar a terra de Canaã (Nm I 3.8- I 6). Diz
losrfA
// que
ele tinha 85 anos quando ~edeu a
7..--
~oisé~.
Julga-se que levou rms 6 anos na subjugação da terra; o resto de sua vida
passou estabelecendo e governando as doze tribos. Seu governo sobre Israel.
ao todo. durou uns 25 anos. Morreu aos 110 anos e foi sepultado em
TimnateSera. que está no monte de Efraim (Js 24.29.30). Foi guerreiro
notável; disciplinou suas tropas; enviou espias;
:::-flas
sempre o encontramos orando e ~onfiando em Deus.
3. Josué
era um líder capaz ~x 17.9-13). Em nossos dias. confomu: sabemos. já existem
até cursos intensivos de liderança espiritual. Não sou contra estes cursos.
Entretanto !1m verdadeiro
()líder.
a nível'Ci 'ão e ser ?I abncado tecnicamente falando em que ser evanta o por
eus. apóstolo Paulo fOI um verdãdelIO lider e declarou:
"Não que
sejamos capazes por nós de pensar alguma coisa como de nós mesmos. mas a
nossa capacidade vem de Deus, o qual nos fez também capazes de ser ministro
dum novo testamento. não da letra, mas do espírito ...• , (2 Co 3.5,6). É
comum em nossos dias ver-se pessoas exercendo certas funções sem a devida
capacidade. Estas pessoas são dignas, mas não são capazes. Uma coisa é ser
digna, a outra é ser capaz. O sábio conselho de Jetra, sogro de Moisés foi:
"Tu dFltre o povo procura homens capazes ...•. (Ex 18.21-25). Este padrão
não mudou e não deve mudar. (Gn 41.38,39; I Sm 16.16-19; Dn 1.3,4; At 6.3).
JOSUÉ ERA
UM LÍDER CHEIO DE SABEDORIA
1. A
sabedoria divina o capacitou (Dt 34.9). No lcxto em foco, nesta seção, diz
que" Josué. filho de Num, foi cheio do espmto de sãlXXloria, ~~uanto Mo,sés
tinha posto sobre ele kjuas mãos"~ Jósué, portador agora desta sabedoria do
alto, tomou-se um líder com função dupla: s,y,idaya do povo Qi' ])e"s c ao
mesmo tempo fazia as guerras do Senhpr.
-((ri'
Era,
portanto, necessário ser, de fato, um capitão inteligente e acima de tudo
temente a Deus. As Escrituras falam com exclusividade sobre certos homens
que foram capacitados por Deus com o ,. dom da sabedoria" . Por exemplo:
José (Gn 41); Moisés e Arão (Êx 4.12,-15); Bezaleel e Aoliabe (Êx 31.2,3,6);
Davi (SI 45.1); Salomão (l Rs 3.12,28; 4.2934); Eliú (ló 32.27); Isaías (Is
5004); Jeremias (lr 1.9). E muitos outros, tanto no Antigo como do Novo
Testamento.
2. A
sabedoria é excelente para dirigir(Ec 10.10). Um líder cheio de sabedoria
entende todos os fatos e circunstâncias, leis e princípios, todas as
tendências, influências e possibilidades. Ele possui tudo que é preciso no
sentido de matéria prima (celestial-humana e natural), poder e perícia (l Rs
3.12; Ec 8.5). Tomando-se assim um homem capacitado para: govçmar (Gn
41.33-39), criar (invenção) (Ex 30.1-6), comandar (Dt 34.9), julgar (2 Rs
3.16-28), entender coisas difíceis (2 Sm 14.20), edificar a Igreja (1 Co
14.12,etc). Não é debalde que o primeiro dom relacionado na lista dos dons
espirituais em 1 Co 12 é a "palavra da sabedoria" (v.8). De fato, a Bíblia
afirma que "a sabedoria é coisa prip.cipal" (Pv 4.7 a).Josué foi um líder
)
possuidor desta graça divrna, porqill: o temor do Sennor estava com ele (Js
2Ü5; SI111.10).
3. Josué,
um líder vitorioso (v.8).
