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O LIVRO DE JOSUÉ SEGUNDA PARTE - REVISTA CPAD - 1º TRIMESTRE DE 1992
Comentarista: Severino Pedro da Silva
JOSUÉ O LIVRO DAS VITÓRIAS
 
 
PLANO DE AULA 8
TEMA
O Pecado Leva à Derrota TEXTO BÍBLICO BÁSICO Js 7.5-13,19-21
Após um início tão·promissor, eis que os israelitas experimentam amarga derrota. E, esta traz grande desalento ao arraial do povo de Deus. O que teria levado os filhos de Israel a fugirem diante de um exército insignificante? Mas a causa logo aparece: pecado escondido e inconfessado. Quantas vezes em nossas vidas também não experimentamos derrotas em conseqüência de atos desagradáveis a Deus? Nestas ocasiões, o melhor a fazer é confessar os pecados e rogar pelas misericórdias do senhor.
A - ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
1. Conscientizar os alunos acerca das terríveis conseqüências do pecado.
2. No entanto, devemos lembrar-lhes que, se confessarmos os nossos pecados, Cristo, como nosso Redentor, livrar-nos-á de toda a culpa.
MOTIVAÇÃO
Como introdução à aula de hoje, fale à classe sobre as conseqüências do pecado na Sfblia. Em seguida, discorra sobre a doutrina da reden­çM. Em primeiro lugar, no Velho Testamento, e, em segundo, no Novo. No final da aula, leve seus alunos a terem alguns minutos de oração silenciosa, para que eles, em silêncio, confesse seus pecados a Deus. Não deixe de se incluir nesta confissão. Afinal, professor de Escola Dominical também peca.
FRACASSADOS POR CAUSA DO PECADO 1 . A origem do pecado
A na~ureza do pecado
Suas conseqüências
O PECADO DE ACÁ E SUAS CONSEQÜ~NCIAS
O pecado causa a morte
O pecado de Acã partiu a comunhão com Deus
 
O PECADO DE ACÁ FOI CONSUBSTANCIADO POR VÁRIAS TRANSGRESSÕES
Um só homem pecou, mas a conseqüência veio aos outros
O pecado de Acã e sua divisão correta
C - SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBsfDIO CRONOLÓGICO
O fracasso de Israel diante de Ar deu-se também em abril de 1.422 a.C.
SUBSÍDIO GEOGRÁFICO
Ar era uma cidade localizada no Leste de Betel, na Palestina Central.
Quando Abraão chegou a Canaã, armou sua tenda entre ambas as cidades (Gn 12.8). Ar foi a segunda praça forte a ser conquistada por Josué (Js 7 e 8). Antes de sua captura, porém, os israelitas sofreram vergonhosa derrota em conseqüência do pecado de Acã. No ataque, o exército de Josué aniquilou os doze mil habitantes dessa cidade pagã.
Na divisão da terra, o território de Ar coube à tribo de Benjamim. Esta cidade seria reconstrurda séculos mais tarde, quando da volta do exflio babilOnlco, por alguns comandados de Zorobabel.
SUBSÍDIO HISTÓRICO
Com respeito a estratégia usada por Josué na tomada de Ai, discorre o pastor AntOnio Neves de Mesquita: "Em Jericó tudo foi condenado, povo e seus pertences. Com Ai seria diferente. O povo seria destrurdo, mas os haveres seriam o espólio. Ai seria tratada como presa de guerra e não seria destrurda toda a vida. Com 30.000 homens valentes puseram emboscada à vila, o que deu muito certo. Um grupo se chegaria à cidade e outro se esconderia nas imediações. O grupo que fazia o serviço de ataque fugiria, e os habitantes sairiam em sua perseguição. Enquanto isso, os emboscados entrariam na cidade e lhe poriam fogo, de modo que ninguém poderia mais entrar. Foi assim, sem muita luta, que a cidadezinha foi tomada e destrurda. Ao todo doze mil pessoas morreram na luta, todas moradoras de Ai. Pelo visto, era mesmo uma pequena vila. Porque Josué destruiu ~sta vila ou cidade antes de outros centros deve serentendido como ponto de estratégia. Parece que nesta região não havia outro centro a serdestrurdo. Hebrom, que era um grande centro, ficava muito ao sul, e Jerusalém a Leste. Antes de avançar para a norte, era necessário limpar o caminho. Um pouquinho ao norte de Ai ficava o poço de Jacó, que nes~a oportunidade estaria sendo usado para os gastos da imensa multidão. Olhando um mapa da Palestina, podemos ver a área ao redor de Jericó, limpa de centros de r'3rigo."
SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
Em conseqüência da cobiça de Acã, todo o Israel sofreu. Mas, o que vem a ser a cobiça? Explica-nos William Barclay: "Pleonexiaé um pecado que o NT condena sem poupá-Io, repetidas vezes. A palavra ocorre em Mc 7.22; Lc 12.15; Rm 1.29; 2 Co 9.5; Ef 4.19; 5.3; CI 3.5; 1 Ts 2.5; 2 Pe 2.3,14. A tradução regularda ARC é "avareza". Uma vez, em Ef 4.19, aARC a traduz por "avidez". A ARA mantém "avareza" na maioria das passagens, mas traduz por "avidez" em Ef. 4.19, "cobiça" em Ef 5.3, e, "intuito ganancioso" em 1 Ts2.5. Moffattvaria mais. Tem "cobiça" em Lc 12.15, mas sua tradução ?R
regular é "concupiscência", que usa em sete das passagens. Uma vez, em 1 Ts 2.5, usa "egofsmo." A BV traduz Mc 7.22: "desejo de possuir o que pertence aos outros."
"Pleonexia, em todas as épocas da Ifngua grega, é uma palavra feia, e sempre tem por trás dela uma certa idéia básica que nenhuma das traduções ressalta totalmente, porque não pode ser esclarecida numa única palavra. No grego clássico, significa "uma ganância arrogante", e o espfrito que procura tirar proveito do seu próximo. O verbo correspondente, plenektein, significa "defraudar" ou "burlar". Polfbio, o historiador grego, tem um uso sugestivo da palavra. Os estóicos tinham uma expressão que usavam para descrever "aquilo que é apropriado" - ta kathekonta - e com ela falavam daquele tipo de conduta que um homem bom deve produzir. Polfbio diz que o homem culpado desta conduta cobiçosa usa métodos que não são dignos de um homem empregar. Pleonexia era uma palavra que estava bem presente no vocabulário do povo comum e que aparece comumente nos papiros. Ali, está ligada com a conduta ''totalmente desavergonhada", com a "ambição que se excede", com a "violência", com a "injustiça", com a "cupidez" pela qual o homem nos seus melhores momentos sentirá tristeza, com a "rapacidade" de um oficial desonesto que está resoluto no sentido de despojar o distrito sobre o qual tem autoridade. Os moralistas latinos o definem como amor scelaratus habendi, "o maldito amor de possuir". Teodoreto, o comentarista primitivo, descreve-a assim: "sempre visando obter mais, procurando apanhar as coisas que não são apropriadas ao homem possuir". Cfcero definiu avaritia, que é o equivalente latino, como injuriosa appettio alienorum, "o desejo i1fcito pelas coisas que pertencem aos outros."
"Vejamos agora, se conseguimos classificar os usos no NT de modo que possamos chegar à qualidade básica deste pecado.
"( I ) Em Rm 1.29 pleonexiaé o pecado do mundo sem Deus. É o pecado do mundo, da sociedade, do homem que virou as costas às leis de Deus. É o próprio antOnimo da generosidade do amor de Deus e caridade da vida cristã.
"( 11 ) Em Lc 12.15 é o pecado do homem que avalia a vida em termos materiais, que pensa que o valor da vida acha-se no número de coisas que o homem possui, o homem cujo único desejo é obter e que nunca sequer pensam em dar.
"( 111 ) Em 1 Ts 2.4 e em 2 Pe 2.3 descreve o pecado do homem que usa sua posição por vantagem própria, para aproveitar-se das pessoas a quem deve servir, o homem que vê seus vizinhos como criaturas a serem exploradas e não como filhos de Deus que devem ser servidos.
"( IV ) Em CI 3.5 é identificada com a idolatria. Pleonexia é a adoração aos objetos em lugar de Deus. Uma moeda de dez cruzeiros é um objeto pequeno, mas se for colocada diante do olho cobrirá a vastidão do sol. Quando um homem tem pleonexia no seu coração, ele perde Deus de vista num desejo louco de obter.
"( V ) Em passagens após passagens está ligada ao pecado sexual (Me 7.22); Rm 1.29; Ef 4.129;2 Pe 2.14). Aqui está a própria essência da palavra. A essência não é o pecado sexual. A essência é o desejo de ter aquilo que é proibido, o desejo de tomar aquilo que não se deve tomar, o não refrear os apetites e desejos contrários às leis de Deus e dos homens.
"Lightfoot (sobre Rm 1.29) define pleonexia como "a disposição que sempre está pronta a sacrificar o próximo em lugar de si mesmo em todas as coisas, não meramente em negócios de dinheiro." Pleonexia é o pecado do homem que deu livre vazão ao desejo de ter o que não deve, que pensa . que seus desejos, apetites econcupiscências são ascoisas mais importantes do mundo. que vê outras pessoas como objetos a serem explorados, e que não têm outro deus senão ele próprio e os seus desejos."
E· RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO
A derrota.
O pecado de Acã.
É a sua ação contra Deus.
É a transgressão premeditada das leis de Deus.
Foi apedrejado juntamente com toda a sua famllia.
 
PLANO DE AULA 9
TEMA
O Altar de Deus em Nossa Vida TEXTO B(BUCO BÁSICO Js 8.30-35
INTRODUÇÃO
À semelhança dos primeiros patriarcas, Josué edificou um altar e invocou o nome do Senhor. Isto demonstra claramente que Israel não poderia ficar indiferente à adoração do único e verdadeiro Deus. A felicidade do novo pafs dependeria, doravante, da maneira como os filhos de Jacó iriam encarar o culto ao Deus de AlJraão, Isaque e Jacó. Neste momento, cabe-nos uma pergunta: "Como estamos encarando o culto ao Senhor?" Estamos, de fato, adorando-o em espfrito e verdade? Ou o nosso altar continua derribado?
A· ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
Conscientizar os alunos acerca do valor da adoração na vida cristã.
Levar os alunos a ter uma devoção verdadeiramente cristã e não apenas periférica. \
MOTIVAÇÃO
Na introdução da aula de hoje, fale a respeito da importância do altar na vida religiosa do Israel do Velho Testamento. Em seguida, estabeleça um paralelo entre a devoção da congregação israelita e a da Igreja. Não se esqueça de algo muito importante: ainda que vivamos em diferentes dispensaçOes, os adoradores de Deus, em todas as épocas, só seremos aceitos se nos apresentarmos com inteireza de coração. Porque o Pai, disse Jesus, procura os que o adoram em espfrito e em verdade.
Introdução
O ALTAR TORNA-SE O SíMBOLO DE ADORAÇÃO NA NOVA TERRA
O altar era o lugar ideal onde se agradecia a Deus
A obediência de Josué em construir um altar
Josué lembra ao povo a bênção e a maldição
JUNTO AO ALTAR, JOSUÉ LEU TODAS AS PALAVRAS DA LEI DO SENHOR
Antigo Testamento
Novo Testamento
 
O ALTAR DEVE ACOMPANHAR A NOSSA VIDA
O altar é o ponto de encontro com Deus
O fogo arderá sobre o altar
C - SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBsíDIO CRONOLÓGICO
Ainda nos encontramos em 1.422 a.C.
SUBSÍDIO GEOGRÁACO
Em sua Geografia Bfblíca, Osvaldo Ronis fala acerca dos Montes Ebal e Gerizim:
"Monte Ebal, situado ao norte de Nablus, antiga Siquém, tem uma altitude de 300 m acima do vale (1015 m acima do nlvel do Mediterrâneo) e é árido e escarpado.
"Monte Gerlzlm, que fica ao sul do vale de Siquém, também árido e escarpado, com apenas 230 m acima do vale (940 , m do Mediterrâneo) possue uma história particular. É que, depois do cativeiro babilOnico dos judeus, os samaritanos, sob o governo de Samba lá, construlram um templo rival ao de Jerusalém, constituindo a Manassés sumo-sacerdote do mesmo. Este era genro de Sambalá, o governador, e fora expulso do sacerdócio judaico de Jerusalém por ter esposado uma mulher estrangeira (Nm 13.28). Embora mais tarde, em 129 a.C., o templo fosse destru Ido por João Hircano, nos dias de Jesus ainda os samaritanos continuavam a celebrar o seu culto no alto do monte Gerizim (João 4), como se deduz da conversa de Jesus com a mulher samaritana junto ao poço de Jacó que ficava à beira da estrada que passava pelo vale de Siquém."
O autor acima citado fala-nos da importância de ambos os montes a Israel: "Ebal e Gerizim .... (são) também conhecidos como o Monte da Maldição e o Monte da Bênção, porque Josué, conforme determinação de Moisés (Dt 11.29; 27.1-13), reuniu seis tribos num monte e seis no outro ficando a arca, os sacerdotes, os levitas e os anciãos no vale, para que de um dos montes - o Gerizim, fossem lidas as bênçãos para os que guardam a lei do Senhor, respondendo o povo das seis tribos reunidas no Ebal com um "amém"; e deste monte - o Ebal, fossem pronunciadas as maldições que viriam sobre os infiéis, respondendo, por sua vez, com um "amém" as tribos reunidas no Gerizim. (Js 8.30-34). Dizem os que têm visitado o vale de Siquém que os dois montes de fato formam uma espécie de anfiteatro em que os efeitos acústicos permitem distinguir num dos montes e no vale a voz de uma pessoa que fala do outro monte."
SUBSÍDIO BíBLICO
"O altar, de acordo com as Escrituras, era um lugarconstrufdo para nele se oferecerem sacriffcios e holocaustos de animais. Era um testemunho perpétuo de um favor; sentia-se nele a manifestação divina, significava a presença de Deus, santificava as ofertas, e era o lugar onde se realizava a comunhão dos fiéis com o Senhor. Por tais razOes o altar era respeitado.
"A leg islação mosaica foi dada a um povo nOmade, cu ja união e fé deviam ser perpetuadas. "Um altar de terra me farás e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos" (~x 20.24,25). Um altar de terra em que houvesse uma vida a
 