Josué
prosperava em tudo o que fazia. (SH) Era sempre vitorioso, r ue sua
vitória
nao e e SI o m
sim de
Deus. O apóstolo Paulo e outros escntores do Novo Testamento, afirmam que
vivemos num mundo espiritual em que se movimentam milhões de seres hostis
tanto a Deus como a seus servos. Então Pauloconclama as forças de Deus a se
posicionarem para tal batalha. (Ef 6.12,13). Josué e o povo dependiam de
Deus que lhes assegurava a vitória. ~ dezndemos de Cristo, pois nossa T!!lll
não é contra • 'carne e o sangue; I. IS !Q..l;,
) fÓr
visíveIS, mas contra as hnsll"
mo 10S 1m
uns ( U(' 11\, 1.1111 aatmosferatcrres rccpullt" .\lI I .1
---~-~----
1II.,JOSlJl;:
{1M Lhum ( (11 1. "s 1'111 li I 1111 11 •••••• (
precipitado naquilo que fala e realiza, tem sido o caminho do fracasso para
muitas pessoas. Entretanto, ser forte e corajoso tem sido uma virtude para
todos. A ordem divina neste campo é sempre esta: "Diga o fraco: Eu sou
forte!" (n 3.1 Ob). O crente somente deve diZ~ é fraco naÜÍesenca de OeUS"(S16.
. a presença do Diabo, porém, deve se apresentar como um guerreiro forte (FI
4.13). N a seleção de Deus para o grande duelo entre os israelitas e as
forças confederadas dos midianitas e amalequitas, a ordem divina foi: '~('
for covarde e medroso, volts;... Que surpresa! "Yoltaram do povo vinte e
dois mil" (Jz 7.3). No combate da fé precisamos do auxílio de Deus. Os
tímidos ficarlio fora do céu (Ap 21.8). Acreditamos que os tais sejam os
apóstatas que, por covardia, viraram as costas à "batalha da fé que uma vez
foi dada aos santos" (Jdv.3b),equeem tempo de tribulação, abandonaram a
Cristo e Seu testemunho, a fim de salvarem a pele.
2. Josué
era um líder laborioso (v.6,9). No Salmo 89.19 há uma promessa de Deus para
aquele que trabalha:
"Socorri
um que é esforçado, exaltei a um eleito do povo". A inatividade na vida
espiritual especialmente tratandose
de um líder é condenada por Deus e repugnada pelo povo em geral. No livro de
Provérbios fala-se do • 'pregJ1i~QS9 ,~ cerca (fe 17 vezes, por isso é
evidenteJ
que o
ESpmto sMXã:t!::a fiíliito~ es~ngo da m i ~ ~pessoas
n1ã1s
Idosas. O preguiçoso é reprovado JÍO primeiro estágio por covardia (Pv
21.25; 26.13), por negligenciar as oportunidades (Pv 12.27), os deveres
(Pv20.4),pordespcrdício (l'v 18.9), por indolência (Pv 6.6,7), por Jlllgllr
se sábio a seus próprim IIlh ••.. (I'v 26.16). O apóstolo P 111111 tIl 11111
11Illo rigoroso com t'sll t 1.1 < til • 1111 hllilO ele diz:
"St·
1111'111 111 1110 '1111 ti Ir.lhalhar (alguns qlll'" 111 11111 11 " 111
01111.1111 trabalho), 1110 "'111 1 ,1111 '"" () I \.10). Josué, I 10 '1'11
dI < 111 I t IIlhll 1.1 seu respeito.
I I 11111
Iid Ir" IIhlldor. Sempre
I I 111
li 11 lI,.;ada algumas I I I '1IIdadoso, não ,< IlIpO nem as MIIII.I~
pessoas não
chegam a
prosperar na vida, porque esquecem deste método tão eficaz .•• As
oportunidades seguem uma seqüência: quem se adianta passa e quem se atrasa
fica" .
4. Nossa
vitória depende de Cristo.
Nossa
vitória, a exemplo dOpoyo eleito õepenae de Cnsto. não se prende à luta
- fIslca,
polS, necessariamente, se assim fosse, seria então fracasso e não vitória. (SD)
Somente em Cristo e por Cristo é que nossa vitória estará assegurada. Cristo
nos faz triunfar, porque Ele é vitorioso em tudo quanto é e faz. Sempre há
uma promessa de vitória a dizer: "Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e
pela
palavra do seu testemnnho ... •• (Ap 12.11).