oferecer ou um coração a consagrar ao serviço divino, esse era o verdadei­ro significado. O altar podia ser construrdo também de pedras, mas estas não deviam ser lavradas porque o burilo profanaria.
"O cristianismo verdadeiro, o espiritual, o que mora no coração e não nos lábios ou nos templos, tem um altar espiritual, vivo, verdadeiro e eterno. O altar dos cristãos é o próprio Filho de Deus, através do qual são oferecidos os louvores e o culto racional.
"Esta é a maravilha da graça e 65te é o mistério da fé. Além de ser o verdadeiro altar, dos verdadeiros cri5tà0s, Jesus Cristo é também a oferta aceitável e aprazrvel a Deus, a única que a justiça divina aceita com agrado. Jesus ofereceu-se a si mesmo como oferta volun"tária para, de uma vez por todas, "aniquilar o pecado pelo sacriflcio de si mesmo." (Para maiores informações, leia o Tesouro de Conhecimentos Brblicos, lançado pela CPAD).
SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
No Novo Comentário da Bfbfia, encontramos estas edificantes considerações: "Numa cerimônia religiosa que se reveste do mais alto significado, Josué chama a atenção dos israelitas para a verdadeira natu­reza das suas conquistas. Dirigindo-se ao interior da terra inimiga, levou o povo até Siquém, e ar, num ambiente que a presença dos patriarcas tomou sagrado, em conformidade com o mandamento expHcito de Moisés, convi­dou-o a renovar as suas promessas de fidelidade e obediência a Jeová e a ouvir as condições em que iria tomar posse da Terra Prometida. Veja Dt 11.29, 30; 27.1-26. Ergueu-se então um altar de pedras inteiras no Monte Ebal para a oferta de solenes sacriflcios, procedeu-se à leitura em voz alta duma cópia da Lei de Moisés gravada em pedras estucadas e finalmente fez­se pregão público das bênçãos e maldições. Seis tribos sobre Gerizim responderam com o "Amém" às bênçãos acabadas de enumerar, enquanto as outras seis sobre o Ebal com outro "Amém" finalizavam as maldições. "Poucas cenas a História nos fornece tão cheias de grandeza e significado moral como a duma nação que abraça solenemente a Lei de Deus, considerando-a regra de vida e condição de prosperidade! (Fairweather, From the Exodus to the Monarchy).
E - RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA L1çAo
A adoração ao Todo-poderoso.
O altar como marco de suas vitórias conquistadas no Senhor.
Construiu um altar.
Um sacriflcio permanente ao Senhor?
Em sua Epfstola aos Romanos, disse que este sacriffcio deveria ser santo e agradável a Deus, como culto racional.
 
PLANO DE AULA 10
TEMA
As Conseqüências de Não Vigiar TEXTO B(BLlCO BÁSICO
Js 9.1-7,14··16
Em conseqüência de sua precipitação, fizeram os israelitas uma comprometedora aliança com os moradores de Gibeon. E, desta aliança, advieram males e transtornos à famflia de Jacó. De igual modo, se não vigiarmos, poderemos cair nas mesmas ciladas. E, comprometidos espiritual e socialmente, não seremos capazes de desempenhar com dignidade o ministério que nos confiou o Todo-poderoso. Os gibeonitas continuam a semear enganos e embustes no arraial dos santos. São embustes e enganos tão sutis que somente poderão ser discernidos por aqueles que se mantém ligados ao céu. Vigiemos, pois.
A - ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
Ensinar a importância da vigilância na vida do crente.
Levar os alunos a ter uma vida de permanente vigilância e oração.
MOTIVAÇÃO
Como introdução à aula de hoje, fale sobre a vigilância na vida dos filhos de Deus. Reporte-se, por exemplo, aos homens de Neemias que, enquanto construiam o Santo Templo, mantinham-se alertas para não serem surpreendidos pelos inimigos do povo de Israel que tramavam contra o Reino de Deus. Cabe-nos, igualmente, mantermo-nos em permanente vigilância para não sermos submetidos aos ardrs do demônio.
Introdução
O ENGANO FATAL DOS GIBEONITAS EM NOME DE DEUS
Quando não vigiamos, somos enganados
Quem eram os gibeonitas
Moravam no meio deles
Os gibeonitas atuais
O ENGANO OOS GIBEONITAS TROUXE CONSEQÜ~NCIAS E SERVE DE ADVERT~NCIA PARA NÓS
1. Vivemos dias perigosos em que o engano vem se alastrando
A falsa humildade
Passaram a conviver juntos
C - SUBsfDIOS PARA O PROFESSOR SUBsfDIO CRONOLÓGICO
Ainda nos encontramos em 1.422 a.C.
SUBSÍDIOGEOGRÁFICO
Escreve o pastor C1audionor Corrêa de Andrade acerca do Mar Med~el1"âneo:
"O Med~errâneo aparece nas Sagradas Escrituras com outros nomes: Mar Grande, Mar Ocidental, Mar dos Filisteus, Mar de Jafa. Biblicamente, ele é tratado simplesmente de o Mar. Sua importância é incontestável. Afirma Paul Valery: " ... o Mediterrâneo tem sido uma verdadeira máquina de fabricar civilização". Por seu tumo, comenta E. M. Forster sobre esse gigante: "O Med~errâneo é a norma humana. Quando as pessoas deixam esse lago encantador, através do B6sforo ou dos Pilares de Hércules, aproximam-se do monstruoso e do extraordinário; e a safda meridional leva às mais estranhas experiências.
"Com uma extensão de 4.500 km e uma superffcie de três milhOes de quilOmetros quadrados, o Mediterrâneo é o maior dos mares internos. Suas águas banham a Europa Meridional, a Ásia Ocidental e a África setentrional. Famosos rios deságuam em sua histórica e milenar grandeza.
"O Mar Mediterrâneo banha toda a costa ocidental de Israel. Nessa área, suas águas são bastante rasas o que tornava impossfvel a aproximação de navios de grandes calados. O Grande Mar, por esse motivo, não era usado pelos judeus como via de transporte. Eles, aliás, sentiam-se isolados pelo Mediterrâneo.
"Jope era o único porto do Grande Mar utilizado pelos israemas. Entre­tanto, por causa de seus arrecifes e bancos de areia, os navegantes não se aventuravam a procurá-Io comfreqOência. Por outro lado, o mesmo Mediter­râneo formava uma vastfssima área defensável à pequena nação hebréia."
Glbeon
"Ficava esta povoação à distância de cinco milhas ao noroeste de Jerusalém, e estava edificada sobre um pequeno monte isolado e oblongo, no meio de uma rica planfcie, de terreno elevado, "a terra de benjamim". Uma das cidades principais dos heveus; os seus habitantes fizeram uma liga com Josué (Js 9.3 a 17). Por esta razão foi a cidade atacada por alguns reis cananeus, mas socorrida por Josué (Js 10)." (Buckland)
SUBSÍDIO ANTROPOLÓGICO
Quem eram os heveus? Responde John Davis: "Nome de umas das raças residentes em Canaã antes da conquista da terra pelos hebreus, Gn 10.17; tx 3. 17; Js 9.1. Formavam diversas comunidades. Uma delas ocupava Siquém no texto de Jacó, Gn 33.18; c:orTl>. 34.2, e seus descendentes ainda exerciam influência naquela cidade muito tempo depois da conquista, Jz 9.28. Outro grupo habitou em Gabaom e suas vizinhanças. Possuíam grande estabelecimento, talvez o principal, nas raIzes do Ubano, desde o monte Hermom até a entrada de Hamate, Js 11.3; Jz 3.3. Nesta mgião possuiam
aldeias ainda nos dias de Davi, 2 Sm 24.7. Salomão exigiu deles, e dos de­mais que permaneceram em Canaã depois da conquista, que prestassem ser­viços como operários nas grandes obras que o rei executava, 1 Rs 9.20-22."
SUBSÍDIO CULTURAL
Vejamos agora como se vestiam os hebreus do tempo de Josué. Desta forma, poderemos ter uma idéiasobre a idumentária dos gibeonitas. Escreve Osvaldo Ronis: "Túnica - era uma camisola de algodão ou linho, sem mangas, chegando até os joelhos. A túnica dos ricos e dos sacerdotes tinha mangas compridas e largas. Manto ou capa - era uma peça de fazenda geralmente de lã que se usava por sobre a túnica, servindo também como cobertor, tapete, sela, etc. Era uma peça bastante adornada com franjas e borlas (Dt 22.12). O cinto do manto era feito de couro ou fazenda espessa, bastante comprido para dar várias voltas na cintura, por dentro do qual também carregava-se dinheiro e outras miudezas. O sapato dos palestinos era a sandália confeccionada de couro ou pano e presa ao pé por cordões de algodão ou fitas de couro fino. Os ornamentos masculinos mais comuns eram o cajado, o anel-sinete (que nos tempos mais remotos usava-se pendurado ao pescoço por meio de um cordão, porém posteriormente no dedo) e as filactérias (tiras de couro com caixinhas, contendo alguns trechos da lei, presas à testa e ao pulso esquerdo - ~x 13.9; Dt 6.8). Na cabeça usava-se o turbante que consistia de uma fita longa enrolando a parte superior da cabeça, ora em forma esférica, ora em cônica, truncada, dependendo do gosto. Porém a cobertura mais comum era um lenço quadrado preso por uma fita ao redorda cabeça, deixando a parte mais longa para trás a fim de proteger o pescoço. Geralmente a fita era de cor diferente da do lenço. Parece que os calções eram usados, por algum tempo, somente pelos sacerdotes (~x 28.42; 39.28; Lv 6.11 ).
SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
Com respeito ao episódio de hoje, comenta Goodman: "O erro de Israel foi que "não pediu conselho à boca de Jeová". É perigoso agir apressadamente e chegar a uma decisão sem ter tempo para orar e esperar em Deus. George' .Müller foi consultado por um homem que recebera a oferta de um negócio que prometia grandes lucros. "Preciso dar uma resposta dentro de uma hora", disse o homem. O sr Müller respondeu: "então a resposta é Não. Pois aquilo que não deixa tempo para oração não pode estar certo."
Portanto, nada façamos sem oração. Em primeiro lugar, consultemos o senhor. se Ele disser sim, que seja o sim. Mas, se a resposta for negativa, sejamos obedientes para que não soframos as conseqüências de nossa precipitação e imprudência.
E· RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO
Que o povo de Israel se apossasse integralmente da Terra Prometida.
Comprometeu-se pelas alianças que firmou com os cananeus.
Eram moradores de Canaã, pertencentes à tribo dos heveus.
Levando os israelitas a praticarem coisas condenadas pela Lei de Deus.
5. Dedeque não podemos nos comprometer com o mundo, pois somos um povo especial, zeloso e de boas obras.
 
PLANO DE AULA 11
TEMA
Deus Peleja Pelo seu Povo TEXTO BÍBLlCO BÁSICO Js 10.6-15
E o Sol deteve-se em Gibeá. Neste milagre, conscientizamo-nos de uma grande verdade: quando depositamos nossa confiança no Todo-poderoso, o imposslvel acontece. Basta tão-somente confiar! Josué estava certo da vitória. Por isso, orou com tanta convicção. Por que não imitamos também a fé daquele grande general hebreu? É hora de realizar o imposslvel!
A • ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
1. Incentivar os alunos a confiar na pronta intervenção do Deus de Israel.
2. Levá-Ios à uma vida de oração e total dependência do Todo­poderoso.
MOTIVAÇÃO
No inicio da aula deste domingo, fale acerca das intervençOes de Deus na vida de Israel e na vida da Igreja. Da mesma forma, não deixe de frisar este ponto: o Senhor continua a operar em nossos dias. se o sol deteve-se em Gibeá, por que milagres semelhantes não hão de acontecer neste tempo?
Introdução
A GRANDE VITÓRIA CONCEDIDA POR DEUS A JOSUÉ
Josué socorre os gibeonitas
Deus interveio na batalha
O DIA LONGO DE JOSUÉ E A CIÊNCIA
Uma oração que mexeu com o Universo
Deus ouviu a Josué e o milagre aconteceu
O SOL SE DETEVE E A LUA PAROU
Quase um dia inteiro
A comprovação da ciência
A terra fora do horário cronológico
 
IV. DEUS E A VERDADEIRA CIÊNCIA NÃO SE CONTRADIZEM
O milagre foi possível
Deus pode se manifestar quando e onde quiser
O LIVRO DO RETO
"Isto não está escrito no Livro do Reto?"
seus títulos
Quando se perdeu o livro do Reto
C - SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBSÍDIO CRONOLÓGICO
O episódio de hoje pode ainda ser localizado, cronologicamente, em 1.422 a.C.
SUBSÍDIO GEOGRÁFICO
Aqui estão mais algumas informações sobre Gilgal: "Gilgal, a leste de Jeric6, entre essa cidade e o rio Jordão. A localização exata de Gilgal, dentro dessa área, continua incerta. J. Muilenburg ... tentativamente sugere um local logo ao norte de Khirbet el-Mefjir, cerca de dois quilômetros a nordeste da Jeric6 do Antigo Testamento (Tell es-Su Itan). Em apoio a essa localização aproximada, Muilembrug lança mão do testemunho combinado de algumas referências do Antigo Testamento com afirmação de alguns escritores posteriores (Josefo, Eusébio, etc.), enquanto que uma escavação experimental revelou ali restos pertencentes à Idade do Ferro Primitiva." (Novo Dicionário da Blblla)
Bete-Horon - Casa da caverna
"Havia dois sítios com este nome em Efraim, respectivamente chamados "o superior" e "o inferior", perto da fronteira de Benjamin (Js 10.10). Os lugares representantes destas duas povoações se chamam hoje Beit-Ur el Foka e Beth-Ur el Tahta, significando uma palavra "o lugar mais alto" e a outra "o lugar mais baixo". O fundador destas duas vilas foi Serah, filha de Beriah, que em 1 Cr 7.24 se diz tê-Ias edificado. A referência, que Ihes é feita em 2 Cr 8.5, implica que Saio mão as reedificou e as converteu em fortalezas. A posição de Beth-Horon, na orla do planalto, mesmo ao pé da descida para a fértil planície de Saron, e sobre a grande estrada, que parte de Jerusalém, tomou esse lugar de grande importância debaixo do ponto de vista militar. Quando Gibeon foi ameaçado pelos cananeus da baixa região, Josué derrotou-os e perseguiu-os, subindo a ladeira de Beth-Horon e continuou a feri-Ios na descida de Beth-Horon (Js 10.10,11). E mais tarde, nos perturbados tempos do reinado de Saul, os filisteus que estavam acampados em Michmas, tinham sob a sua ação estratégica aqueles lugares. Depois disto refortificou Salomão tanto a Beth-Horon de cima, como a Beth-Horon de baixo, e também Gezar (1 Rs 9,17; 2 Cr 8.5). Foi passando por Beth-Horon que os egípcios invadiram Judá durante o reinado de Roboão. A estrada está já pouco em uso, mas por certos restos de calçada sabemos que os romanos não desprezaram tão importante posto, que protegia a principal linha de comunicação entre Jerusalém e a costa."
SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
Em seu minucioso estudo sobre o Livro de Josué, escreve o pastor Antonio Neves de Mesquita: "Josué, inflamado com a vitória divina nesta campanha decisiva pela posse da terra, fez uma proclamação ao Sol e à Lua, para que parassem até o término da guerra. Não poucas discussões tem suscitado esta Escritura. Pela astronomia moderna, o Sol e a Lua não pararam, mas, sim, a Terra. Contudo, nos tempos de Josué 9 segundo a astronomia egípcia, eram o Sol e a Lua que andavam ao redor da Terra. Foi preciso que Copérnico, sábio alemão, tivesse coragem para demonstrar a astronomia dos seus dias. Com Galileu, Newton e Kepler, deu ao mundo os conhecimentos de leis astronômicas que estão servindo aos viajantes do espaço. Nicolau Copérnico nasceu a 19 de fevereiro de 1473 na aldeia de Toron, na Alemanha, e graças ao seu conhecimento e coragem desbancou Arist6teles, Ptolomeu e todos os antigos, que haviam sustentado a teoria geocêntrica, isto é, a Terra como centro 90 sistema planetário. Deixando de lado a questão científica, perguntamos: "Como podia a Terra parar e com ela todos os outros astros do nosso sistema solar? A Igreja Romana não podia conformar-se com a nova ciência, e, não conseguindo lançar mãos de Copérnico, apanhou Galileu, que sofreu nas masmorras de Florença. O autor (o pastor Antonio Neves de Mesquita) teve oportunidade e tristeza de visitar a masmorra onde esteve encarcerado o grande seguidor de Copérnico, o astrônomo Galileu. A Igreja era senhora dos céus e da terra e a teologia ensinava que a Terra era imóvel, e o Sol, a Lua e os demais planetas é que giravam ao seu derredor. Foram precisos anos e sofrimentos para que a igreja se conformasse com a verdade."
"Não temos que demorar na apreciação do milagre. Os astrônomos modernos deram-se ao trabalho de buscar, no calendário astronômico, se o fato teria realmente ocorrido. Depois de buscas e fastidiosos estudos, concluíram que efetivamente falta um dia no calendário astronômico, concluindo então, que o quase um dia inteiro (Js 1 O.13b), corresponde a 11 horas e cinqüenta minutos, e os 10 gruas de sombra do relógio de Acaz, que Deus mandou retroceder (Is 38.1-8), correspondam a 10 minutos. Está assim provado que de fato a Terra esteve parada por todo um dia Sol. De­pois dessa tremenda vit6ria, Josué voltou ao quartel general, em Gilgal, onde as noticias da vitória certamente já haviam chegado, pois não ficava muito longe."
 
E - RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA L1ÇAo
Que Deus continua a operar maravilhas na vida de seu povo.
Alterando a rotação da terra, a fim de que o Sol se detivesse em Gibeá.
Não.
Por causa de algumas interpretações deturpadas da Bíblia.
Por que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus.
 
PLANO DE AULA 12
TEMA
As Conquistas Que Ainda Nos Restam TEXTO BÍBCO BÁSICO
Js 11.18,23; 13.1; 23.1-11
Depois de muitas batalhas e trabalhos, Josué encerra o seu ministério.
As vitórias foram grandes e as realizações, mais do que consideráveis. No entanto, o destemido general hebreu conscientiza-se de que nem todas as terras foram conquistadps. Não sabemos como deve ter se sentido o servo de Deus. Contudo, uma lição fica-nos deste episódio: não podemos retardar nossas lutas, pois a guerra contra o mundo espiritual é árdua e longa. Que Deus nos ajude!
A • ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
1. Levar os alunos a encarar eom mais s-eriedade a missão que Ihes confiou o Todo-poderoso.
2. Conscientizá-Ios de que, sem as virtudes deJosué, jamais alcançarão sucesso em sua vida pessoal e ministério.
MOTIVAÇÃO
No transcorrer da aula, mencione as terras que deixaram de ser conquistadas pelo bravo general hebreu. Em seguida, alerte os alunos quanto a urgência do tempo presente. se não trabalharmos com denodo, arriscamo-nos a encerrar nossa carreira ministerial com muitas terras ainda por conquistar.
Introdução
JOSUÉ CONQUISTA A TERRA QUE DEUS PROMETEU
A conquista de Canaã
A conquista se deu em três etapas
AS TERRAS QUE AINDA NOS RESTAM
As terras estão prontas para a conquista
Até aos confins da terra
A ESTRATÉGIA USADA NA CONQUISTA DO MUNDO PELO EVANGELHO
Sejamos estratégicos e habilidosos na conquista das almas
Década da Colheita
 
3. Nossa visão para o Brasil
C - SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBSÍDIO HISTÓRICO
Sobre as campanhas finais de Israel, narradas no Livro de Josué, escreve o historiador Flávio Josefo: "Como Josué não podia mais, por causa da idade, tomar parte nas várias empresas e via que, aqueles aos quais disso incumbia, o faziam com negligência, ele exortou as tribos a trabalharem corajosamente cada uma na extensão do território que lhe havia cabido em partilha, para que exterminassem o resto dos cananeus dizendo-Ihes que aquilo se tratava não somente da sua segurança, mas da consolidação de sua religião e de suas leis; fê-Ios lembrar-se do que Moisés Ihes havia dito e acrescentou que já o tinham bem reconhecido pela própria experiência (Js 20,21). Acrescentou que entregassem nas mãos dos levitas as trinta e oito cidades que Ihes faltavam, para completar o número de quarenta e oito: as dez outras já Ihes haviam sido dadas, além do Jordão, no país dos amorreus; destinou três dessas trinta e oito, para serem lugares de asilo e de refugio, porque não havia recomendação mais insistente, do que executar com rigor tudo o que Moisés havia determinado. As três cidades foram Hebrom, na tribo de Judá, Siquém, na de Efraim e Cades, que está na alta Galiléia, na tribo de Naftali." (Para maiores informações, leia a História dos Hebreus, publicada pela CPAD)
SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
Tendo em vista a urgência dos tempos atuais, precisamos administrar convenientemente nosso tempo. Caso contrário, deixaremos muitas terras por serem conquistadas. Lendo a história das missões, podemos ver quantos palses ainda não foram evangelizados. O que representam estas áreas para a Igreja? Sem dúvida alguma, o mesmo que os territórios não conquistados representaram para Israel: missões não cumpridas. Como servos de Deus e, convictos de nossa chamada, não podemos desperdiçar um dia sequer. No calendário espiritual, não há tempo para contemplação. Todo tempo é tempo de conquistar novas possessões para o Reino de Deus.
Desde que Paulo encerrou sua carreira no ano 64 de nossa era, muitos esforços têm sido feitos para evangelizar o mundo. Mas, por mais que tenham se esforçado os obreiros que nos antecederam, há muito trabalhado a ser realizado. O que dizer das vastas áreas em nosso próprio pais? Você sabia que há muitas cidades brasileiras que ainda não foram evangelizadas? Portanto, não podemos nos descuidar no cumprimento desta missão. Temos que nos embrenhar nesta luta para evangelizarmos o mundo todo até o ano 2000.
Como estamos na Década da Colheita, carecemos de carrear todos os nossos esforços na evangelização do mundo. Além do nosso pais, há também o vasto continente americano. Quantas aldeias não estão a esperar pela chegada de um missionário? Da Argentina ao México, são milhões de almas clamando pela genulna Palavra de Deus. Não podemos, sob hipótese alguma, desprezar este tão va~to campo chamado América Latina.
Além da América Latina, a Africa ar está como um permanente desafio
às agências missionárias. No continente negro, muitas tribos esperam pelo mensageiro de Cristo. E cabe às Assembléias de Deus no Brasil uma grande parcela de responsabilidade na evangelização da África. Não há como deixar nossos irmãos africanos morrerem como moribundos espirituais. E, o que dizer da Ásia? Onde quer que nos volvemos, contemplamos os campos brancos que já estão prontos para a colheita desta década tão decisiva.
E· RESPOSTAS DO QUESnONÁRIO DA LIÇÃO
Por causa de sua negligência.
Que não podemos negligenciar a nossa salvação, para não perdermos a posse da Jerusalém celestial.
Quando Josué feriu os trinta e um reis.
Em três etapas: Palestina Oriental, Palestina Ocidental e Palestina central.
S. Eles deveriam começar por Jerusalém, ganhar a Judéia, conquistar Samaria e chegar aos confins da Terra.
 
PLANO DE AULA 13
TEMA
As Cidades de Refúgio TEXTO BíBLICO BÁSICO Dt 19.2-7; Js 20.1-9
Assim como Israel tinha as suas cidades de refúgio, de igual modo a Igreja. Ainda que perseguida e incompreendida, pode contar com a pronta intervenção de Cristo. Aliás, o Senhor Jesus é descrito, não somente como o nosso refúgio, mas também como o nosso eterno e seguro repouso. Ele, pois, é o nosso refúgio. Sem a ajuda do Filho de Deus, não conseguirlamos atravessar por tantas lutas e dificuldades. Corramos, pois, à cidade de refúgio. Lá, o mal nunca nos alcançará.
A - ORIENTAÇÕES BÁSICAS
OBJETIVOS
1. Esclarecer aos alunos sobre a verdadeira finalidade das cidades de refúgio.
2. Mostrar-Ihes que, hoje, Cristo é a nossa cidade de refúgio. E, aceitando-o como Salvador, o ser humano estará perfeitamente seguro.
MOTIVAÇÃO
Na introdução da aula de hoje, descreva como eram as cidades de refúgio. Se posslvel, leve um mapa e mostre à classe a localização destas cidades no território de Israel.
Introdução
AS SEIS CIDADES DE REFÚGIO
Três cidades ... no meio da terra
A situação geográfica das cidades de refúgio
Para que fuja para a ali o homicida
NOSSO REFÚGIO SUPREMO
Deus é o nosso refúgio
Em Jesus Cristo encontramos refúgio
li!. A NOSSA CIDADE DE REFÚGIO
Algumas igrejas e ministérios são verdadeiras cidades de refúgio
Deus sempre prepara um lugar de refúgio
 
c - SUBSÍDIOS PARA O PROFESSOR SUBSÍDlO CRONOLÓGICO·
As cidades de refúgio foram instituídas por Moisés por volta de 1423 a.C.
SUBSÍDIO BÍBLlCO.
O comentário a seguir foi feito pelo pastor Antonio Neves de Mesquita:
"O principio visado por estas cidades de refúgio era evitar que um criminoso involuntário sofresse as conseqüências do seu ato. Poderia acontecer que um homem matasse outro, ou mesmo o ferisse involuntariamente. Muito naturalmente, a família do morto ou ferido se vingaria imediatamente, sem haver tempo de se fazer luz sobre os motivos do crime. Era o crime punido pelo populacho, crime sempre agravado por outros crimes. Não era esta a melhor maneira de sanear a sociedade de um possível elemento mau. As multidões são cegas e cometem atos apenas motivados pelo contágio psicológico gerado em tais tumultos. Os linchamentos são atos desvairados de uma multidão inconsciente que nem tempo teve para refletir sobre se o criminoso teria cometido o crime em legitima defesa ou devido a circunstâncias que só em processo regular pode ser apurado.
"Para evitar crimes sobre crime, Deus proveu o pais de seis cidades de refúgio, três do lado oriental e três do lado ocidental do Jordão. Todo criminoso involuntário se refugiaria ali até ser julgado, e, no caso de ser inocente, lá ficaria até que morresse o sumo sacerdote, quando então podia sair sem ser notado. Além das seis Cidades de refúgio, havia ainda o santuário, no qual um criminoso poderia se refugiar agarrando-se aos chifres do altar. Quando Adonias soube que Salomão havia sido escolhido para rei em lugar de seu pai Davi, temendo a Salomão, foi agarrar-se com os chifres do altar e lá ficou até que Salomão prometeu poupar-lhe a vida (I Reis 1.50­53). Eram modos de poupar a vida de possíveis inocentes. Alguns juristas têm visto nessa instituição uma espécie de "Habeas-corpus", medida jurídica que visa a garantir a vida de quem esteja inocentemente ameaçado, e, como o instituído é de origem inglesa, é bem possível que os ingleses se hajam baseado na BÍBLIA, para instituir esta medida salvadora dos inocentes. Numa palavra, Deus é Deus de Justiça, e não pode compadecer-se com qualquer forma de injustiça.
"As condições eram: (1) Não aborrecer a pessoa ferida. Deveria ser averiguado se o ferido ou morto não era inimigo do criminoso, de modo a dar­se o crime. (2) O crime podia ocorrer mesmo no meio do trabalho, como o cortar de uma árvore, em que o machado se soltasse do cabo e ferisse o companheiro. (3) Evitar que o parente do criminoso, com o "o sangue esquentado", tentasse vingar a morte do parente morto ou ferido. (4) Evitar os crimes de irresponsabilidade, como os cometido por multidões açuladas. (5) No caso de ficar provado que houve intenção dolosa, o criminoso seria retirado da cidade e julgado de acordo com a Lei, que era a de Talião, "dente por dente e olho por olho", lei esta que Jesus modificou, aplicando-lhe a lei do amor, naquilo em que o mesmo amor coubesse. Israel deveria ser uma nação justa, porque justo é seu Deus; não deveria ser nação sanguinária, violenta e eivada de paixões. Deveria ser povo modelo. Nada mais, nada menos, o que Cristo, séculos depois, veio ensinar, quando estabeleceu os fundamentos de uma sociedade modelar baseada no respeito e no amor.
 
SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
Acerca da simplicidade dos processos que se davam nas cidades de refúgio, escreve o autor acima citado: "O homicida involuntário seria levado aos juízes postados à porta da cidade. Estes o examinariam e verificariam se antes do crime não havia inimizade entre o morto e o assassino. Então ficaria recolhido à cidade, até que morresse o sumo sacerdote, quando expiraria a pena e voltaria à sua cidade ou vila (Nm 35.28).
"As cidades seriam distribuídas pelo território de maneira a atender a todos os crimes. Em casos especiais, também o criminoso que se agarrasse aos chifres do altar estaria a salvo do "vingador do sangue" até que se apurasse a culpa. Ninguém poderia tocar nele (1 Rs 1 :50). Nem Salomão pode tocar em Adonias, seu irmão, que pretendia o trono.
"Como se vê, tudo muito simples, mas muito significativo. O que Deus desejava era evitar derramamento de sangue indevidamente. Enquanto para o criminoso involuntário havia todas as possibilidades de segurança, para o criminoso voluntário a pena era de morte (Nm 35.16-21).
"Nós temos de admirar o procedimento em Israel. Numa sociedade incipiente, com organização judiciária quase ausente, a vida era cercada de todas as garantias possíveis. Pelo sentido do verso 4 do capitulo 20, havia uma espécie de tribunal popular semelhante ao que ocorria em todas as grandes cidades daqueles tempos. Os juízes ficavam nas portas ou na porta das cidades, onde eram apreciadas as causas civis e criminais. Foi o caso de Ló, que era juiz em Sodoma (Gn 19.1 e Rt 4.1). Os homens mais qualificados ficavam na porta das cidades, onde atendiam aos casos mais simples; quanto aos mais graves, parece que havia uma congregação de eleitos para decisões. Seja como for, Josué, Números e Deuteronômio nos ensinam como se procedia há 3.400 anos."
 
E - RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO
Moisés, segundo ordem expressa de Deus.
O homicida que tivesse cometido um crime não intencional.
Até que o seu caso fosse julgado pelos anciãos de Israel. Caso fosse declarado inocente, permaneceria na cidade até a morte do sumo­sacerdote.
4. Seis: três na margem ocidental do Jordão e três na margem oriental do mesmo rio.
S. Jesus Cristo, nosso Redentor.
 
INTRODUÇÃO
Nesta lição, veremos o perfil dum verdadeiro líder escolhido, disciplinado, provado e aprovado por Deus, para uma missão árdua, mas importante: cond~ os filhos de Israel à Terra Prometida. (SCR e SB) Josué, filho de Num, da tribo de Efraim, foi este grande líder.
I. QUEM ERA JOSUÉ t
1. Um líder chamado (Dt 31.7,~ 14,23). Josué sur e de re ente no con­fronto entre ue e srae no deserto
() de efidim. Sua primeira eClsao sob a I õf1eiíta ão drnto1Ses fm escolffer hO
_ apazes para o com ate x 17.8). Seus pãis eram cativos e eJe nasceu naf'í escravidão no Egito. Nasceu cativo~ portanto. Mas Deus o libertou e o fez um colaborador de Moisés. Sempre se revelou valente capitão. Quase foi apedrejado, se não é a intervenção da nuvem da glória, porque insistiu com os filhos de Israel que avançassem através do deserto para Canaã quarenta anos (Nm 14.6­10). Originalmente, o nome de J osué era Oséias que significa "salvação" (Nm 13.16; Dt 32.44). Josué significa "a
? ' salvação de Deus". Parece que teve seu _ nome mudado quando se mostrou fiel à Deus ao lado de Calebe (Nm 14.30). Ele é chamado "servo de Jeová" aqUCle por meio de quem Deus transmitiu suas.
~ ordens e medIante guem Ele realiza seus prOPOSltOS- o pnrneiro ministrq de Dêus.ESteve com Moisés no monte (Ex 24.13). Parece ter jejuado quarenta dias e quarellta
noites a exemplo de Moisés (cf. Ex 24.13-18; 32.15-19).
2. Sua vida e seu trabalho. Josué, além do episódio que marcou sua coragem na guerra com Amaleque, esteve envolvido em outras missões importantes. Era tido como sendo um "dos escolhidos" de Moisés (Nm 11.28). Foi um dos doze espias enviados por Moisés a espiar a terra de Canaã (Nm I 3.8- I 6). Diz losrfA
// que ele tinha 85 anos quando ~edeu a
7..--
 
~oisé~. Julga-se que levou rms 6 anos na subjugação da terra; o resto de sua vida passou estabelecendo e governando as doze tribos. Seu governo sobre Israel. ao todo. durou uns 25 anos. Morreu aos 110 anos e foi sepultado em Timnate­Sera. que está no monte de Efraim (Js 24.29.30). Foi guerreiro notável; disciplinou suas tropas; enviou espias;
:::-flas sempre o encontramos orando e ~onfiando em Deus.
3. Josué era um líder capaz ~x 17.9-13). Em nossos dias. confomu: sabemos. já existem até cursos intensivos de liderança espiritual. Não sou contra estes cursos. Entretanto !1m verdadeiro
()líder. a nível'Ci 'ão e ser ?I abncado tecnicamente falando em que ser evanta o por eus. apóstolo Paulo fOI um verdãdelIO lider e declarou:
"Não que sejamos capazes por nós de pensar alguma coisa como de nós mesmos. mas a nossa capacidade vem de Deus, o qual nos fez também capazes de ser ministro dum novo testamento. não da letra, mas do espírito ...• , (2 Co 3.5,6). É comum em nossos dias ver-se pessoas exercendo certas funções sem a devida capacidade. Estas pessoas são dignas, mas não são capazes. Uma coisa é ser digna, a outra é ser capaz. O sábio con­selho de Jetra, sogro de Moisés foi: "Tu dFltre o povo procura homens capazes ...•. (Ex 18.21-25). Este padrão não mudou e não deve mudar. (Gn 41.38,39; I Sm 16.16-19; Dn 1.3,4; At 6.3).
JOSUÉ ERA UM LÍDER CHEIO DE SABEDORIA
1. A sabedoria divina o capacitou (Dt 34.9). No lcxto em foco, nesta seção, diz que" Josué. filho de Num, foi cheio do espmto de sãlXXloria, ~~uanto Mo,sés tinha posto sobre ele kjuas mãos"~ Jósué, portador agora desta sabedoria do alto, tomou-se um líder com função dupla: s,y,idaya do povo Qi' ])e"s c ao mesmo tempo fazia as guerras do Senhpr.
-((ri'
Era, portanto, necessário ser, de fato, um capitão inteligente e acima de tudo temente a Deus. As Escrituras falam com exclusividade sobre certos homens que foram capacitados por Deus com o ,. dom da sabedoria" . Por exemplo: José (Gn 41); Moisés e Arão (Êx 4.12,-15); Bezaleel e Aoliabe (Êx 31.2,3,6); Davi (SI 45.1); Salomão (l Rs 3.12,28; 4.29­34); Eliú (ló 32.27); Isaías (Is 5004); Jeremias (lr 1.9). E muitos outros, tanto no Antigo como do Novo Testamento.
2. A sabedoria é excelente para dirigir(Ec 10.10). Um líder cheio de sa­bedoria entende todos os fatos e circuns­tâncias, leis e princípios, todas as ten­dências, influências e possibilidades. Ele possui tudo que é preciso no sentido de matéria prima (celestial-humana e natural), poder e perícia (l Rs 3.12; Ec 8.5). Tomando-se assim um homem capa­citado para: govçmar (Gn 41.33-39), criar (invenção) (Ex 30.1-6), comandar (Dt 34.9), julgar (2 Rs 3.16-28), entender coisas difíceis (2 Sm 14.20), edificar a Igreja (1 Co 14.12,etc). Não é debalde que o primeiro dom relacionado na lista dos dons espirituais em 1 Co 12 é a "palavra da sabedoria" (v.8). De fato, a Bíblia afirma que "a sabedoria é coisa prip.cipal" (Pv 4.7 a).Josué foi um líder
) possuidor desta graça divrna, porqill: o temor do Sennor estava com ele (Js 2Ü5; SI111.10).
3. Josué, um líder vitorioso (v.8).
Josué prosperava em tudo o que fazia. (SH) Era sempre vitorioso, r ue sua
vitória nao e e SI o m
sim de Deus. O apóstolo Paulo e outros escntores do Novo Testamento, afirmam que vivemos num mundo espiritual em que se movimentam milhões de seres hostis tanto a Deus como a seus servos. Então Pauloconclama as forças de Deus a se posicionarem para tal batalha. (Ef 6.12,13). Josué e o povo dependiam de Deus que lhes assegurava a vitória. ~ dezndemos de Cristo, pois nossa T!!lll não é contra • 'carne e o sangue; I. IS !Q..l;,
) fÓr visíveIS, mas contra as hnsll"
mo 10S 1m uns ( U(' 11\, 1.1111 aatmosferatcrres rccpullt" .\lI I .1
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1II.,JOSlJl;: {1M Lhum ( (11 1. "s 1'111 li I 1111 11 •••••• (
precipitado naquilo que fala e realiza, tem sido o caminho do fracasso para muitas pessoas. Entretanto, ser forte e corajoso tem sido uma virtude para todos. A ordem divina neste campo é sempre esta: "Diga o fraco: Eu sou forte!" (n 3.1 Ob). O crente somente deve diZ~ é fraco naÜÍesenca de OeUS"(S16. . a presença do Diabo, porém, deve se apresentar como um guerreiro forte (FI 4.13). N a seleção de Deus para o grande duelo entre os israelitas e as forças confederadas dos midianitas e amalequitas, a ordem divina foi: '~(' for covarde e medroso, volts;... Que surpresa! "Yoltaram do povo vinte e dois mil" (Jz 7.3). No combate da fé precisamos do auxílio de Deus. Os tímidos ficarlio fora do céu (Ap 21.8). Acreditamos que os tais sejam os apóstatas que, por covardia, viraram as costas à "batalha da fé que uma vez foi dada aos santos" (Jdv.3b),equeem tempo de tribulação, abandonaram a Cristo e Seu testemunho, a fim de salvarem a pele.
2. Josué era um líder laborioso (v.6,9). No Salmo 89.19 há uma promessa de Deus para aquele que trabalha:
"Socorri um que é esforçado, exaltei a um eleito do povo". A inatividade na vida espiritual especialmente tratando­se de um líder é condenada por Deus e repugnada pelo povo em geral. No livro de Provérbios fala-se do • 'pregJ1i~QS9 ,~ cerca (fe 17 vezes, por isso é evidenteJ
que o ESpmto sMXã:t!::a fiíliito~ es~ngo da m i ~ ~pessoas
n1ã1s Idosas. O preguiçoso é reprovado JÍO primeiro estágio por covardia (Pv 21.25; 26.13), por negligenciar as oportunidades (Pv 12.27), os deveres (Pv20.4),pordespcrdício (l'v 18.9), por indolência (Pv 6.6,7), por Jlllgllr se sábio a seus próprim IIlh ••.. (I'v 26.16). O apóstolo P 111111 tIl 11111 11Illo rigoroso com t'sll t 1.1 < til • 1111 hllilO ele diz:
"St· 1111'111 111 1110 '1111 ti Ir.lhalhar (alguns qlll'" 111 11111 11 " 111 01111.1111 trabalho), 1110 "'111 1 ,1111 '"" () I \.10). Josué, I 10 '1'11 dI < 111 I t IIlhll 1.1 seu respeito.
I I 11111 Iid Ir" IIhlldor. Sempre
I I 111 li 11 lI,.;ada algumas I I I '1IIdadoso, não ,< IlIpO nem as MIIII.I~ pessoas não
chegam a prosperar na vida, porque esquecem deste método tão eficaz .•• As oportunidades seguem uma seqüência: quem se adianta passa e quem se atrasa fica" .
4. Nossa vitória depende de Cristo.
Nossa vitória, a exemplo dOpoyo eleito õepenae de Cnsto. não se prende à luta
- fIslca, polS, necessariamente, se assim fosse, seria então fracasso e não vitória. (SD) Somente em Cristo e por Cristo é que nossa vitória estará assegurada. Cristo nos faz triunfar, porque Ele é vitorioso em tudo quanto é e faz. Sempre há uma promessa de vitória a dizer: "Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e
pela palavra do seu testemnnho ... •• (Ap 12.11).
 
 
 
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